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Como as plantas reagem à estímulos musicais?

O assunto definitivamente não é novo, e certamente todos os entusiastas de plantas já pensaram em recorrer à música para fazer suas mudas crescerem mais. Porém, qual é o real efeito da música nas plantas?

No cérebro humano, ouvir música ativa o hipocampo, área cerebral responsável pelas memórias e o córtex frontal e inferior, o que permite associar a música a momentos felizes ou tristes. Quando a música é aprendida e tocada, o estímulo é no lobo frontal, ou seja, córtex motor e sensorial, ajudando com a coordenação motora, percepção e com o controle do estresse e ansiedade.

Com as plantas não é diferente, já que elas possuem a capacidade de identificar predadores e assim, liberar químicos que afastem o perigo, ou então aumentar a produção de néctar ao ouvir o bater de asas de uma abelha. Como isso é feito? Por meio de vibrações. E a música é exatamente isso, vibrações complexas e organizadas, que por meio de frequência e intensidade podem modificar organismos, como observado pelo pesquisador suíço Hans Jenny na década de 70.

Os estudiosos Mary Measures e Pearl Weinberger comprovaram que, sob condições de germinação corretas, plantas podem responder a estímulos sonoros que influenciam diretamente em seu crescimento. Mas então, qual tipo de música é a melhor?

Apesar de controvérsias, há um consenso entre todas as pesquisas: não é o estilo musical, mas sim a frequência e o tempo de exposição, combinados com o nível de desenvolvimento da planta e ambiente, que influenciam no crescimento. Também é importante levar em consideração a qualidade estrutural da melodia. Colocar música para a planta “ouvir” pelo mesmo período de tempo todos os dias é uma ótima forma de deixá-la estimulada o suficiente, assim como acontece com os humanos, e talvez acelerar o crescimento.

Fonte: PETRAGLIA, MARCELO SILVEIRA. Estudos sobre a ação de vibrações acústicas e música em organismos vegetais. Universidade Estadual Paulista. 2008, p. 13-80.

http://comciencia.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1519-76542010000200005&lng=pt&nrm=iso

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8 CURIOSIDADES QUE QUASE NINGUÉM SABE SOBRE MÚSICA

Música é uma das formas de arte mais difundidas do mundo. Além do entretenimento em si, ouvir música pode também trazer alguns benefícios para seu bem-estar. A música não só ajuda a relaxar, mas também pode servir de estimulante para as atividades físicas.

Existem algumas coisas que nem todo mundo sobre o  mundo da música. Por exemplo: desde a década de 50, muitos psicólogos tentaram explicar o poder da música, comparando a apreciação musical com a fala. Afinal, tanto para o entendimento da música quanto do discurso é necessária a capacidade de detectar sons, em seu nível mais primitivo.

Confira 8 coisas que você não sabia sobre música:

1. Ouvir música triste provoca mais saudade do que tristeza

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Adora ouvir músicas tristes? Um novo estudo japonês descobriu que músicas lúgubres podem evocar boas emoções e principalmente saudade. Segundo ele, experimentar a tristeza através da arte é, na verdade, uma sensação agradável.

Um outro estudo de 2011 da Universidade de Groningen descobriu que ouvir canções tristes ou alegres pode não só alterar suas emoções como mudar sua percepção do que outras pessoas estariam sentindo. Saudade foi o principal sentimento apontado pelos objetos de estudo.

2. Refrões repetitivos são a chave para uma música de sucesso

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Na música, assim como na vida, tudo é uma questão de perspectiva. Quando Michel Teló dominou as paradas com “Ai, se eu te pego”, exércitos de críticos do cancioneiro nacional se mobilizaram para criticar o intérprete (e os inúmeros autores) da canção pela pobreza da letra.

De lá pra cá, diversas músicas com refrões repetitivos de onomatopéias acabaram fazendo sucesso. Esse modo de compor música não é exclusivo do Brasil sendo utilizadas por cantores de destaque mundial. “As letras desse tipo em canções de consumo ajudam o público a lembrar da música e cantar junto. É muito mais fácil vender”, afirma a pesquisadora Beatriz Gil, da Universidade de São Paulo (USP).

3. Nós não tiramos determinadas canções da cabeça por ouvi-las em excesso

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O chamado “efeito de exposição” é quando nós escutamos uma música em excesso. Devido a esse efeito muitas pessoas acabam “forçadamente” gostando de determinada música. Entretanto, existe uma grande exceção. No final do processo, a grande exposição a determinada canção pode produzir o efeito contrário: repulsa.

4. Música favorita

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Rebecca Webb e Alexandra Lamont, pesquisadoras da Universidade de Keele, no Reino Unido, concluíram que escolhemos nossa música favorita por conta de eventos de intenso envolvimento emocional. Os resultados de suas pesquisas revelaram que a escolha tem muito a ver com as motivações pessoais dos ouvintes e com suas histórias relacionadas com suas músicas favoritas.

