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8 instrumentos musicais que você provavelmente não conhece

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1. Stylophone

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Inventado em 1967 por Brian Jarvis, o stylophone é um pequeno instrumento eletrônico constituído de um teclado de metal, que deve ser tocado usando uma caneta stylus. É provável que você nunca tenha visto um desses de perto, mas certamente já o ouviu em ação: o stylophone foi usado em músicas como Space Oddity, de David Bowie, e é um dos instrumentos favoritos da britânica Victoria Christina Hesketh, mais conhecida como Little Boots. Se quiser ter um stylophone para chamar de seu, uma boa notícia: em 2007, 32 anos depois de ter sua fabricação interrompida, a empresa Re:creation voltou a comercializar o instrumento.

2. Guitarra Pikasso

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Foram precisos dois anos (e mais de mil horas) para finalizar esta guitarra especial com quatro braços e 42 cordas. A semelhança do instrumento com as obras cubistas de Pablo Picasso lhe rendeu o nome de “Pikasso”, mas é uma obra de arte por si só.  A responsável pela criação complexa e personalizada foi a mestre lutier canadense Linda Manzier, que criou o instrumento em 1984 especialmente para o guitarrista Pat Metheny.

3. Harpa laser

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Inventada por Bernard Szajner em 1981, a harpa laser é um instrumento curioso. Constituído por uma série de feixes de laser e ligado a um sintetizador, sampler ou ao computador, o som é produzido pela interrupção das linhas luminosas com as mãos. O músico francês Jean Michel Jarre foi um dos responsáveis por popularizar o instrumento, usando-o em seus shows há mais de três décadas.

 

4. Ukelin

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O nome já dá a dica: o ukelin é uma mistura inusitada entre o ukulele havaiano e o violino. A invenção foi patenteada em 1926 por Paul F. Richter e foi produzida por empresas americanas até os anos 1970. Para tocar o ukelin, usa-se um arco como o do violino, que arranham as 16 cordas arqueadas do instrumento.

 

 

 

5. Sanfona (ou viela de roda)

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Não vale confundir: apesar de por aqui ser comum se referir ao popular acordeão chamando-o de “sanfona”, este nome se refere, na verdade, a um curioso instrumento de cordas. Criada por volta do século 9, a sanfona se parece com um violino acrescido de um pequeno teclado e emite um característico zumbido. Para tocar o instrumento é preciso habilidade: os sons são produzidos ao girar uma pequena manivela ao mesmo tempo em que são pressionadas as teclas de madeira.

 

6. Omnichord

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Quando foi lançado, no início dos anos 1980, o Omnichord era um instrumento dedicado a iniciantes. Isso porque tocá-lo, a princípio, é simples: os sons são produzidos apertando botões enquanto se movimenta o dedo por uma placa sensível ao toque. O que nasceu quase como um brinquedo, acabou virando queridinho de músicos profissionais, e o instrumento já foi parar nos palcos de artistas como Robbie Williams, David Bowie [vídeo abaixo], Bjork e Foster the People.

 

7.  Harmônica de vidro

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O estadunidense Benjamin Franklin, criador do para-raios e das lentes bifocais, é mais conhecido por seus experimentos com a eletricidade, mas sua invenção favorita foi, na verdade, um instrumento musical. Inspirado pelos sons produzidos ao friccionar dedos molhados nas bordas de taças de vidros (conhecido como copofone), Ben criou em 1761 a harmônica de vidro. O princípio é o mesmo: a harmônica possui uma série de vidros semi-esféricos em um eixo de rotação, afinados de acordo o tamanho de cada taça. Para tocar, basta molhar os dedos e deslizá-los pela superfície. O instrumento fez sucesso: Mozart, Beethoven, Tchaikovsky [vídeo abaixo] e vários outros compositores assinaram composições para a harmônica de vidro.

 

8. Teremim

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Inventado pelo russo Léon Theremin em 1919, o teremim foi um dos primeiros instrumentos completamente eletrônicos a serem criados. O aparelho consistede duas antenas de metal que detectam a posição relativa da mão do músico, que controla, sem necessidade de toque, os sons e volume do instrumento. Os movimentos produzem o som fantasmagórico ouvido em faixas clássicas de bandas como Led Zeppelin e, no Brasil, da banda mineira Pato Fu.

 

 

Fonte: https://super.abril.com.br/blog/superlistas/8-instrumentos-musicais-que-voce-provavelmente-nao-conhece/

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Como a tecnologia transformou a indústria da música

acoustic, amplifier, artist

A tecnologia vem transformando absolutamente tudo ao nosso redor. A forma como nos comunicamos, o jeito de consumir conteúdo, o compartilhamento de histórias diárias e, claro, a forma como conhecemos artistas e ouvimos músicas.

Grande parte das inovações mais recentes está voltada para o mercado de entretenimento. Música, filme, fotografia, turismo etc. Tudo se modificou para dar mais possibilidades ao consumidor e abrir novos horizontes para os produtores.

Essas mudanças são alimentadas, em grande parte, pela velocidade com que as informações rodam pelo mundo atualmente. Há pouco mais de cinco anos, era praticamente impossível imaginar que uma música pudesse vazar para todo o mundo antes de seu lançamento oficial. Atualmente, isso é algo banal no mundo da música.

A indústria fonográfica mudou muito com a facilidade de distribuição, comercialização e divulgação. Isso criou novos serviços, novas demandas e, ao mesmo tempo, matou alguns dos antigos hábitos de consumo das ultimas décadas.

A evolução da indústria fonográfica

A evolução da indústria musical se mistura com a evolução das mídias e formatos de distribuição, desde os discos de vinil, passando pelo rádio, as fitas K7 e os CDs, até chegar ao MP3. Se antes, para fazer sucesso, era preciso estar dentro de uma gravadora influente, hoje só é preciso ser bom e, de alguma forma, cair no gosto do público.

Como tudo o que a web já mudou, na música não é diferente: o poder mudou de mãos e, agora, a tendência é que o público dite o que quer ver ou ouvir, e não o contrário. Com isso, ocorreram mudanças na forma com que gravadores trabalham, o que também garantiu acesso de produtores independentes a um enorme público.

O fim dos álbuns

Mas qual foi o grande ponto de virada da indústria? Tudo começou ainda na década de 90, mais precisamente em 1998. Enquanto no Brasil os mais moderninhos usavam discmans (reprodutores portáteis de CDs) para ouvir suas músicas, na Coreia do Sul a Saehan criava o primeiro aparelho para reprodução de MP3.

A portabilidade aliada ao fácil acesso às músicas era a chave para toda uma revolução. Enquanto os CDs exigiam meses de espera para seu lançamento e os discos tinham preços nada camaradas, o MP3 poderia ser baixado em alguns minutos.

