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Qual a Diferença entre Violão Popular e Clássico?

A Diferença entre Violão Popular e Clássico ou erudito é uma dúvida muito comum quando o assunto é música, principalmente entre aqueles que estão indecisos em qual estilo começar, ou até entre os que já são iniciantes no violão.
Outra situação, é quando vamos buscar informações numa escola ou instituição, ou mesmo com conhecidos nossos. Normalmente somos indagados, assim: “Você vai estudar violão clássico ou popular?”
Essa diferença ou resposta, dá margem a uma discussão interessante, que vamos ver a seguir!

 

 

Qual a Diferença entre Violão Popular e Clássico ou erudito?

Existe basicamente dois tipos de respostas para essa pergunta. Uma delas é a forma mais comum e genérica, e que é aceita pela maioria das pessoas; e há também outra forma, mais técnica ou rebuscada, de se falar sobre esse tema.

Uma resposta genérica seria assim: Talvez o principal fator que determina se um músico é um violonista clássico ou popular, é o REPERTÓRIO que ele tem, ou seja, as músicas que ele toca.Mas não só o repertório é o único fator decisivo, porque, por exemplo, um violonista clássico pode tocar músicas populares, e vice-versa…
Então, para entender a diferença entre violão popular e clássico, é preciso entender primeiro a diferença entre música clássica e música popular!


A Diferença entre Música Clássica e Música Popular

Segundo a Wikipédia, “Música clássica, música de concerto ou música erudita é o nome dado à principal variedade de música produzida ou enraizada nas tradições da música secular e litúrgica ocidental. Abrange um período amplo que vai aproximadamente do século IX até o presente e segue cânones preestabelecidos no decorrer da história da música. Apesar do nome que remete a algo do ‘passado’ ou ‘antigo’, esta variedade de música é escrita também nos dias de hoje, através de compositores do século XXI que criam obras inéditas, originais e atuais.”

E ainda segundo a Wikipédia: “Música popular é qualquer gênero musical acessível ao público em geral. Distingue-se da música tradicional por ser escrita e comercializada como uma comodidade, sendo a evolução natural da música tradicional, que seria a música de um povo transmitida ao longo das gerações. Como o nome mesmo já diz, é a música do povo.”

Mas, antes de tirar conclusões definitivas, é preciso deixar claro que em muitos momentos, é quase IMPOSSÍVEL DIFERENCIAR se uma música é clássica ou popular. Essa é uma discussão que pode se tornar muito complexa…

Sabendo disso, vamos então ver e comparar as principais características e quais as diferenças entre violão popular e clássico ou erudito.

 

Características do Violão Popular 

O violão popular geralmente faz o acompanhamento de ritmos e músicas populares, como mpb, samba, bossa nova, música sertaneja, blues, xote, dentre muitos outros ritmos de todo o Mundo.
Em geral, na música popular, o violão faz o ritmo e os acordes – a harmonia – da música. A melodia principal é, em geral, cantada ou tocada por outro instrumento musical , como uma flauta, piano, sax, etc.
Apesar do principal papel do violão na música popular ser o de harmonizar e acompanhar outros instrumentos ou cantores, também pode fazer o papel de melodia principal e ser acompanhado por outros instrumentos. Veja esse vídeo pra conferir…
No Violão Popular você pode tocar mais livremente, sem muita preocupação com a técnica e acabamento. Você vai aprender principalmente batidas, sequências, dedilhados, etc para tocar músicas populares. Pode até aprender a ler partituras, solfejo e a fazer alguns solos. Depende do método usado e da sua exigência musical.

A postura para se tocar violão popular, normalmente utiliza a perna direita para apoio do instrumento, cruzada ou não. Se o violonista tem uma formação mais refinada, às vezes usa também um apoio do pé, para se sentir mais confortável com o instrumento, postura muito usada para violão popular.

O violão popular muitas vezes é considerado “mais simples” do que o erudito. Alguns colocam esse ponto como uma diferença entre Violão Popular e Clássico. Mas isso nem sempre é verdade…

Os músicos que estudam violão popular tendem a progredir mais em assuntos como harmonia, improvisação, e nas técnicas que giram em torno de seus ritmos populares, na maioria das vezes lendo cifras e tablaturas.

Na música popular, o violão pode ser tocado com palheta ou com os dedos; essa decisão depende exclusivamente do gosto, do estilo e do objetivo do instrumentista.

Outro ponto que determina uma diferença entre violão popular e clássico é o tipo de encordoamento usado. O violão popular é comum o uso de CORDAS DE AÇO, com corpo largo ou fino, com braço largo ou fino, e de baixo custo ou alto custo.

Características do Violão Clássico ou Erudito

O “Violão Clássico”, também conhecido como “Violão Erudito”, geralmente toca músicas instrumentais, ou seja, SEM a presença de uma voz humana cantando uma letra. Mas isso não é regra geral.

Na música clássica, o mais comum é o violão não ter a companhia de nenhum outro instrumento musical também. Para isso damos o nome de “VIOLÃO SOLO”. Normalmente, para esse violonista é imprescindível o aprendizado e uso de partituras.