5. Inteligência

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Em um experimento com 144 crianças, pesquisadores da Universidade de Toronto, no Canadá, concluíram que as crianças que participaram de grupos com aulas de música exibiram aumentos de QI e melhor desempenho acadêmico. Novas pesquisas também mostram que o cérebro de músicos é desenvolvido de tal forma que os deixam mais alertas, dispostos a aprender e calmos.

6. Música faz você gastar mais dinheiro

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Em bares, aumentar o volume da música eleva o consumo de álcool. Já em lojas de flores, músicas românticas provocam aumento das vendas. É o que mostram pesquisas feitas por cientistas da Universidade Bretagne-Sud, na França.

7. Aquele “arrepio” que sentimos quando escutamos uma música boa

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Quando estamos ouvindo uma música, algo não muito raro pode acontecer: Podemos sentir arrepios ou calafrios. Essa sensação acontece basicamente em nosso cérebro e os pesquisadores Marcus Pearce e Elvira Brattico, ambos neurologistas, passaram vinte anos tentando estabelecer a ligação entre a música e as atividades cerebrais, o que poderia explicar o frisson que sentimos quando ouvimos determinados estilos musicais.

Em contrapartida aos 20 anos de estudo realizado pela dupla, a Valarie Salimpoor, pesquisadora canadense da Universidade de McGill, reuniu um grupo de pessoas para realizar um teste. Cada uma levou ao experimento duas canções que causassem arrepios. Como os estilos musicais eram muito diversificados, o resultado da pesquisa ficou incerto. O que Valarie pode logo perceber é que, mesmo com as diferenças do tipo de música, todos obtiveram a mesma resposta cerebral aos estímulos auditivos apresentados.

8. As vacas produzem mais leite quando escutam música relaxante

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Esse fato estranho foi relatado pela BBC em 2001. Ouvir música relaxante pode fazer com que as vacas produzam mais leite. O estudo envolveu 1.000 vacas que foram expostas a músicas rápidas, lentas e também sem música durante 12 horas por dia durante um período de nove semanas.

Ao ouvir a música lenta (por exemplo, “Everybody Hurts”, do REM) as vacas produziam 3% mais leite por dia do que quando elas escutavam músicas rápidas (por exemplo, “Space Cowboy”, de Jamiroquai).

“Música calma pode melhorar a produção de leite, provavelmente porque ela reduz o stress,” afirma Adrian North, médico que realizou o estudo.

fonte: https://www.fatosdesconhecidos.com.br/8-coisas-que-voce-nao-sabia-sobre-musica/

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Programe seu cérebro com sua música favorita e melhore seu desempenho

A música aliada à programação neurolinguística pode ajudar o profissional a se tornar protagonista da sua carreira

São Paulo – Qual a trilha sonora para sua vida? Escolha bem a resposta, pois sua música favorita pode ter grande impacto na realização de suas metas e sonhos.

Pode ser um pop no carro de manhã ou um funk no final do expediente, existe uma sensação única de felicidade que ouvir a “sua” música traz e que você pode usar a seu favor.

De acordo com pesquisadores da Universidade de Keele, no Reino Unido, não importa seu gosto musical, quanto toca sua canção favorita, sua percepção de esforço diminui e aumenta sua disposição.

Os pesquisadores observaram uma melhora de desempenho durante o treinamento e antes das competições em três grupos esportivos com 64 participantes do estudo.

Segundo especialistas em programação neurolinguística, esse mecanismo pode ser usado para qualquer atividade e em qualquer momento, basta treinar nosso cérebro para isso.

“O cérebro pode ser condicionado a relacionar estímulos a memórias, como quando sentimos um perfume e lembramos de um pessoa ou ouvimos uma música e ela nos coloca em certo estado de espírito”, explica Alexandre Bortoletto, trainer e master pratictioner na Sociedade Brasileira de Programação Neurolinguística (SBPNL).

Enquanto o cérebro faz associações automáticas, é possível evocar conscientemente esse estado que ajuda no foco e na produtividade.

A técnica da PNL é chamada de ancoragem. “Uma âncora é um estímulo interno que acaba influenciando o estado emocional interno. Quando vemos um farol vermelho e sem pensar você para o carro, isso é uma âncora. Ela pode ser criada através da programação neurolinguística e ajudar muito os profissionais”, explica Madalena Feliciano, presidente do Instituto Profissional de Coaching e master em PNL.

Segundo Bortoletto, o objetivo é que, assim como a âncora do navio deixa a embarcação parada no porto, a pessoa use a música para permanecer no estado ideal para a atividade que está desempenhando, aumentando sua determinação e motivação.

Madalena sugere que a pessoa escolha uma música que traga boas memórias e a faça sentir bem. Concentrando-se nesses sentimentos de empoderamento, ela pede a repetição da prática de duas a três vezes por semana para criar a âncora.

“Você pode escutar a música antes de uma entrevista de emprego ou de dar uma palestra. Dá para fazer sozinha, mas é preciso treinar. Quanto mais se pratica, maior a possibilidade de chegar nesse momento que precisa”, diz a CEO.

Basta escolher bem sua música e começar a treinar, logo você poderá usar o recurso para qualquer meta.