Em 2001, o “boom” da mobilidade explodiu. Steve Jobs anunciava o que viria a ser a maior febre da década: o iPod. Ele foi apresentado apenas alguns meses após o lançamento do iTunes, a loja da marca que permite comprar músicas em formato digital.

A inovação estava na velocidade, na comodidade e na economia: sem precisar sair de casa e sem a necessidade de fazer a compra de álbuns inteiros, você poderia curtir suas músicas preferidas, algo nunca imaginado antes.

Os lançamentos saíram das rádios e foram parar na tela do computador. Para ouvir suas músicas no carro ou na hora da ginástica, não era mais necessário comprar discos ou ficar esperando em frente ao rádio para gravar fitas. Com poucos cliques, tudo passou a caber em seu bolso.

O fim da MTV e o início de uma nova era para a música

O encerramento das transmissões da MTV brasileira como canal de televisão aberta marcou o final de uma era e, ao mesmo tempo, demonstra muito bem a forma como a popularização das redes sociais e a internet em geral mudou o consumo de conteúdo musical.

Até o começo dos anos 2000, era preciso esperar a noite de sexta-feira para conferir na programação da MTV o lançamento de determinado videoclipe. Tudo era feito com um enorme suspense: durante a semana, várias chamadas anunciavam a novidade da banda que lançaria o clipe, convidando o público a acompanhar a primeira transmissão do novo conteúdo.

Depois da transmissão, linhas telefônicas ficavam congestionadas de jovens que queriam compartilhar com seu grupo de amigos as primeiras impressões. Quem tinha gravado o clipe em seu videocassete poderia assistir novamente, caso contrário era provável que somente no dia seguinte ele se repetisse.

A mudança começou em 2005, com a criação do YouTube. A rede de compartilhamento de vídeos deu início à grande parte da acessibilidade que temos hoje. Se antes, para ver um clipe, era preciso esperar a MTV transmitir o conteúdo, conferir fitas ou abrir arquivos digitais em discos (que muitas vezes eram vendidos como extras nos CDs de bandas), agora com poucos cliques na tela ele passava a aparecer em seu computador.

Em poucos anos, o YouTube virou um fenômeno e as gravadoras começaram a perceber que ele era um poderoso instrumento para a divulgação de bandas. E foi exatamente nesse ponto que a MTV começou a ficar de lado.

Em 2009, o YouTube já era chamado de “A nova MTV”, algo que foi potencializado ao longo dos últimos anos. Canais exclusivos de gravadoras e grupos de entretenimento, como o VEVO, começaram a priorizar a promoção na internet, levando a exclusividade que antigamente era de rádios e canais de televisão para a web.

Automaticamente, os anunciantes seguiram as gravadoras, transferindo investimentos para canais online. Com isso, o crescimento do YouTube foi inevitável, enquanto alguns veículos tradicionais com o foco em música foram ficando de lado.

Tudo isso é potencializado com a divulgação de conteúdo pelo novo “boca a boca”, que ocorre em compartilhamentos de redes como Facebook e Twitter. Em poucos minutos uma nova música vira o assunto mais comentado das redes, atraindo cada vez mais acessos ou visualizações para os vídeos.

Dessa forma, você pode conhecer em segundos novos artistas ou músicas, o que, antigamente, poderia levar dias, semanas ou até mesmo meses para chegar aos seus ouvidos. Isso gerou mais um novo fenômeno, que são as celebridades instantâneas.

“Um dia, todos terão direito a 15 minutos de fama”

Nunca a famosa frase de Andy Warhol fez tanto sentido: hoje, qualquer pessoa pode fazer sucesso, com ou sem talento. O sucesso quase que instantâneo pode acontecer para qualquer música boa ou apenas canções que grudem na cabeça ou, ainda, para clipes que tenham elementos muito diferentes e até mesmo bizarros.

Exemplos disso são os hits Gangnam Style, o mais recente The Fox (What Does the Fox Say?) e até mesmo o antigo Friday, “eternizado” na rede por Rebecca Black. E não é necessário nem mesmo ter a intenção de fazer uma boa música, seja ela autoral ou não. A música de Bar Mitzvah do jovem Nissim Ourfali virou uma febre no Brasil, algo que inicialmente era apenas uma brincadeira entre sua família.

Mas a grande oportunidade é mesmo para pequenas gravadoras e músicos independentes. Com uma boa estratégia, boas músicas e um pouco de dedicação é possível fazer qualquer faixa rodar o mundo.

Alguns métodos de gravação caseiros já são capazes de entregar resultados muito próximos aos de estúdios profissionais, com um investimento relativamente baixo. Sistemas de monetização, como o Kickstarter, permitem levantar dinheiro para a gravação de CDs, e redes como o MySpace permitem ampliar a divulgação de músicas sem muito trabalho.

Embora não exista uma fórmula do sucesso, é fato: o YouTube hoje é o termômetro da música, de uma forma tão significativa como a Billboard foi nas últimas décadas. Embora a tendência seja de um mercado cada vez mais voltado para a portabilidade, com cada vez mais concorrência e, automaticamente, com carreiras mais passageiras, precisamos esperar para descobrir o que o futuro reserva para a indústria fonográfica.

Sem dúvidas essa projeção inclui uma variedade tão grande de lançamentos que chega a ser inconsumível, além de gerar muitas oportunidades para todos os tipos de produção.

 

 

Fonte: https://www.tecmundo.com.br/musica/45704-como-a-tecnologia-transformou-a-industria-da-musica.htm

 

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Por que o vinil ainda sobrevive como uma boa opção para ouvir música?

Se você cresceu durante os anos 90, sem dúvida deve ter tido alguns discos de vinil em casa. Eles eram grandes e, depois de décadas de hegemonia, começavam a dar lugar para um formato digital e mais compacto: o CD. Em alguns anos, encontrar vinis se tornou tarefa árdua, pois sua fabricação foi interrompida e artistas lançavam apenas na nova mídia.

Com o passar do tempo, os sebos, um tradicional reduto de colecionadores e de quem está em busca de peças raras (ou mais baratas — ou as duas coisas), viraram a casa dos vinis. Atualmente, depois de anos no ostracismo, o bolachão, como são conhecidos os discos nesse formato, tem ganhado o mercado e suas vendas não param de crescer.

Além de discos usados encontrados em sebos, álbuns antigos são relançados em vinil e até mesmo novos trabalhos lançados por artistas ainda na ativa também ganham edições nesse tipo de mídia. Mas por que será que o vinil saiu das catacumbas da indústria fonográfica e hoje é a opção ideal para quem quer ter uma boa experiência sonora?

A qualidade importa?