Por isso, há um grande desenvolvimento da leitura musical, do solfejo e da divisão rítmica pelas pessoas que optam por tocar peças eruditas.

O violão clássico ou erudito sempre tem CORDAS DE NYLON, para facilitar a execução e a parte técnica, que é bem mais exigente do que no violão popular e isso é uma boa diferença entre violão Popular e Clássico

O violonista clássico, quase sempre toca seu violão sem a companhia de outros instrumentos musicais, e então precisa tocar a melodia junto com a harmonia (ou acompanhamento) ao mesmo tempo. Isso exige uma técnica muito apurada e muita dedicação ao instrumento.

Essa combinação de melodia x harmonia simultâneas no violão, é uma das principais características da música clássica ou erudita, escrita para o instrumento.

Mas nem sempre o violão clássico está sozinho ao tocar músicas eruditas. Existem casos em que ele faz apenas acompanhamentos para outros instrumentos, ou para a voz humana.

Existem violões específicos, às vezes feitos por um Luthier, no que se refere a sonoridade e também quanto à técnica, para se adequar aos diversos estilos e repertórios da música erudita.

Alguns MODELOS DE VIOLÕES eruditos tem casas grandes e braços largos; outros o corpo ou caixa maior; e vários outros fatores que são usados ou definidos pelos violonistas profissionais, na busca de sonoridades específicas.

E existem muitas variações e tipos de composições diferentes, de acordo com o criador ou compositor de cada peça, e também conforme o período histórico.

Como as músicas clássicas geralmente exigem técnicas complexas para ambas as mãos, a maioria dos violonistas eruditos usam unhas grandes na mão direita (se forem destros). Outros usam até unhas postiças ou de porcelana…

O repertório da música erudita no violão abrange muitos estilos e compositores, como Carulli, Fernando Sor, Albeniz, Tárrega, Barrios, Villa-Lobos, entre muitos.

A postura para se tocar violão clássico é uma grande diferença entre violão Popular e Clássico. Geralmente a postura clásssica usa um “banquinho” ou apoio de pé, e na maioria das vezes o instrumento é apoiado na perna esquerda, para dar uma melhor firmeza na execução, para abertura de acordes e alcance nas casas mais agudas.

Postura usada para violão clássico

Mas novamente, isso não é uma regra definida sobre qual perna é a correta para se apoiar o violão, seja no clássico ou no popular. Cada músico coloca o instrumento sobre a perna que achar mais confortável!

O violão erudito é muito conhecido como “Violão Clássico” pelo fato de o período do CLASSICISMO ter grandes compositores que marcaram a história erudita, no entanto existem outros períodos históricos com grandes compositores eruditos também.


Conclusão

A música, por ser uma forma de expressão artística, é algo difícil de colocar dentro de modelos e regras, e existem momentos em que é difícil determinar a diferença entre música clássica e música popular.

A mesma coisa acontece com a Diferença entre Violão Popular e Clássico, como vimos nos diversos pontos citados acima.

Para conhecer melhor as diferenças entre violão popular e clássico é importante também que você pesquise e ouça autores ou compositores que gosta, pois a vivência em algo te faz conhecer e aprender muito mais.

Se você quer aprender a tocar violão, e ESTAVA NA DÚVIDA quanto a estudar violão popular ou clássico, agora já tem uma boa referência sobre o assunto. Você tem uma excelente opção para iniciar seus estudos no Violão Popular neste Link 

E se você é um iniciante no violão, vale a pena verificar qual instrumento está mais de acordo com os ritmos e estilos musicais que gosta, afim de investir seu tempo e recursos num violão que atenda esses pontos. Confira então este artigo sobre os modelos e tipos de violões existentes!

 

fonte: https://www.violaosambaechoro.com.br/qual-a-diferenca-entre-violao-popular-e-classico/

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8 dicas de como aprender músicas novas…. Rápido

Se você está numa situação em que precisa aprender uma música nova em pouco tempo, essas dicas podem te ajudar a criar uma estratégia para dar conta da missão com confiança.

Digamos que que você toque bateria em uma banda e o compositor chega com 15 músicas novas para vocês tocarem no seu show… do dia seguinte.

Ou digamos que uma baixista amiga sua te liga, diz que teve uma doença na família, e pede para você tocar em um show longo, que começa daqui a seis horas?

As possibilidades são infinitas, mas a história é bem parecida — você, músico, pode se encontrar em uma situação em que tem de aprender muitas músicas em um período muito curto de tempo e ainda tocar como se você as conhecesse há anos.

Você não precisa ter ouvido absoluto para dominar esse tipo de situação. Mas precisa, sim, ter foco, coragem e, o mais importante de tudo, estratégia. Eis algumas dicas de como aprender uma música quando o prazo é hiper apertado.

