Confira alguns momentos que nosso público registrou desse maravilhoso ensaio aberto:
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No último dia 24/05, o grupo Viola Baguá fez um ensaio aberto na galeria de arte do Shopping Golden Square em São Bernardo do Campo.
Veja algumas fotos.
Música com ritmo semelhante ao batimento cardíaco é capaz de relaxar e acalmar mais que medicamentos ansiolíticos, dizem produtores
Seja para dormir mais relaxado ou descansar depois de um dia longo de trabalho, existe uma música que faz essa função com perfeição, de acordo com pesquisadores. A Weightless, do grupo Marconi Union, é tão relaxante que, em um estudo comparado com outras canções, ela foi até 11% mais tranquilizante que qualquer outra. E na lista incluíam ainda músicas da Adele e Mozart.
“Com duração de oito minutos e 10 segundos, a música comprovadamente reduz a ansiedade em 65% e diminui os batimentos cardíacos em 35%, enquanto os ritmos do corpo entram em sincronia com os da música.
“Weightless fez tanto sucesso em induzir a sonolência que os cientistas alertaram os motoristas para que não a escutem enquanto estiverem dirigindo”, comenta os produtores da música Pitch and Sync, em publicação no site da empresa.
Essa função relaxante, no entanto, não foi por acaso. Os produtores tiveram o trabalho de envolver terapeutas sonoro na produção da obra. “Nós tomamos uma abordagem científica séria. Chamamos Lyz Cooper, um terapeuta sonoro para colaborar com Marconi Union na composição da música com características que fossem tão relaxantes quanto possível”, reforça novamente os produtores.
Para comprovar o relaxamento causado pela música, os produtores também decidiram compará-lo à massagens. Como resultado, a música ainda relaxava mais que uma massagem com esse propósito.
Será que a música é relaxante mesmo?
Comprove você mesmo. Só cuidado para não ouvir enquanto estiver dirigindo ou fazendo alguma atividade que exija atenção e esforço!
Leia mais em: https://www.gazetadopovo.com.br/viver-bem/saude-e-bem-estar/musica-para-acalmar-e-dormir-na-hora/
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A musicoterapia pode reduzir os sintomas da depressão, segundo revisão sistemática publicada pela Biblioteca Cochrane, organização mundial dedicada ao estudo da eficácia de intervenções terapêuticas. Os pesquisadores analisaram cinco estudos que avaliaram o uso da música no tratamento de pessoas deprimidas, dos quais quatro mostraram que o método foi mais eficaz que outras técnicas psicoterápicas que não usam recursos musicais.
“Embora a evidência tenha origem em estudos de pequeno porte, ela sugere que essa é uma área que merece mais investigação”, diz a arteterapeuta britânica Anna Maratos, coordenadora da pesquisa. O interesse pela música como recurso terapêutico não é novo, mas tem crescido nos últimos anos devido a inúmeras experiências que mostram a influência benéfica da combinação de ritmos, melodias e harmonias em uma série de transtornos psíquicos. Alguns bons exemplos estão no livro mais recente do neurologista britânico Oliver Sacks, Alucinações musicais, publicado no Brasil pela Companhia das Letras.
Diferenças na resposta aos medicamento
O efeito das drogas antidepressivas costuma variar de pessoa para pessoa. De fato, em alguns pacientes, elas podem não surtir efeito algum. Incompreendida por muitos anos, a razão dessa variabilidade começa agora a ser decifrada pela genética.
Estudo publicado pela revista Neuron demonstrou que 11 variantes do gene que codifica uma proteína transportadora no cérebro são responsáveis pela menor eficácia de medicamentos como o citalopram (vendido no Brasil como Celexa, Cipramil e Cipran, entre outros) e venlafaxina (Alenthus, Efexor, Venlaxin etc.). Segundo os autores, os resultados ressaltam a necessidade da prescrição personalizada de drogas para depressão de acordo com o perfil genético do paciente. “Assim evitaríamos que um paciente tome um remédio que certamente não fará efeito, o que, além de frustrante, é um desperdício”, afirma Manfred Uhr, coordenador do estudo.
Segundo uma pesquisa do Deezer, serviço de streaming frânces, a melhor fase para descobrir novas músicas é antes dos 30 anos. Mais especificamente, aos 24 anos. Nessa fase, segundo o estudo, 75% dos entrevistados ouvem pelo menos 10 faixas por semana e 64% tentam encontrar cinco novos artistas por mês.
Ao analisar pessoas de diferentes faixas etárias, notou-se que a partir dos 30 anos as pessoas dizem não ter mais tempo para descobrir músicas novas, seja por causa dos filhos ou do trabalho. Porém, boa parte dos entrevistados adoraria ter mais tempo para descobrir outras músicas e artistas.
A chamada “rotina musical” não é ruim. Ao ouvir uma música que você gosta muito, nosso cérebro responde de uma forma positiva e libera dopamina, serotonina, oxitocina, entre outras substâncias. Quando essa música é ouvida na época da adolescência, a liberação dessas substâncias é maior e há uma enorme chance dessa música permanecer na sua lista de favoritas pelo resto da vida.