Estamos na era da música digital e é bem provável que você que está lendo este texto nem se lembre exatamente da última vez em que comprou música. Serviços como YouTube e Grooveshark e álbuns compartilhados em sites de hospedagens ou programas P2P garantem acesso a uma biblioteca musical quase infinita e gratuita.

Podemos citar serviços de transmissão de música que cobram mensalidade por isso, como Deezer e Spotify, que também concorrem com a venda tradicional de músicas (tanto em mídia física quanto em formato digital). Então, a discussão acaba caindo para a questão da qualidade de áudio oferecida em cada um desses métodos.

Serviços de streaming têm um certo compromisso em oferecer áudio de alta qualidade, mas nem sempre isso acontece quando você escolhe baixar um álbum de modo “não oficial” ou escutá-lo no YouTube — mas convenhamos que não é todo mundo que se importa com isso de fato.

Levando a discussão da qualidade para CD e vinil, a diferença entre ambos é basicamente imperceptível para o ouvido humano. Como nós escutamos sons com frequência máxima de 20.000 Hz, qualquer coisa acima disso, seja em um ou outro, não é identificada por nosso aparelho auditivo, deixando a diferença apenas para os gráficos e os detalhes técnicos como os graves e agudos que cada um percebe — e, nesse caso, as caixas de som utilizadas para a reprodução contam muito.

Tendo isso em mente, fica difícil sustentar que a gravação de um vinil apresenta mais qualidade do que a de um CD — lembre-se que estamos falando aqui do porquê de o vinil estar ressurgindo e batendo de frente com outras formas de consumir música pagando por isso.

Vinil: um jeito clássico de escutar música

Se cientificamente falando a qualidade de um CD e de um vinil é a mesma, o que acaba sobrando para explicar o retorno do bolachão é a experiência de uso que ele proporciona. O som da agulha dançando pelas ranhuras do disco, com aquele chiado característico, talvez seja o principal charme de um disco.

Apesar de custar em média muito mais caro do que um CD ou do que um disco digital adquirido em uma loja especializada, as vendas de vinil têm crescido em todo o mundo, o que mostra uma tendência. No Brasil, a participação de mercado desse tipo de mídia também cresceu mais de 30% durante o último ano.

Em outros países, como Inglaterra, Canadá e Estados Unidos, também foi registrado um grande aumento nas vendas, apesar da fatia de mercado do vinil ainda ser pequena se comparada a de outras formas de se adquirir música (apenas 0,8%, mas vale lembrar que, em 2007, era de somente 0,1%).

Quem opta por comprar um vinil o faz porque quer uma experiência diferenciada com a música que está consumindo. O ato de tirar um disco de dentro de sua embalagem, remover a proteção de plástico que o envolve, encaixá-lo no toca-discos, posicionar a agulha e tudo mais é quase um ritual para quem aprecia música e procura uma forma mais íntima de se relacionar com ela.

Um momento dedicado à música

Diferente de um CD ou de outro formato digital, o vinil não permite muitas experiências portáteis — não pelo menos com toda a mobilidade de um discman (alguém ainda usa isso?) ou de um MP3 player/celular.

Isso significa que, sempre que você vai ouvir um bolachão, vai dedicar aquele momento à música. Sem dúvida, essa peculiaridade tem grande influência sobre a experiência com um toque de nostalgia que é colocar um disco na vitrola.

Explorar esse momento único pode acabar sendo a saída de quem trabalha com música, criando um diferencial capaz de fazer valer a pena investir algumas dezenas de reais em uma mídia grande, nada fácil de ser armazenada e um tanto quanto frágil.

Mas não se preocupe: se você prefere continuar baixando músicas pela internet, ouvindo a partir de serviços de streaming, comprando em lojas digitais ou ainda adquirindo CDs em vez de discos de vinil, tudo bem, pois o que vale mesmo é a forma como você percebe e aproveita a qualidade de cada formato.

 

Fonte: https://www.tecmundo.com.br/musica/53065-por-que-o-vinil-ainda-sobrevive-como-uma-boa-opcao-para-ouvir-musica-.htm

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8 CURIOSIDADES QUE QUASE NINGUÉM SABE SOBRE MÚSICA

Música é uma das formas de arte mais difundidas do mundo. Além do entretenimento em si, ouvir música pode também trazer alguns benefícios para seu bem-estar. A música não só ajuda a relaxar, mas também pode servir de estimulante para as atividades físicas.

Existem algumas coisas que nem todo mundo sobre o  mundo da música. Por exemplo: desde a década de 50, muitos psicólogos tentaram explicar o poder da música, comparando a apreciação musical com a fala. Afinal, tanto para o entendimento da música quanto do discurso é necessária a capacidade de detectar sons, em seu nível mais primitivo.

Confira 8 coisas que você não sabia sobre música:

1. Ouvir música triste provoca mais saudade do que tristeza

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Adora ouvir músicas tristes? Um novo estudo japonês descobriu que músicas lúgubres podem evocar boas emoções e principalmente saudade. Segundo ele, experimentar a tristeza através da arte é, na verdade, uma sensação agradável.

Um outro estudo de 2011 da Universidade de Groningen descobriu que ouvir canções tristes ou alegres pode não só alterar suas emoções como mudar sua percepção do que outras pessoas estariam sentindo. Saudade foi o principal sentimento apontado pelos objetos de estudo.

2. Refrões repetitivos são a chave para uma música de sucesso

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Na música, assim como na vida, tudo é uma questão de perspectiva. Quando Michel Teló dominou as paradas com “Ai, se eu te pego”, exércitos de críticos do cancioneiro nacional se mobilizaram para criticar o intérprete (e os inúmeros autores) da canção pela pobreza da letra.

De lá pra cá, diversas músicas com refrões repetitivos de onomatopéias acabaram fazendo sucesso. Esse modo de compor música não é exclusivo do Brasil sendo utilizadas por cantores de destaque mundial. “As letras desse tipo em canções de consumo ajudam o público a lembrar da música e cantar junto. É muito mais fácil vender”, afirma a pesquisadora Beatriz Gil, da Universidade de São Paulo (USP).

3. Nós não tiramos determinadas canções da cabeça por ouvi-las em excesso

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O chamado “efeito de exposição” é quando nós escutamos uma música em excesso. Devido a esse efeito muitas pessoas acabam “forçadamente” gostando de determinada música. Entretanto, existe uma grande exceção. No final do processo, a grande exposição a determinada canção pode produzir o efeito contrário: repulsa.

4. Música favorita

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Rebecca Webb e Alexandra Lamont, pesquisadoras da Universidade de Keele, no Reino Unido, concluíram que escolhemos nossa música favorita por conta de eventos de intenso envolvimento emocional. Os resultados de suas pesquisas revelaram que a escolha tem muito a ver com as motivações pessoais dos ouvintes e com suas histórias relacionadas com suas músicas favoritas.