De acordo com José Augusto Minarelli, presidente da consultoria Lens Minarelli, um dos maiores vilões do desempenho profissional é a dificuldade do profissional de se autogerir.

“Para fazer uma autogestão efetiva é preciso conseguir ser líder de si mesmo, conseguindo impor e cumprir prazos, rotinas e disciplina. É preciso enxergar os desafios não como dificuldade, mas como oportunidade para se superar e crescer profissionalmente”, fala ele.

A música e a ancoragem podem ser ferramentas para o profissional que deseja se tornar protagonista da sua carreira.

Segundo os especialistas, quem não se sente confortável usando uma música também pode buscar outros estímulos para criar suas âncoras. Bortoletto indica que muitas pessoas funcionam melhor com referências visuais, usando fotos da família ou de paisagens para manter um espírito focado e positivo.

“O cheiro de café, por exemplo, pode se tornar uma âncora para ter mais energia e foco”, diz ele.

Um gesto poderoso, como cerrar os punhos ou segurar um dos pulsos com a mão, é um mecanismo muito usado pela Madalena Feliciano para seus cliente que desejam se sentir fortes e confiantes.

“São gestos menos perceptíveis associados a memórias poderosas, como o dia que você foi promovido ou que passou na faculdade”, fala ela.

 

Fonte: https://exame.abril.com.br/carreira/programe-seu-cerebro-com-sua-musica-favorita-e-melhore-seu-desempenho/

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Modelos e Tipos de Violões mais Usados

Você sabe quais são os modelos e tipos de violões mais usados atualmente?

Sem conhecimento sobre o assunto, muitas pessoas podem dizer que “violão é tudo a mesma coisa”. No entanto, a afirmação está longe de ser verdadeira.

Existem diversos modelos e tipos de violões, sendo que cada um deles é ideal para tipos específicos de música. E os tipos de cordas para violão também mudam bastante.

Existe o violão de seis cordas, que é o tradicional, o de sete cordas e até o de 12, popularmente conhecido como “viola”. Além disso, existem os modelos de violão folk, flat, dinâmico, elétrico, acústico, eletroacústico, jumbo, e muito mais.

Acompanhe abaixo todas as informações sobre o assunto e elimine as suas dúvidas sobre os modelos e tipos de violões.

 

Violão Tradicional

O violão tradicional possui seis cordas, que podem ser de aço ou nylon, e é um dos modelos mais utilizados. Sem plug para ser conectado às caixas de som, esse é um modelo de violão que pertence à categoria dos acústicos.

Pode ser utilizado para tocar qualquer estilo de música, como o Samba, Choro, Música Popular Brasileira (MPB) e muito mais.

Com braços mais largos, é um modelo que se difere dos violões elétricos, que possuem um funcionamento semelhante às guitarras e precisam ser conectados em caixas de som, além de terem os braços mais finos e serem mais difíceis de tocar, no caso de você ser um iniciante.

 

Violão Flat

Usado muito pelos cantores, compositores e instrumentistas, o violão flat se trata de um modelo mais fino, entre os modelos e tipos de violões.

Normalmente, esse modelo possui cordas de nylon, mas pode ser encontrado, também, com cordas de aço. Assim sendo, apresenta um som de características mais suaves, devido às cordas de nylon.

Como é bastante apreciado pelos músicos eruditos, sertanejos e instrumentistas de MPB, o violão flat é comumente visto em apresentações de músicos em bares, festas e até igrejas.

Esse é um modelo mais indicado para músicos profissionais, portanto.

 

Violão de 7 cordas

Esse modelo é o único que possui uma corda a mais, sendo essa sétima corda mais grave que as outras. Conhecido por ser o “violão brasileiro”, o violão de sete cordas é bastante utilizado pelos músicos que tocam o Choro e o Samba, com a sétima corda afinada em Dó.

O 7 Cordas é um violão que exige um bom conhecimento teórico e prático. Exige também empenho e dedicação para seu aprendizado.

Você, que aprecia o Choro e Samba, e que quer aprender a tocar o violão de 7 cordas, deve conhecer o Kit 7 Cordas e outros materiais de estudo disponíveis também.

Com esse Kit você tem um método e tanto ao seu alcance, que pode te oferecer importantes conhecimentos e dicas sobre o instrumento. Com ele, aprender a tocar o Choro e Samba fica muito mais fácil…

 

Violão Acústico

O modelo acústico está entre os mais apreciados entre os modelos e tipos de violões. Isso acontece porque o violão acústico não tem plug para ser conectado às caixas de som e, mesmo assim, apresenta um som maravilhoso.

Entre as opções que existem, esse violão pode ter cordas de aço ou cordas de nylon.

O violão acústico possui braços mais largos, assim como o modelo de violão tradicional. Trata-se de um tipo de instrumento que é ideal para iniciantes, já que os violões elétricos são mais difíceis de ser tocado.

Apresenta diversas versões, sempre com seis cordas e o que muda nos modelos existentes, é principalmente em relação ao corpo ou caixa do violão.