Outra pesquisa, desta vez do blog Skynet & Ebert descobriu que o gosto musical dos adolescente atuais se resume às novidades da música pop, o que não permanece ao longo da vida.
Outra coisa que foi identificada na pesquisa é o sentimento de nostalgia, que explica a estagnada da playlist. Músicas antigas remetem a tempos antigos e causam euforia e felicidade, o que as vezes acaba superando o sentimento de empolgação com a novidade.
Por isso, se por volta dos seus 15 anos você se apaixonou por alguma música, é possível que ela seja sua favorita pelo resto da sua vida.
Dia 20 de abril é dia dos disco. Batizado popularmente com o apelido de “bolachão”, os discos de vinil fizeram história e até hoje conquistam o coração de muitos que não veem a mesma graça nos simples CDs ou nos serviços de streaming de música.
O formato apareceu inicialmente em 1890, com o disco de goma-laca de 78 rotações por minuto (rpm). O vinil como conhecemos surgiu apenas em 1940 e era mais resistente, maleável e leve. Apesar do sucesso, que aconteceu principalmente na década de 1960, logo caiu em desuso. Porém o formato está de volta e pode ser uma forma divertida de apreciar a música.
- Capa
Pode parecer besteira, mas um dos motivos do sucesso dos discos de vinil foi justamente a arte gráfica na capa, assim como os encartes que normalmente vinham com a letra das músicas e fotos, que ajudaram o formato a se popularizar e também a divulgar artistas que podiam usar o espaço como divulgação de sua arte.
- Preço
Apesar dos modelos novos serem muito caros, é fácil encontrar os usados por um preço acessível e ter acesso a LPs de bandas clássicas. Em sebos ou até mesmo na internet, encontrar e comprar é fácil e possível.
- Qualidade sonora
Esse benefício é comprovado por diversos testes feitos ao longo dos anos, que comparavam discos de vinil com CDs e mídia digital (mp3). Isso porque os LPs possuem gravação analógica, então o som fica mais próximo da realidade e parece ter maior qualidade.
- Bônus
Hoje em dia, as gravadoras oferecem diversos benefícios para quem escolhe comprar o disco de vinil em vez da mídia digital ou os CDs. Um exemplo são as faixas bônus e códigos de download gratuito da mídia digital para quem possui um LP.
- Revenda
Assim como falamos do preço de compra dos discos usados ser menor, a possibilidade de vender um LP é maior. Sem sebos é fácil vender ou até mesmo trocar o disco por algum diferente que seja mais desejado no momento.
Este aparelho rapidamente virou sinônimo de música portátil quando foi lançado em 1984. O sistema criado pela Sony que tocava CDs substituiu o walkman e aos pouco virou um enorme sucesso, mesmo tendo um preço inicial muito alto. Atualmente, é considerado uma relíquia e pode ser encontrado para venda em sites de produtos usados.
- Clássico é o jeito
Os executivos da Sony queriam ter uma forma de ouvir ópera à vontade, independentemente de onde estivessem, principalmente durante voos de trabalho. Foi daí que surgiu a ideia de criar o aparelho.
- Nem tão pequeno
Era o menor reprodutor de CDs da época que foi lançado, mas não estava nem perto de ser tão portátil assim. Pesava pouco mais de meio quilo e tinha cerca de quatro centímetros de altura.
- Inovador, mas nada econômico
Logo no começo, os discmans tivera um enorme defeito: consumiam uma quantidade enorme de pilhas. Algumas horas de uso eram o suficientes para acabar com a bateria delas e consequentemente, fazer com que a pessoa gastasse mais com um aparelho que já era caro.
- Remix gratuito
Outro problema comum era que qualquer movimento brusco fazia a música pular alguns segundos. Isso porque o CD acabava saindo do lugar com qualquer movimento um pouco fora do normal.
- Quantas músicas sua mochila conseguir carregar
Estamos acostumados com serviços de streaming, ou arquivos mp3 que escolhemos a dedo, colocamos numa playlist e levamos conosco onde quisermos. Com o discman, se você quisesse ouvir música diferentes, precisava levar todos os CDs com você e trocar quando desse vontade.
- Resistentes ao Spotify
Mesmo com todos os avanços, é possível encontrar em algumas lojas novas versões do aparelho. Agora portáteis de verdade, lendo arquivos mp3 e rodando o sistema operacional Android.
- Abandono do nome
Após algum tempo do lançamento, a Sony abandonou o nome “discman” e voltou a utilizar o nome do antecessor: walkman. Por isso, até hoje, é difícil diferenciar os números de venda dos walkmans e dos discmans.