5. Inteligência

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Em um experimento com 144 crianças, pesquisadores da Universidade de Toronto, no Canadá, concluíram que as crianças que participaram de grupos com aulas de música exibiram aumentos de QI e melhor desempenho acadêmico. Novas pesquisas também mostram que o cérebro de músicos é desenvolvido de tal forma que os deixam mais alertas, dispostos a aprender e calmos.

6. Música faz você gastar mais dinheiro

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Em bares, aumentar o volume da música eleva o consumo de álcool. Já em lojas de flores, músicas românticas provocam aumento das vendas. É o que mostram pesquisas feitas por cientistas da Universidade Bretagne-Sud, na França.

7. Aquele “arrepio” que sentimos quando escutamos uma música boa

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Quando estamos ouvindo uma música, algo não muito raro pode acontecer: Podemos sentir arrepios ou calafrios. Essa sensação acontece basicamente em nosso cérebro e os pesquisadores Marcus Pearce e Elvira Brattico, ambos neurologistas, passaram vinte anos tentando estabelecer a ligação entre a música e as atividades cerebrais, o que poderia explicar o frisson que sentimos quando ouvimos determinados estilos musicais.

Em contrapartida aos 20 anos de estudo realizado pela dupla, a Valarie Salimpoor, pesquisadora canadense da Universidade de McGill, reuniu um grupo de pessoas para realizar um teste. Cada uma levou ao experimento duas canções que causassem arrepios. Como os estilos musicais eram muito diversificados, o resultado da pesquisa ficou incerto. O que Valarie pode logo perceber é que, mesmo com as diferenças do tipo de música, todos obtiveram a mesma resposta cerebral aos estímulos auditivos apresentados.

8. As vacas produzem mais leite quando escutam música relaxante

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Esse fato estranho foi relatado pela BBC em 2001. Ouvir música relaxante pode fazer com que as vacas produzam mais leite. O estudo envolveu 1.000 vacas que foram expostas a músicas rápidas, lentas e também sem música durante 12 horas por dia durante um período de nove semanas.

Ao ouvir a música lenta (por exemplo, “Everybody Hurts”, do REM) as vacas produziam 3% mais leite por dia do que quando elas escutavam músicas rápidas (por exemplo, “Space Cowboy”, de Jamiroquai).

“Música calma pode melhorar a produção de leite, provavelmente porque ela reduz o stress,” afirma Adrian North, médico que realizou o estudo.

 

Fonte: https://www.fatosdesconhecidos.com.br/8-coisas-que-voce-nao-sabia-sobre-musica/

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A música clássica reduz o estresse em nossos animais

Da mesma forma que os humanos, os animais reagem à música.Dependendo do estilo, suas reações variam.

Se escutarem uma música pesada como o heavy metal, por exemplo, o cão terá uma reação enlouquecida. Se pusermos pop, rock ou outra, é muito provável que fiquem indiferentes, mas diante da música clássica, nosso animal relaxará.

Efeitos da música clássica

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Na Universidade do Colorado (Estados Unidos) foi feito um estudo sobre o efeito da música nos animais. Os estudos demonstraram que, como bem comentamos antes, há muitos estilos musicais que não geram nenhum efeito nos animais, mas a música clássica os relaxa em grande maneira, chegando a acalmar os quadros de estresse.

Conforme afirmam vários cientistas, é bom deixar o rádio ligado em casa enquanto os donos estão ausentes. Por isso, 53% dos americanos deixam seus animais com música em casa enquanto estão no trabalho.

Há creches caninas que utilizam a música clássica para relaxar os animais antes dos treinamentos.

Devido ao uso contínuo da música na terapia para animais, isso ficou conhecido como musicoterapia, e ela é utilizada em casos precisos, como estes:

  • Ansiedade por separação de seus donos.
  • Antes de ir ao veterinário.
  • Antes de ir ao Pet Shop.
  • Quando se recebe visita em casa.
  • Quando há tempestade, ou pirotecnia.
  • Quando sabemos que os cães vão passar por uma situação de estresse.

Falando da parte física, a música clássica retarda a respiração e reduz de modo considerável os batimentos do coração, o que favorece o relaxamento e, consequentemente, tranquiliza o nosso amigo peludo.

Deixe-o escolher

É bem possível que você não goste de música clássica e tudo o que estamos te contando não te parece útil. Mas o certo é que, assim como os humanos, os animais têm seus próprios gostos e, segundo os estudos realizados em várias universidades de prestígio, seu pet já escolheu: Ele gosta de música clássica.

Lembre-se que um cão não é uma propriedade privada que tem que fazer tudo o que o dono lhe pede, é seu amigo. Não é verdade que você ama aos seus amigos, embora eles tenham gostos diferentes dos seus? Não é verdade também que você não os obriga a gostarem das mesmas coisas que você? Portanto, também não obrigue o seu animal de estimação a ter os mesmos gostos que você.

Quando e como colocar a música clássica

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Daremos a você algumas dicas sobre momentos precisos nos quais você poderá colocar alguma música clássica para o seu cão, mas o certo é que há outros muitos momentos em que você também poderá fazê-lo.

Qualquer momento do dia é bom, especialmente quando você não estiver em casa. Deixe um rádio com música clássica para que o seu animal se liberte da ansiedade de te ver sair e para que também se sinta acompanhado.

Você deve estar se perguntando que tipo de música clássica é a melhor. Embora seja certo que qualquer música clássica pode agradar ao seu animal, desenvolveram-se música específicas para os animais.

Trata-se de coleções de música clássica desenhadas especialmente para animais e nas quais, às vezes, até se incluem sons da natureza, como o cantar dos pássaros, a brisa movendo as folhas das árvores…

Não pense que você deverá colocar headphones em seu cão. Será suficiente que você deixe um pequeno rádio. Assim que o animal escutar a música, a música clássica que ele tanto gosta, ele a reconhecerá e começará a sentir mais relaxado.

Não resta dúvidas de que a música é uma linguagem universal que inclui também a nossos companheiros de “lar”, os animais. Se você gosta de música clássica e, além disso, está disposto a seguir os nossos conselhos para que seu o seu cão a escute, se criará um vínculo muito especial entre vocês.

Porque a música não só alimenta a mente, mas também a alma.

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Musicoterapia: conheça algumas terapias feitas com música

A vibração do gongo, a delicadeza da lira, a refinada taça tibetana… Descubra alguns instrumentos musicais que podem ser importantes aliados nas terapias

Passarinhos cantando numa manhã de domingo. O barulhinho da chuva na hora de dormir. As buzinas insistentes que tornam o trânsito ainda mais desagradável. Estejamos ou não conscientes, vivemos imersos numa partitura sonora que influi positiva ou negativamente em nossa saúde física, mental e emocional. Se não podemos controlar os ritmos externos que desarmonizam a vida, a boa notícia é que existem terapias que tiram partido de acordes agradáveis para nos devolver o bem-estar.