 

Violão Dinâmico

Trata-se de um modelo criado nos Estados Unidos, pelos idos da década de 20. O violão dinâmico está entre os modelos e tipos de violões que permitem um maior volume sonoro, ou seja, uma maior amplificação do som, bem diferente das características, por exemplo, de um modelo de violão tradicional.

A principal característica, para se reconhecer um violão dinâmico, são os cones de alumínio instalados no centro do seu corpo, sendo esses adereços os responsáveis por amplificar e modificar a sonoridade do instrumento.

 

Violão Folk

Ideal para tocar ritmos como o do rock’ n’ roll, sertanejo e pop, entre outros, o violão folk possui seis cordas de aço e tem um corpo de tamanho maior em relação aos violões clássicos.

Essa característica – o tamanho do corpo do violão folk – é o que permite a evolução de um som mais estridente e mais volumoso.

Outra diferença em relação aos modelos tradicionais é que o violão folk possui braços mais finos e cordas mais “tensas”. Essa característica peculiar, no entanto, traz maiores dificuldades para a mão esquerda, e é devido a isso que o violão folk é utilizado por instrumentistas que possuem mais experiência com esse tipo de violão.

 

Violão Elétrico

Sendo o oposto do violão acústico, o violão elétrico apresenta um plug para ser conectado às caixas de som. Esse violão, se tocado de maneira acústica, praticamente não tem volume sonoro.

Com braços mais finos e funcionamento semelhante ao das guitarras, os violões elétricos são mais indicados por quem toca o instrumento já há algum tempo.

 

Violão de 12 cordas

Possui um timbre encorpado, uma sonoridade inconfundível, pois as cordas são agrupadas em duas, e proporciona uma base marcante.

Para solo, causa um efeito de 2 violões. Ele é indicado para músicos intermediários e avançados, e normalmente é tocado com palheta.

A afinação deste violão pode variar, mas normalmente segue a seguinte sequência: as primeiras são afinadas como o violão normal e as outras afinadas uma oitava acima, com exceção da primeira e segunda corda que continuam sendo a Mi e a Si.

Usando esta afinação, o violão de 12, pode ser tocado normalmente, sem a necessidade de alterar os acordes.

Quais modelos e tipos de violões você mais gosta? Deixe seu comentário pra gente saber!

 

Fonte: https://www.violaosambaechoro.com.br/modelos-e-tipos-de-violoes-mais-usados/

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História Resumida da Música – Música Medieval

Durante muito tempo, a música foi cultivada por transmissão oral, até que se inventou um sistema de escrita. Por volta do século IX apareceu, pela primeira vez, a pauta musical. O monge italiano Guido d’Arezzo (995 – 1050) sugeriu o uso de uma pauta de quatro linhas. O sistema é usado até hoje no canto gregoriano.

A utilização do sistema silábico de dar nome às notas deve-se também ao monge Guido d’Arezzo e encontra-se num hino ao padroeiro dos músicos, São João Batista:

Ut queant laxit (Com o passar do tempo o Ut foi substituido pelo Dó)
Ressonare fibris
Mira gestorum
Famuli tuorum
Solvi polluti
Labii reatum
Sancte Ioannes

O tipo de música mais antigo que conhecemos consiste em uma única linha melódica cantada, sem qualquer acompanhamento. Este estilo é o chamado Cantochão ou Canto Gregoriano. Com o passar do tempo acrescentou-se outras vozes ao cantochão, criando-se as primeiras composições em estilo coral.

Além do Cantochão, cantado nas igrejas, produziam-se na Idade Média muitas danças e canções. Durante os séculos XII e XIII houve intensa produção de obras em forma de canção, composta pelos Trovadores, poetas e músicos do sul da França.

As danças eram muito populares em festas e feiras e podiam ser tocadas por dois instrumentos, como um grupo mais numeroso. Os instrumentos que acompanhavam estas danças incluíam: a viela (antepassado da família do violino), o alaúde, flautas doces de vários tamanhos, gaitas de foles, o trompete reto medieval, instrumentos de percussão (triângulos, sinos, tambores, etc.).

Principais Compositores Medievais

Leonin – século XII
Perotin – século XII
Guido d’Arezzo (995 – 1050)
Philippe de Vitry (1290 – 1361)
Guillaume de Machaut (1300 – 1377)
John Dunstable (1385 – 1453)

Fonte: http://www.oliver.psc.br

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O PODER DA MÚSICA – INFLUÊNCIA NO COMPORTAMENTO DO CONSUMIDOR

Woman Holding Shopping Bags

 

Ao longo dos anos, tem havido numerosos estudos para mostrar diferentes tipos de música ambiente pode influenciar o comportamento do consumidor. Tudo, desde o volume da música até o ritmo, pode desempenhar um papel importante na forma como as pessoas gastam dinheiro e se comportam nas lojas.

Que tipo de música ambiente ter em uma loja?