Fontes:
https://www.techtudo.com.br/listas/2019/04/dez-curiosidades-sobre-os-discmans-aparelho-de-musica-febre-nos-anos-90.ghtml
Este instrumento não é tão diferente assim de um violão comum (com 6 cordas) e também não é tão novo. Criado por Napoleon Coste (1805 – 1883), famoso cantor e compositor francês de música clássica. A corda extra era suspensa e não era possível tocá-la com a mão esquerda.
Muito utilizado na Rússia, se tornou popular por lá. Já no Brasil, há dúvidas sobre quem trouxe o instrumento para o país. O que se sabe é que a primeira gravação feita com o violão de 7 cordas foi realizada por China (Otávio Littleton da Rocha Viana, irmão de Pixinguinha) e Tute (Arthur de Souza Nascimento).
Esta corda extra normalmente era afinada de acordo com a tonalidade da peça a ser tocada. Com o tempo, o instrumento sofreu diversas alterações até chegar ao conhecido violão de 7 cordas dos tempos atuais. Atualmente, como resultado de uma mudança realizada por Dino 7 Cordas (Horondino Costa), a sétima corda é de violoncelo, evitando a estridência do aço.
Fontes utilizadas para consulta:
https://www.violaosambaechoro.com.br/historia-do-violao-de-7-cordas/
https://tocandosete.blogspot.com/2012/03/historia-do-7-cordas-origens.html
Os benefícios que o teatro traz para o indivíduo são vários: desde o desenvolvimento da coordenação motora e criatividade, até a melhora das relações interpessoais. Até para quem assiste uma peça, seja qual for, é uma experiência sensorial que acontece diante do olhos de quem assiste, em tempo real, permitindo maior interação entre público e elenco.
Na vida de quem está em cima dos palcos, e não na plateia, o teatro é uma parte essencial do desenvolvimento pessoal. É o caso da estudante e atriz Heloisa Fantini. “O teatro é uma daquelas coisas que aparecem na vida da gente como uma brisa, e acabam por se tornar ventania. E não por perder a leveza de praticar a arte, mas justamente, por envolver a ponto de intensificar qualquer coisa”, conta.
Ela, hoje com 22 anos, começou a prática da arte aos 12 anos. “O teatro me impulsionou a improvisar na vida, a tentar mesmo com medo, a entender as diversas cores e nuances que existem dentro de mim, e principalmente, a criar empatia com grupos e pessoas de todos os tipos vivos e mortos também (risos). Hoje, eu consigo me colocar em lugares onde antes eu achava que não cabia”.
Heloisa não é a única a ver a arte como uma forma de crescimento pessoal. Debora Monteiro, de 20 anos, conta um pouco de sua experiência na área e como a afetou. “Minha experiência com o teatro foi completamente enriquecedora. No palco, eu me sentia como se a minha alma fosse preenchida por sentimentos maravilhosos. Me encontrei de diversas formas e também aprendi a lidar melhor com os outros, e, principalmente, comigo mesma”.
Para crianças e pessoas tímidas, o teatro é uma forma de perder o medo de se expressar. Os benefícios são vistos principalmente em crianças mais retraídas, já que as ajuda a fazer amizades e também contribui para a relação do professor com o aluno.
Poder interpretar uma vida diferente a cada novo espetáculo também ajuda a criar empatia, já que é necessário se tornar e viver aquilo que o personagem vive. Também é benéfico para a memória e coordenação motora. No geral, o teatro, assim como qualquer outra forma de arte, é essencial para o bem-estar físico e emocional, já que ensina ao indivíduo como viver em grupo e é um atividade que estimula todas as áreas do corpo.
No dia 27 de março é comemorado o dia mundial do teatro. A data foi criada para expressar a importância desta arte milenar e é um dia cheio de apresentações de artes cênicas.
“Não tenho mais idade para isso”. Quem nunca ouviu essa frase, ou até mesmo disse, quando alguém sugere aprender algo novo? Diferente do que muitos acreditam, aprender atividades diferentes depois da fase adulta é sim possível e muito beneficial para a saúde física e mental.
O cérebro humano possui a capacidade de se reorganizar, chamada de neuroplasticidade. Por isso, aprender música em qualquer fase da vida é um estímulo à reorganização do cérebro e pode ser beneficial até mesmo no tratamento de doenças mentais e neurológicas, como demonstrado por musicoterapia, arteterapia e por estudos da psicologia cognitiva musical.
A prática da música promove a melhora do raciocínio, concentração e percepção. No geral, auxilia o desenvolvimento social e afetivo do ser humano.
Para adultos, não é diferente – aprender música a partir da idade adulta ajuda com a coordenação motora e ainda serve como válvula de escape para as tensões do dia a dia.
Além dos benefícios físicos, é fato que a música auxilia no bem-estar emocional também. Ajuda com a autoestima, possibilita um sentimento de realização e satisfação, assim como a valorização própria. É uma atividade que demanda grande empenho mental e sem dúvidas pode ser um benefício para a vida.


