“É possível tratar dores, aliviar o estresse e a ansiedade, restabelecer o equilíbrio do sistema endócrino, melhorar as dores de cabeça e ainda equilibrar e limpar os centros energéticos do corpo por meio do som”, afirma o musicoterapeuta Diogo Camargo, de São Paulo. “Instrumentos específicos, como taças tibetanas, tingshas, gongos e mesa lira, entre outros, possuem uma variedade de harmônicos [sons simultâneos com base em uma nota musical fundamental, mais intensa] que são capazes de massagear cada célula do nosso corpo”, completa.

No livro Emotion and Meaning in Music (sem tradução brasileira), Leonard B. Meyer, americano estudioso do tema, parte do pressuposto da física quântica de que toda matéria estaria em constante vibração para explicar por que determinados tipos de som podem nos beneficiar. Segundo ele, se tudo o que vibra possui uma frequência – número de oscilações por segundo –, cada órgão do nosso organismo possuiria a sua. Ao emitir o som de um instrumento com essa mesma frequência, ondas sonoras e células entrariam em ressonância, reverberando um estado de saúde por todo o organismo. Da mesma forma, seria possível descobrir áreas doentes do corpo. “Por exemplo, quando manipulo o instrumento tingsha, que tem o toque de um sino, o órgão que está sendo trabalhado reage aos padrões de compressão e dilatação causados pelas ondas sonoras. Se há algo errado, a frequência é alterada, e os harmônicos oscilam”, explica o terapeuta sonoro paulistano Peterson Menezes.

Utilizar o som como ferramenta para promover a saúde e o bem-estar é uma prática antiga. Por volta de 340 a.C., Alexandre, o Grande, costumava deitarse ouvindo a lira para dissipar o estresse das batalhas. Na cultura helenística, na mesma época, a flauta era usada para atenuar a dor ciática e a gota. Na Bíblia, o Velho Testamento conta que, quando Davi tocava sua harpa, a depressão do rei Saul se esvaía. Se os exemplos históricos não convencem os céticos, alguns estudos dão sustância à ideia de que o som pode ser um poderoso aliado. Em 1787, o físico alemão Ernst Chladni provou que, submetidos às ondas acústicas de um arco de violino, grãos de areia formavam imagens harmônicas ou caóticas, dependendo da altura da nota a que eram submetidos. O médico, físico e músico alemão Hans Jenny fez uma experiência parecida em 1960. Ele fotografou tipos de pó, semissólidos (como mercúrio) e líquidos sob a influência de sons distintos. As mesmas imagens – geométricas e cheias de beleza ou feias e assimétricas – apareceram, dependendo, entre outros fatores, da frequência do som emitido.

O fato de sermos compostos de cerca de 70% de água nos torna privilegiados para receber os benefícios das ondas sonoras, pois elas se propagam em meio líquido. Não basta, porém, comprar os instrumentos e manipulá-los a esmo para se obter os efeitos terapêuticos. Para isso acontecer, é necessário um toque na frequência, no ritmo, no volume, na altura e na intensidade adequados à parte do corpo que se quer trabalhar. Os terapeutas costumam consultar tabelas como a védica, a indiana e ainda outras para checar essas informações. “Ainda assim, não é uma ciência exata”, afirma o educador musical e terapeuta Marcelo Petraglia, da capital paulista. “Cada pessoa tem uma memória sonoraemocional própria. O terapeuta precisa estudá-la, conversando com o paciente ou submetendo-o a questionários para só então fazer um tratamento personalizado. Com base nisso, ele descobrirá os instrumentos e as formas de tocá-los mais apropriadas a cada caso”, completa.

Banho de gongo

Há indícios da existência do gongo – cujas propriedades revigorantes o tornam um dos mais estimados entre os terapeutas sonoros – desde a Idade do Bronze, por volta de 3 300 a.C. “A frequência da sua onda sonora costuma ser bem espaçada. Isso lhe confere o poder de reverberar dentro das células, limpando o corpo de padrões vibratórios negativos”, afirma Peterson Menezes, um dos poucos brasileiros a fabricar o instrumento em grandes dimensões (acima de 80 cm).

Ao contrário do que os filmes de artes marciais nos levam a crer, no entanto, o volume de um gongo não é necessariamente alto. Ele se parece mais com um vento, com um som em cascata. “A frequência depende também do seu tamanho. Cada nota age numa estrutura do corpo humano, e a forma como se toca e por quanto tempo variam de acordo com o objetivo terapêutico”, completa Peterson.

O chamado banho de gongo seria justamente a imersão nas ondas sonoras do instrumento, indicadas para fortalecer o sistema nervoso e atuar no alívio de doenças como a depressão e a síndrome do pânico. O paciente pode tanto ficar de pé na frente do instrumento, como de costas para ele ou deitado. Maria Regina Quintino, aposentada, 60 anos, faz análise para se tratar da depressão, mas complementa o tratamento com a terapia sonora: “Estou tomando o banho há seis meses, a cada quinze dias. Venho me sentindo mais leve e com mais pensamentos positivos”, relata.

Outra experiência singular é participar de um concerto meditativo coletivo. O terapeuta sonoro Daniel Ramam, do Rio de Janeiro, explica: “Os pacientes ficam deitados e recebem as ondas sonoras de taças tibetanas, gongos, taças de cristal, didgeridoo, entre outros. As vibrações circulam entre as pessoas, gerando um ambiente de saúde e harmonia”.

 

Mesa Lira

 

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Mais conhecida pela expressão em inglês, monochord table, a mesa lira é uma grande caixa de ressonância (sobre a qual é possível deitar-se) suspensa por pés de madeira e embaixo da qual existem 42 cordas de aço afinadas, na maioria dos casos, em ré (os terapeutas costumam preferir a nota por ter uma tonalidade grave e criar várias notas afins harmônicas). Sua origem é controversa. Alguns acreditam que ela seja parente do instrumento monocórdio, inventado, segundo alguns estudiosos, pelo matemático Pitágoras por volta de 500 a.C. Outros discordam do parentesco e creditam tanto a criação da mesa quanto o seu desenvolvimento para propósitos terapêuticos ao musicoterapeuta suíço Joachim Marz, nos anos 1980. O que é unânime, porém, entre os terapeutas do som é o potencial do instrumento para desbloquear tensões, realinhar os centros de energia do corpo e atuar nos sistemas metabólico e neurossensorial. “As muitas cordas afinadas no mesmo tom formam um especial e poderoso campo de harmônicos, que vibra frequências benéficas para todo o organismo”, conta o terapeuta Marcelo Petraglia, que introduziu a terapia com a mesa lira no Brasil em 2002.