O volume e o tempo da música ambiente podem afetar significativamente o fluxo de tráfego dentro de uma loja. Quando toca músicas com ritmo rápido ou alto, pode fazer com que os clientes se movam mais rapidamente em torno da loja, mas sem reduzir o volume de vendas. Então, tocar música mais alta quando a loja está perto do horário de fechamento pode ajudar a empurrar os últimos clientes para o ponto de pagamento um pouco mais rápido. No entanto, tocar música alta que não agrade a pessoa também pode causar-lhes uma pequena frustração e proporcionar ao cliente uma experiência de compra negativa, que eles mesmos nem sequer podem explicar. As pessoas ficam com uma percepção da duração de tempo de compra mais curta (em comparação com o tempo real gasto na loja) quando ouvem música que eles gostam, então os longos horários de espera podem parecer mais curtos se a pessoa estiver ouvindo música agradável. Os clientes talvez não percebam por que eles estão gostando de uma experiência de compra, nem mesmo reconhecem qualquer sentimento além de indiferença em relação a isso, mas subconscientemente estarão correlacionando a loja com uma experiência de compra positiva e será mais provável que faça compras novamente.

A música lenta pode muitas vezes fazer com que os compradores se movam mais devagar ao redor da loja, encorajando-os a levar mais tempo comprando e comprando mais. Claro, isso não é o desejado durante o horário de encerramento, mas provavelmente é adequado para aqueles períodos fora de pico durante o dia em que a loja está sem muitos compradores.
Música clássica pode dar a ilusão de que a loja é cara e fazer com que os clientes fiquem mais preocupados com o orçamento. Podem questionar mais os preços de compra antes de finalizar quaisquer decisões. No entanto, em lojas que vendem mais mercadorias de gama alta, ou itens considerados “clássicos” (como vinho caro), este tipo de música pode desenvolver um “sabor mais rico” e fazer o cliente optar pela garrafa mais cara.

Um exemplo clássico desta aplicação são os supermercados que colocam música francesa no som ambiente, visando a promover a compra de vinhos e queijos, itens altamente associados à cultura francesa.

Em qualquer caso, o desafio é selecionar qual tipo de música ambiente é a mais adequada ao negócio e ao cliente na loja. Os empresários devem pensar no seu objetivo, se é aumentar o volume total de vendas, o tempo de permanência do cliente, a taxa de rotação de clientes ou, talvez, até empurrar os clientes para itens de venda específicos.

Como em qualquer ocasião, é necessário alinhar a escolha da música com o ambiente desejado. No caso de lojas deve-se adaptar com a marca da empresa, a gama de produtos e o perfil de consumo. Diferenças sutis no ambiente de uma loja podem afetar dramaticamente a maneira pela qual os clientes tomam decisões de compra e a forma como a loja é percebida. Da mesma forma se passa com eventos. A música é um aspecto determinante para a diversão e percepção das pessoas em relação a um evento. Para isso, existem produtoras especializadas não só em prestar serviços musicais, mas também ajudam na parte do planejamento.

 

 

FONTE: https://www.tocadavilla.com/2017/10/19/o-poder-da-musica-influencia-no-comportamento-do-consumidor/

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Como a música pode ajudar no tratamento da depressão?

Greyscale Photography of Woman in Crew Neck Long Sleeve Shirt Holding Guitar

Algumas canções são capazes de provocar as mais diversas reações emocionais. É comum criar playlists para a corrida, para a atividade física, para os dias chuvosos ou para uma viagem à praia.

A música é capaz de nos deixar mais animados ou mais introspectivos.

Não é surpresa, portanto, que pesquisadores da Queen’s University Belfast, na Irlanda do Norte, descobriram que a terapia com música reduz drasticamente a depressão em crianças e adolescentes com problemas de comportamento.

O estudo foi o maior já feito sobre o assunto e acompanhou 251 crianças e jovens entre março de 2011 e maio de 2014. Divididos em dois grupos, 128 pessoas fizeram terapia tradicional enquanto os outros 123 jovens tiveram acesso à terapia musical além das sessões tradicionais. Todos já eram tratados para problemas emocionais, comportamentais e de desenvolvimento.

O resultado é que o grupo que participou de sessões de terapia com música teve um aumento na autoestima, redução significativa da depressão e melhores habilidades de comunicação e interação na comparação com o grupo de controle.

A música libera dopamina no cérebro e causa a sensação de bem-estar.

Sons mais graves e lentos ajudam a combater a insônia, pois acalmam e tranquilizam, já os sons mais animados e acelerados ajudam a despertar. A terapia musical, ou musicoterapia, é indicada para crianças, adolescentes, adultos e idosos com todo o tipo de problema emocional ou dificuldade de aprendizado. Pessoas com Alzheimer, histórico de uso de drogas, danos cerebrais ou deficiências se beneficiam dessa técnica.

Durante o tratamento, o terapeuta pode pedir para que o paciente toque instrumentos, cante ou dance conforme a música. Tudo depende das necessidades de cada um. Não é necessário, por exemplo, ter algum tipo de educação musical antes do tratamento.

Conheça alguns benefícios da musicoterapia no tratamento de depressão

Aumenta a criatividade

Um estudo do Journal of Consumer Research realizado em 2013 comprova que ouvir música a um volume moderado nos leva a pensar de forma mais abstrata e criativa.

Diminui o estresse

Segundo a Universidade de Gothenburg, ouvir música todos os dias diminui o estresse, pois estimula emoções positivas.

Desenvolve a memória

O departamento de psicologia da Universidade de Hong Kong comprovou que crianças que tocam um instrumento musical têm uma memória mais ativa do que as crianças que não aprenderam a tocar instrumentos.

 

FONTE: https://careplusmais.com.br/gestao-de-dicas-de-saude/a-musica-no-tratamento-da-depressao/

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Qual a diferença entre guitarra e violão?

Existe alguma diferença entre guitarra e violão? Se eu aprender violão, posso tocar guitarra depois? Tocar guitarra é diferente de tocar violão?
Vamos entender um pouco mais sobre a semelhança e a diferença entre guitarra e violão.

Qual a diferença entre guitarra e violão?

Nome e surgimento da guitarra

Dos dois instrumentos, o violão nasceu primeiro. O violão nasceu bem antes e seus “avós” vieram de instrumentos antigos, como o alaúde, a lira, cítara, etc. Observe o nome “cítara”, original da palavra chitarra, que em português tornou-se guitarra.

Voltando para os dias de hoje – aqui no Brasil o nome é diferente, mas em outros países, como Estados Unidos e Espanha por exemplo, é tudo guitarra.

Guitarra (Br) = Guitarra elétrica (outros países)
Violão (Br) = Guitarra acústica (outros países)

Em países assim, eles fazem a diferença entre guitarra e violão citando se um é elétrico ou acústico (sem eletricidade).

Então, antes da criação da guitarra elétrica,

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apenas tínhamos a guitarra acústica (violão)…

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guitarra elétrica foi criada a partir de uma necessidade de se amplificar o som do violão, quando no início do século XX (século passado) o crescente número de ouvintes que prestigiava apresentações musicais precisava de maior volume para curtir performances em casas noturnas e grandes salões. Além disso, as bandas de música da época possuíam em sua formação instrumentos com grande poder de volume. Não era possível competir com o volume de um trompete por exemplo… Não é verdade?
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Então os fabricantes de violão ou guitarra acústica pensaram: Como faremos para o instrumento ficar com maior volume?

Inicialmente, os fabricantes tentaram apenas colocar formas de captar um violão normal e amplificar o som. Surgiu um problema: o corpo do violão é oco internamente e, quando adicionado maior volume ao som, isso causa um efeito chamado feedback que gera a microfonia, um apito ensurdecedor (você já deve ter ouvido isso em shows ao vivo).
Então pensaram numa solução: “ao invés de corpo oco, vamos deixar ele inteiriço”. Daí surgiu o corpo sólido.

Após vários testes, a melhor configuração que chegaram é o modelo que temos hoje: um “violão” de corpo sólido, com captadores e cordas de aço – que chamamos aqui no Brasil apenas de guitarra.

No Brasil, tivemos desbravadores na busca por violões com maior volume. Isso ao mesmo tempo que buscavam por essa invenção lá fora.
Podemos citar a dupla Dodô e Osmar, criadores do trio elétrico e da guitarra baiana. Eles foram desbravadores aqui no Brasil nesse assunto.

A diferença entre guitarra e violão quanto a tocar o instrumento

violão é o antecessor mais próximo da guitarra e é, consequentemente, mais velho em termos de história. Possui características próprias e várias técnicas que foram se desenvolvendo através dos violonistas durante a história e antes da criação da guitarra.

Antes da guitarra, o violão já possuía um vasto repertório e uma tradição técnica tanto popular quanto erudita.
Quando o violão se eletrificou e houve a criação da guitarra, outras possibilidades de se tocar surgiram devido às novas características desse novo instrumento.

Nasceram novas formas de se executar esse “violão” eletrificado. Novas técnicas foram se desenvolvendo por causa das características próprias da guitarra.
Algumas técnicas passaram a ser utilizadas apenas no violão, outras técnicas passaram a se desenvolver apenas na guitarra.

E é nessa altura do caminho que o violão se separa da guitarra: as bases estruturais em termos de construção do equipamento e tocabilidade são as mesmas, mas chega um ponto que cada um segue sua própria estrada. Estrada essa que cada instrumento construiu ao longo de sua própria história de existência.
Nessa altura em que os instrumentos se separam é que esta a diferença entre guitarra e violão.

Então, quando o iniciante começa a aprender violão, ele pode usar o que aprendeu na guitarra, e vice-versa. Mas chegará um momento no qual ele deverá se aprofundar no estudo de um ou de outro para desenvolver técnicas específicas de determinado instrumento.

Existe diferença entre guitarra e violão para começar a estudar?

VOCÊ NÃO PRECISA COMEÇAR PELO VIOLÃO PARA DEPOIS PASSAR PARA A GUITARRA.
Não existe essa necessidade. O iniciante pode começar direto na guitarra.