“Outro benefício da mesa é que, como o paciente fica deitado sobre ela, os sons atravessam o corpo inteiro e passeiam pela coluna vertebral, distribuindo-se de forma equânime”, afirma o musicoterapeuta Diogo Camargo. O dentista Sérgio Fernandes, 43 anos, experimentou outras terapias sonoras, mas só na mesa lira encontrou alívio para as dores de cabeça: “O som é bastante forte e poderoso. Percorre a espinha dorsal de cima a baixo. Depois de quatro meses de terapia, consegui, enfim, me livrar dos analgésicos”.

 

Taças tibetanas

 

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Acredita-se que a prática terapêutica com taças tibetanas (vasilhames semelhantes a cuias) tem origem na cultura xamanista Bön, na Idade do Bronze. Esse povo vivia na região dos Himalaias e empregava os sons das taças, compostas predominantemente de cobre, para promover a saúde da comunidade.

“O propósito da terapia é fazer o paciente relaxar e, assim, despertar o poder autocurativo do corpo”, afirma a terapeuta sonora Regina Santos, do Rio de Janeiro. As vibrações produzidas pelo instrumento induzem o paciente a estados alterados de consciência, onde se geram ondas alfa e teta. Essas ondas são formadas naturalmente pelo cérebro quando estamos relaxados, em meditação, ou em sono superficial, respectivamente.

Os tipos e os tamanhos das taças variam de acordo com o método de trabalho utilizado pelo terapeuta. Na metodologia desenvolvida pelo engenheiro e pedagogo alemão Peter Hess – depois de realizar investigações biofísicas com monges no Nepal e na Índia, nos anos 1960 –, são três peças principais: a taça da bacia (29 cm de diâmetro), indicada para o tratamento de abdome, baixo-ventre, costas e quadris; a taça do coração (17 cm), para pescoço, coração e cabeça; e a taça universal (21 cm), recomendada para os membros e as articulações. Durante a massagem, enquanto o paciente está deitado, o terapeuta tanto pode mover e tocar as taças no ar, por cima do corpo dele, ou posicioná-las na área a ser trabalhada.

A pedagoga Fernanda Casilaro, 36 anos, é adepta do tratamento há três anos. “Eu sentia muitas dores na coluna, mas os exames pedidos pelo fisioterapeuta não apontavam nada. Com a massagem das taças, as dores sumiram. Acho que elas eram resultado do estresse e que eu só precisava relaxar e harmonizar as energias do corpo para me livrar delas”, conta.

Em sua tese de doutorado, finalizada em 2006, a pesquisadora alemã Christina Koller acompanhou 201 pessoas, com idades entre 21 e 78 anos, na Alemanha, na Suíça e na Áustria, que se submeteram a cinco massagens sonoras com as taças tibetanas, no período de uma semana. Ela aplicou questionários para medir a saúde física, mental e emocional dos participantes antes e depois de serem submetidos à terapia. Chegou à conclusão de que as pessoas obtiveram benefícios como diminuição do estresse e reforço de uma imagem corporal positiva. E mais ainda: ao aplicar os questionários cinco semanas após o tratamento, confirmou que os pacientes haviam mantido esses benefícios. Pode-se dizer que a paz se mantém para além da prazerosa hora ou hora e meia (dependendo da técnica empregada) de som-terapia.

Sequência de exercícios para manter a tranquilidade

Preparação: Sente-se confortavelmente, com os joelhos separados e a coluna ereta. Inspire e expire profundamente. Duração: 3 min.

Exercício 1: Ao inspirar e expirar, preste atenção ao som da passagem do ar pelas narinas. Se não for possível ouvi-lo, respire de forma um pouco mais forte, mas não por muito tempo. A ideia é perceber o som da sua respiração natural. Duração: 10 min.

Exercício 2: Com a boca fechada, busque relaxar a garganta, expandindo-a. Na hora de inspirar e expirar, faça o ar friccioná-la. Esse movimento provoca um som parecido com o de uma onda no mar. Você deve se concentrar nesse som e voltar a ele pacientemente toda vez que a sua mente se distrair com pensamentos. Duração: 3 min.

Exercício 3: Concentre-se nos sons do ambiente. Procure ouvir os mais próximos (o vento que entra pela janela, por exemplo) e os mais distantes (sons de pássaros, movimentos da rua etc.). Tente não formar julgamentos sobre esses sons, se são bons ou ruins. Apenas sinta-os e permaneça concentrado no presente. Duração: 10 min.

Exercício 4: Com o corpo relaxado e a coluna ereta, concentre a sua atenção na região peitoral até começar a ouvir as batidas do coração. Ouça-as com serenidade e atenção. Duração: 3 min. exercício 5: Inspire profundamente, enchendo primeiro a barriga com o ar, depois o tórax e, por último, a região dos ombros. Abra bem o maxilar e solte o ar emitindo o som do mantra “Om” até a barriga se esvaziar. Procure vocalizar a mesma quantidade de O e de M. Duração: nove repetições.

FONTE

Notícias, Novidades

Qual tipo de música é mais popular no Brasil?

De norte a sul do Brasil, não deu outra: hits de pagode dominam as listas de mais pedidas nas principais rádios do país. Junto com o sertanejo, o segundo gênero mais popular, o pagode domina o ranking em rádios FM de São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Salvador, Brasília, Fortaleza e Belém. E não é por acaso, já que os dois ritmos mais ouvidos são genuinamente brasileiros. O pagode surgiu no Rio de Janeiro nos anos 70, em festas que combinavam bebida, feijoada e, claro, samba. Já a música sertaneja nasceu no interior de São Paulo na década de 1920, quando ainda era chamada de caipira. De lá para cá, deixaram de agradar apenas a um grupo específico e caíram nas graças do povo.