Uma pessoa que está começando a aprender, tanto guitarra quanto violão, vai poder tocar os dois. Poderá intercambiar seu aprendizado nos dois instrumentos. Você pode “estranhar” um pouco quando, por exemplo, esta acostumado com a guitarra e pega um violão. Isso pode ocorrer devido às diferenças anatômicas de cada instrumento: tamanho do braço do instrumento, espessura de cordas, número de trastes, etc. Mas, basicamente, os dois possuem a mesma estrutura. É como você dirigir carros diferentes: você estranha no começo, porque está acostumado com o seu, mas sabe dirigir. É só se adaptar.

Obviamente, observando o que foi dito acima: chega um ponto na estrada que para desenvolvermos certas habilidades técnicas, precisamos nos focar em apenas um instrumento. Existem técnicas que são especificamente usadas para a guitarra e outras específicas para violão. Muitas dessas técnicas soaram melhor se tocadas em seu instrumento de origem.

Então, se você tem o desejo de aprender guitarra e tinha dúvidas se precisava começar pelo violão: comece logo pela guitarra!
Ou, se você gostaria de aprender violão, não há nenhum problema de passar para a guitarra no futuro se quiser.

Qual escolher?

Muitas pessoas já são fãs de algum artista ou músico em específico e não possuem dúvidas a respeito do que querem. Outros possuem dúvida sobre qual deles começar. Se é o seu caso, você deve se questionar porque gostaria de tocar o tal instrumento.

OBJETIVO – essa é a pergunta que você deve se fazer: Qual meu objetivo no futuro? Como quero me ver daqui a um tempo: tocando guitarra ou tocando violão?

Guitarra – Se você gostaria de fazer parte de uma banda, por exemplo, o mais indicado é a guitarra. Muitas pessoas não querem tocar em bandas, mas quando ouvem o som de uma guitarra ou vêem um guitarrista tocando se arrepiam. Ai, meu amigo: guitarra na certa…

Violão – Se você só quer tocar como lazer, tocar e cantar com amigos, numa rodinha ou num churrasco e tal, o violão é a indicação. Essa forma de tocar se encaixa no violão popular.

Muitos começam pelo violão por ser mais barato e mais fácil: não precisa de amplificador e outros acessórios, como vimos em outro artigo sobre o que é preciso para aprender guitarra.
Então, pelo custo, acessibilidade e até desinformação, grande número de pessoas começa pelo violão. O que pode ser feito também, sem nenhum problema. Nada te impede de começar com violão e depois passar para guitarra. Mas nada te impede de começar logo pela guitarra também.

Mas tenha em mente o seguinte: como já disse, vai chegar um ponto no qual você vai ter que optar entre um ou outro para melhor se desenvolver.

 

 

FONTe: http://oguitarrista.com/blog/qual-diferenca-entre-guitarra-e-violao/

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OUVIR MÚSICA: 10 FANTÁSTICOS BENEFÍCIOS PARA A SAÚDE

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Não há dúvidas de que ouvir música é uma das melhores coisas da vida. Poder escolher o estilo e desfrutar de momentos alegres e memoráveis é um dos papéis da música. Além disso, ouvir música não é somente bom por gostarmos do que ouvimos, mas também porque pode trazer diversos benefícios para nossa vida e nossa saúde. Veremos os benefícios de ouvir música.

Ouvir música faz bem

Quem gosta de ouvir música sabe que toda e qualquer canção já faz parte do leque de infinitas variações disponíveis no mundo musical antes mesma de ser composta. Assim, cabe ao compositor organizar as notas que já existem no universo para que fiquem agradáveis para nós.

Uma vez traçada a harmonia das notas, temos uma música. Isso significa que ao ouvirmos música, estamos entrando em contato direto com o universo. Evidentemente, há diversos estilos musicais e, acredite, todos os estilos têm seu valor. Portanto, escolha seu estilo preferido de música e aproveite os benefícios:

1. Ouvir música alivia a dor

Um estudo realizado na Drexel University da Piladelphia mostrou que adotar um tratamento musical com músicas pré-gravadas é efetivo na redução de sensação de dor pelo corpo. Pacientes em tratamento intensivo, especialmente idosos, foram extremamente favorecidos.

2. Música melhor a inteligência verbal

Em um estudo com crianças expostas a um mês de aulas de músicamostrou que ao menos 90% delas tiveram uma significativa evolução na inteligência verbal. As noções de ritmo, melodia e voz foram o suficiente para incrementar a inteligência das crianças.

3. Melhora a qualidade do sono

Ouvir música se mostrou extremamente eficaz na melhora da qualidade de sono, especialmente no tratamento de insônia em adolescentes. Pode então ser considerado um método seguro em contraposição aos medicamentos industrializados.

4. Reduz o estresse

Quando ouvimos música nosso organismo libera diversos redutores de estresse naturais por todo nosso organismo. Adotar a prática de ouvir música diariamente, ao menos 30 minutos, ajudará a garantir este resultado.

5. Alivia sintomas de depressão

Ouvir música se mostrou como método auxiliar e eficiente no tratamento de depressão. Neste caso, verifica-se maior eficácia quando ouvimos músicas clássicas ou para meditação.