O POVO QUER OUVIRNo ar, as mais pedidas nas rádios do Brasil*

32% PAGODE

Os pagodes românticos são os preferidos dos ouvintes brasileiros. E o cantor Belo, depois de amargar alguns anos na cadeia, voltou com força total com a música “Tudo

Mudou”, de seu último disco, Primavera, lançado em 2009. Ele aparece nos top 5 de cinco das dez rádios pesquisadas, dominando as primeiras posições no Rio de Janeiro, em Porto Alegre e em Salvador

20% SERTANEJO

Atualmente, o pagode lidera o ranking das mais pedidas, mas, em 2009, o gênero mais tocado foi o sertanejo, nas vozes de João Bosco e Vinicius, Victor e Leo, Cesar Menotti e Fabiano, Fernando e Sorocaba, entre outros. As duplas são os expoentes do gênero sertanejo universitário, que neste ano ganhou a companhia do furacão Luan Santana

16% INTERNACIONAIS

“Alejandro”, de Lady Gaga, é a primeira nas rádios de São Paulo e também aparece no ranking de Porto Alegre. Justin Bieber entra no top 5 dos paulistas, com “Baby” e “One Time”. Já no ano passado, a lista era bem diferente. As mais tocadas foram “Boom Boom Pow”, do Black Eyed Peas; “I’m Yours”, de Jason Mraz; e “Halo”, de Beyoncé

14% POP/ROCK NACIONAL

NX Zero carrega nas costas o desempenho do rock brasileiro nas rádios. A banda também é uma das recordistas de dowloads pagos no Brasil – mais de 100 mil só em 2009. Sandy aparece na lista de Belo Horizonte, e Paula Fernandes é uma das mais pedidas em Brasília

10% FORRÓ

Em Fortaleza e em Belém, o forró domina as paradas. Garota Safada, Forró do Muído e Desejo de Menina são três das bandas mais pedidas na capital do Ceará, uma das cidades com mais tradição no gênero musical

4% AXÉ

Aparece entre as mais pedidas de Salvador e Belém. Psirico, com “Firme e Forte”, e Cláudia Leitte, com “Famosa”, estão no topo. O fênomeno do “Rebolation”, do grupo Parangolé, também não fica de fora. Em 2009, o gênero era representado pela baiana Ivete Sangalo com a música “Agora Eu Já Sei”

2% RAP

O Sampa Crew é o único representante do gênero na lista. Em Salvador, eles ocupam o segundo lugar no top 5 das mais pedidas. Bem diferente do rap original, que surgiu na Jamaica e ganhou as periferias dos EUA, o grupo brasileiro aposta em uma mistura de rap romântico com charm, funk e soul

2% FUNK

O único funk da lista só estava nas mais pedidas de uma rádio carioca. Depois da febre do “Cerol na Mão”, do Bonde do Tigrão, e do “Melo do Créu”, de MC Créu, sucesso em 2005, os funkeiros têm que se contentar com a música “Chantilly”, do cantor Naldo

– De cada dez CDs vendidos no Brasil, metade são cópias falsas. Em 2009, foram retirados do mercado 45,53 milhões de CDs e DVDs piratas

FORMATO MUSICAL
A música em MP3 está em alta, mas os já nostálgicos CDs ainda movimentam o mercado no BrasilFORMATO DIGITAL11,9%

DVDS E BLU-RAY*

28,1%

CDS

60%

CAMPEÕES DE DISCOS
Sertanejos e religiosos foram os recordistas em vendas em 2009263.602 CÓPIASPADRE FÁBIO DE MELLO

ÁLBUM Iluminar

GÊNERO Religioso

261.483 CÓPIAS

ZEZÉ DI CAMARGO & LUCIANO

ÁLBUM Zezé Di Camargo & Luciano (2008)

GÊNERO Sertanejo

239.151 CÓPIAS

BEYONCÉ

ÁLBUM I Am… Sacha Fierce

GÊNERO Internacional

206.402 CÓPIAS

ROBERTO CARLOS

ÁLBUM Elas Cantam Roberto Carlos

GÊNERO MPB

205.877 CÓPIAS

VÁRIOS

ÁLBUM Promessas

GÊNERO Religioso

* Pesquisa realizada em dez rádios brasileiras em julho de 2010: Jovem Pan FM (SP), Transamérica (SP), FM O Dia (RJ), Beat 98 (RJ), Cidade (RS), BH FM (MG), Piatã FM (BA), Mega FM (DF),FM 93

FONTE Ecad; Havocscope.com; Associação Brasileira dos Produtores de Discos (ABPD); International Federation of the Phonographic Industry (IFPI); Sony Music; Som Livre; International Intellectual Property Alliance

Novidades

Trilha Sonora

A música é reconhecida há muito tempo como uma arte peculiar, pois pode incentivar certas atitudes ou despertar algumas emoções particulares nos que a ouvem. Com seu potencial sensibilizador, tornou-se ferramenta essencial na construção da técnica narrativa em todas as tradições culturais, sendo assim conectada intimamente à produção e emissão da simbologia desejada.
Pode-se afirmar, portanto, que a trilha sonora consiste na instrumentalização da música e das sonoridades como fatores fundamentais na criação de uma história, seja qual for o veículo que irá transmiti-la – cinema, teatro, televisão, entre outros. É a totalidade das composições musicais apresentadas em uma película cinematográfica, nos programas televisivos, em videogames, etc. Esta definição abrange a música original, ou seja, aquela elaborada exclusivamente para uma produção artística; ou determinadas criações musicais e trechos de obras que já circulavam antes deste trabalho específico.

Desde o século XIX as películas cinematográficas são exibidas com o acompanhamento de orquestras ou pianos, principalmente na época do cinema mudo, quando os únicos sons produzidos eram os acordes tocados por um pianista ou pelos instrumentistas de uma orquestra.

Não há um consenso sobre a melhor forma de se conjugar o cinema e a música. Enquanto determinados pesquisadores acreditam que os sons devem se restringir a sua tarefa utilitária e, portanto, precisam estar sujeitos a critérios que definam seu nível funcional, outros consideram a música cinematográfica como um meio de expressão particular, com qualidades e normas estéticas intrínsecas. A trilha sonora não é, assim, secundária a nenhum outro elemento da produção, direção de arte, roteiro, etc.

Muitas vezes, por desconhecimento destas peculiaridades; pelos interesses que regem o mercado e impõem um número abusivo de gravações, ou a carência de recursos para produzir uma música de qualidade; ou até mesmo pela ignorância da técnica cinematográfica, gera-se uma trilha sonora artisticamente desprovida de valor. Estas inquietações devem ser igualmente estendidas às músicas que se ligam a outros veículos artísticos, como o teatro e a televisão.

A trilha sonora mais elaborada é a que torna a narrativa mais densa e rica, harmonizando-se com as outras técnicas cinematográficas e gerando uma experiência emocional original. Ela extrai o melhor de compositores clássicos, das suas criações menos conhecidas, que se transformam em peças célebres ao serem ouvidas em determinadas produções; ou é composta pelos frutos mais significativos dos instrumentistas modernos, que muitas vezes conhecem a fama quando têm seus nomes associados aos mestres do cinema.

Compor uma trilha sonora exige que os responsáveis por ela meditem com cuidado sobre seu desenvolvimento e manejem ferramentas e recursos teóricos compatíveis com o trabalho que está sendo empreendido. Uma produção bem realizada – ao equilibrar cuidadosamente o som, a imagem e as falas dos personagens – permite que a música imprima o caráter de um filme, a sua face específica, seja qual for o estilo musical empregado nesta obra.

Algumas canções são inseridas na gravação da trilha sonora de um filme sem necessariamente terem sido produzidas para essa obra em particular, ou sem que mesmo tenham sido tocadas ao longo do filme. Elas são como coadjuvantes em meio às músicas mais importantes, que realmente definem esta produção.

Fontes
http://pt.wikipedia.org/wiki/Banda_sonora
http://www.animamusic.com.br/ex_apostila.pdf

Novidades

Música faz bem a saúde do coração e proporciona alegria e bem-estar

A escolha do acorde certo é fundamental para o sucesso do tratamento

Que a música faz bem ao corpo e a mente, todo mundo sabe (ou já sentiu). Você ouve um acorde ali, outro acolá e em poucos segundos é tomado por emoções que acalmam fazem você viajar no tempo e relaxar.

Novidades

Como surgiram os diferentes ritmos latinos?

Quase todos, com exceção da salsa e do tango, nasceram da mistura de danças e ritmos herdados da Europa e da África. Essa história começou na França de Luís XIV (1643-1715). Dos animados bailes promovidos por ele no Palácio de Versalhes, a contradança francesa – uma espécie de quadrilha que divertia os nobres da época – foi importada pela corte espanhola e depois rumou para colônias no Caribe, como Cuba, Haiti e República Dominicana. A outra grande influência na criação dos ritmos caribenhos veio dos escravos que os colonizadores traziam da África para a América. Das tribos africanas, dois grandes grupos étnicos foram especialmente explorados como mão-de-obra: os bantos e os iorubás, que habitavam regiões onde ficam hoje Nigéria e Camarões. Além da força de trabalho, os primeiros africanos que chegaram ao Caribe trouxeram seus tambores e danças religiosas.

No século XVIII, escravos da região começaram a unir essas várias heranças culturais, criando a contradanza criolla, que misturava a contradança européia com instrumentos musicais e expressão corporal de origem africana. A partir de meados do século XIX, uma das colônias que se destacaram pela riqueza dos novos ritmos produzidos foi Cuba, que logo se tornaria a principal exportadora de sons e danças caribenhas. Isso porque, além da variedade rítmica ali desenvolvida, o país também atraiu um grande número de turistas dos Estados Unidos até a primeira metade do século XX. “A cultura popular cubana foi muito divulgada com a ajuda do cinema e dos americanos antes da revolução que levou Fidel Castro ao poder em 1959. E, depois disso, passou a ser muito pesquisada”, diz a percussionista Glória Cunha, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). A partir daí, rumba, chá-chá-chá, merengue e muitos outros estilos latinos se espalharam, elevando a temperatura dos salões no mundo inteiro.

Baile continental A América Latina deu ao mundo um banquete de estilos musicais1. Cumbia

Criada no seio da comunidade negra colombiana, a cumbia se desenvolveu principalmente na costa atlântica do país. Conhecida como “dança dos escravos”, ela exige a máxima sincronia do par de dançarinos, que precisam manter os pés de um na frente dos do outro durante todo o bailado. A cumbia sofreu tanta influência dos ritmos cubanos que atualmente é difícil distingui-la da rumba. E não foi só a música que absorveu essa herança, já que alguns passos da cumbia lembram um pouco a salsa cubana

2. Tango

O estilo apareceu nos subúrbios de Buenos Aires, por volta de 1880. Sua origem é a fusão de ritmos hispânicos, como o flamenco, com a milonga, uma dança que já existia na Argentina e que, por ser extremamente sensual, tinha reputação duvidosa. Inicialmente alegre, o tango mostrou sua faceta melancólica graças às tristes canções gravadas pelo ídolo popular Carlos Gardel nas primeiras décadas do século XX. Sua base musical concentra-se em piano, violino e bandônion (um tipo de acordeão)

3. Salsa

Apesar de ter raízes na ilha de Fidel Castro, a salsa surgiu em Nova York na década de 60. Foi o músico porto-riquenho Izzy Sanabria quem teve a idéia de unir vários ritmos cubanos ao jazz para criar um som que agradasse aos imigrantes de língua espanhola que viviam nos Estados Unidos. Uma banda de salsa comporta de 10 a 14 músicos tocando piano, baixo, trompete, saxofone e percussão variadíssima – enquanto a dança em si usa os mesmos passos da rumba e do mambo em cadência mais rápida

4. Merengue

Desde 1930, o merengue é reconhecido como ritmo e dança nacionais da República Dominicana. No entanto, suas origens pertencem também ao Haiti, onde ele é tocado mais lento. Por volta de 1800, o ritmo já havia se espalhado por outros países da América Latina, como Venezuela e Colômbia. A estrutura musical baseia-se em instrumentos de corda, como o violão, percussão e acordeão. A dança, que sofreu grande influência africana, tem movimentos ritmados dos quadris e da pélvis

5. Conga

Depois de ter nascido como um ritmo para brincar na rua, como no nosso carnaval, a conga ficou conhecida nos Estados Unidos como dança de salão, com a ajuda do músico e ator cubano Desi Arnaz, marido da comediante Lucille Ball e co-astro da série de TV I Love Lucy. Após conhecer seu auge na década de 30, o estilo amargou um certo esquecimento. Como tantos outros ritmos latinos, seu molho principal vem de instrumentos de percussão, enquanto os passos consistem, basicamente, em chutes para os lados e pequenos saltos para a frente e para trás

6. Rumba

Criada a partir da influência de ritmos espanhóis e africanos durante a colonização do país, a rumba foi um dos primeiros estilos musicais latinos a romper fronteiras e se popularizar nos Estados Unidos, uma trajetória que começou no início do século XX. Um dos instrumentos mais importantes para marcar o compasso é a clave, formada por duas peças cilíndricas de percussão batidas uma na outra. Para dançar rumba é preciso ter boa cintura, pois sua marca registrada é o movimento acelerado e sacolejante dos quadris

7. Chá-chá-chá

Depois de criado em 1948 pelo violinista cubano Enrique Jorrín, o estilo foi popularizado na Europa e nos Estados Unidos por um professor de dança inglês chamado Pierre Margolie. Em uma visita a Cuba, Margolie teve contato com o ritmo e adotou alguns passos extras do mambo para criar um novo tipo de coreografia, mais lenta e mais fácil de dançar que o próprio mambo – o que ajudou a torná-la sucesso entre branquelas de cintura dura

8. Mambo

Descendente direto da rumba, o mambo começou sua expansão internacional ao ser apresentado aos americanos pelo músico cubano Pérez Prado na década de 40. Nos anos 50, o ritmo conquistou Nova York e era tocado por band leaders como Tito Puente, Machito e Tito Rodrigues nos clubes mais sofisticados da cidade. O mambo pode ser dançado separadamente ou por casais – em dupla, porém, é preciso manter uma ligeira distância para que os quadris possam acompanhar o ritmo das maracas, um tipo de chocalho

FONTE

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