6. Melhora o desempenho cognitivo

Este efeito da música já vem sendo comprovado por diversos estudosOuvir música enquanto exercemos algum trabalho ou enquanto estudamos é benéfico para nossos processos cognitivos, facilitando tanto a produção quanto a aprendizagem.

7. Reduz a ansiedade por alimentos

Uma pesquisa mostrou que ouvir música lenta durante a refeição faz com que diminuamos a velocidade de ingestão e também consumamos menos. Isso se relaciona especificamente a como nosso organismo se adapta ao ritmo e ao estilo musical que estamos ouvindo.

8. Ouvir música nos deixa felizes

Ouvir música faz com que nosso organismo libere dopamina, um neurotransmissor que é capaz de trazer a sensação de bem-estar e satisfação para nossa mente. Isso foi demonstrado em uma pesquisarealizada na McGill University.

9. Ajuda no tratamento de Alzheimer

Atividades realizadas pela organização Music & Memory mostram que a utilização da música é eficaz no tratamento e auxílio de pacientes com Alzheimer. Ouvir música facilita os processos de memória, ajudando nas relações cognitivas bloqueadas.

10. Melhora a performance em exercícios

estudo mostra que não faz diferença se a música é lenta ou agitada. Qualquer estilo musical que nos agrade é capaz de aumentar nossa performance em exercícios físicos, especialmente corrida e bicicleta.

O que ouvir para ter benefícios para a saúde

Devemos aprender a desfrutar de todos os estilos musicais. Uns são mais antigos que outros, e outros mais complexos que alguns. Isso não significa que alguns estilos sejam melhores e outros piores. A melhor música é aquela que te faz bem. Evidentemente, conhecer novos estilos é altamente recomendado, além de ampliar seu conhecimento, tratará inúmeros benefícios para a saúde.

 

Fonte: https://www.greenme.com.br/viver/saude-e-bem-estar/4676-ouvir-musica-10-beneficios

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Os Principais Instrumentos de Corda

Person Playing Guitar

Há quem diga que não há nada mais belo e romântico que escutar uma canção ao som de um instrumento de corda. Seja um violão, um violoncelo, um contrabaixo, um violino, ou até mesmo um cavaquinho, por exemplo, são eles que fazem sucesso no mundo todo, em qualquer ocasião.

Mas, ao contrário do que muitos pensam, os instrumentos de corda surgiram há muitos séculos. O primeiro de que se tem conhecimento é o arco musical, originado entre 35 e 15 mil anos A.C. Já Em 2600 A.C., nove liras e três harpas foram encontradas em uma tumba na Mesopotâmia. Atualmente, os instrumentos mais conhecidos pela população são estes:

Acoustic Guitar Grayscale Photography

– Violão: O mais popular instrumento de corda do mundo não tem sua origem definida. Para alguns estudiosos, o violão é derivado da chamada Khetara Grega, que mais tarde se tornou a Citara Romana, conhecida também como Fidícula. A outra hipótese é que ele seria oruindo do alaúde. Em muitos países, onde não se fala português, o instrumento é chamado de guitarra. Ele possui seis cordas afinadas em mi, lá, ré, sol, si e mi.

Brown String Guitar

– Violino: De um som belíssimo e erudito, este instrumento é constituído basicamente de quatro cordas. Para se tocar um, o violinista precisa encaixá-lo na clavícula, abaixo do queixo, enquanto o arco é segurado com a outra mão, para friccionar as cordas corretamente e conseguir tirar o som.

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– Viola: Tem um timbre mais grave do que violino, mas o número de cordas é o mesmo. A estrutura também é semelhante, mas as dimensões deste instrumento são maiores.

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– Violoncelo: Com timbre grave e aveludado este instrumento de 1.20m também possui quatro cordas e é tocado em posição vertical devido ao seu tamanho. Podemos dizer que o violoncelo é uma espécie de viola de arco.

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– Contrabaixo: Com cerca de 1.80m de comprimento, este é o maior e mais grave instrumento de cordas e arco. Geralmente, é afinado em quarta (mi, la ré e sol), mas pode também ter uma quinta corda.

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– Alaúde: Com um formato de meia pera, o alaúde teve seu auge no século XVI e foi considerado na Europa instrumento-rei. Este clássico tem cinco cordas duplas e uma simples, totalizando seis.

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– Bandolim: Este instrumento surgiu na Itália no século XVI para substituir o alaúde. Seu nome deriva de mandolim, que tem a mesma raiz da amêndoa, lembrando o seu formato. O bandolim possui quatro cordas duplas e é afinado em sol, ré, lá e mi. Hoje, na maioria das vezes, encontramos este instrumento em rodas de choro e grupos de samba-canção.

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– Cavaquinho: Símbolo da cultura havaiana, o cavaquinho é composto por quatro cordas, afinadas em ré, sol, si e ré. Originado de Portugal, espalhou-se pelo mundo, sendo batizado no Havaí de Ukelele e na Indonésia de Kerotijong. No Brasil, este instrumento está presente em qualquer roda de samba.

 

FONTE: https://instrumentosdecorda.wordpress.com/2011/09/30/os-principais-instrumentos-de-corda/

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