Saiba o que esperam de você

Quando você for começar a aprender uma música (ou uma dúzia), é importante saber exatamente o que você tem de fazer. Você tem que tocar cada nota do solo de guitarra exatamente como na versão do álbum, ou você tem a liberdade de improvisar com sua própria cadência, em cima da estrutura de acordes? Seus solos de bateria têm de ser cool e espaçados, ou densos e intensos? O vocalista quer um baixo dedilhado ou no groove? Quanto mais diretrizes você conseguir com antecedência, mais poderá ensaiar para o resultado esperado, e estar pronto ou pronta quando chegar a hora.

Ouça muito

Sempre que tenho de aprender muitas músicas, eu passo o som para o meu celular, boto os fones de ouvido e ouço em repeat quantas vezes eu conseguir. Sempre que eu conseguir. Algumas dessas vezes, eu ouço ativamente, focando na música e em seus elementos, analisando o conjunto enquanto ele toca, e me comprometendo a memorizar. Outras vezes, eu deixo tocando passivamente, enquanto ando, cozinho, malho, me preparo para ir ao show etc. Todas elas ajudam. Quanto mais você conseguir colocar esse material novo no seu cérebro, consciente ou inconscientemente, melhor vai se sair quando subir ao palco ou entrar no estúdio.

Ouça várias versões diferentes

Se você está aprendendo uma canção que já virou cover na mão de diferentes artistas, ouça a interpretação de vários deles antes de começar a trabalhar. Da mesma maneira, se há clipes da banda ou do artista com quem você vai trabalhar no YouTube, tocando a mesma música em três shows diferentes, ouça cada um deles. Cada nova versão vai te dar uma perspectiva um pouco diferente da música, e vai te ajudar a ver algo novo. Além disso, quanto mais versões diferentes de uma música você conhecer, mais estará preparado, caso a banda queira dar uma mudada no palco.

Toque junto com a gravação

Se te dão uma gravação de uma música que você precisa aprender rápido, use-a. Pode ser uma versão demo bem precária, ou uma gravação em alta resolução feita em um estúdio, bote ela para tocar. E toque em cima da gravação, quantas vezes puder, antes de ir para o estúdio ou a sala de ensaios. Quanto mais você conseguir acompanhar a gravação, nesse show simulado, mais preparado estará para o momento do show.

Descole uma cifra, se der — e anote tudo

Mesmo que você esteja tocando uma música desconhecida de uma banda nova, não custa perguntar se não tem uma cifra dela. Um amigo meu que é baterista pediu, e recebeu um punhado de guardanapos com a música escrita em caneta em cima. Ainda que esse não fosse o método mais ideal de ter passado a informação, meu amigo achou os guardanapos bem úteis. Para ele, até uns garranchos escritos na porta do banheiro teriam sido melhor do que nada.

Dê uma olhada quando estiver perto de músicos que tocam com muitas bandas, e você vai ver partituras ou cifras cheias de anotações a lápis, lembretes ou símbolos que só eles conhecem. Não pense duas vezes em fazer anotações na sua cifra: seja para lembrar do momento em que você precisa tocar alto ou seja para lembrar da transição beeem suave que tem de fazer entre o refrão e a ponte. O importante é que, no palco, você se lembra de como tem de tocar e de quando tem de tocar.

Não precisa começar do começo

Para muitos de nós, aprender uma música é um processo que começa com a primeira nota e termina com a última. Mas bagunçar as coisas pode ser um pouco bom. Quando estiver lutando com uma música nova, tente aprender o refrão primeiro, depois vá para a ponte (bem complicada, por sinal) que pinta no último minuto da música. Muitas vezes, trabalhar a música a partir de um trecho mais fácil (ou o mais complicado de todos) pode te fazer ver o todo com mais facilidade.

Escreva suas próprias músicas

Não há nada como escrever as próprias cifras do seu solo de baixo. Ou desenhar a tablatura da sua guitarra. Isso ajuda a internalizar a música. Lembre-se que as coisas que você escreve não precisam ficar bonitas — o seu papel é meramente funcional, e só para os seus olhos — então escreva sua cifra, tablatura ou letra da canção em um formato que vá te ajudar melhor a entender a música como um todo.

Faça cada repetição ser melhor que a última

Se eu estou atacando uma música nova e complicada, seja num ensaio de banda, no estúdio ou num show, minha meta na primeira vez que for tocar é aprender a música como um todo, do começo ao fim, e dar o melhor de mim.  Na segunda vez que eu for tocar vai ser o quê? A mesma coisa que na primeira, mas, agora que eu tenho ela um pouquinho na cuca, eu posso prestar um pouco mais de atenção naquele solinho depois do refrão, que é complicado. E na terceira vez que eu for tocar? De novo, todas acima. Mas, talvez desta vez eu esteja com espaço mental para encaixar o solo com a reentrada da percussão e melhorar meus vocais de apoio.

Os problemas específicos vão variar bastante, é claro, mas o princípio é sempre o mesmo: Use cada repetição de uma música nova, no ensaio ou no palco, para melhorar um tiquinho. Essa abordagem mais cirúrgica pode te ajudar a conseguir uma apresentação mais sofisticada.

 

fonte: https://somosmusica.cdbaby.com/8-dicas-de-como-aprender-musicas-novas-rapido/

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Tudo que você precisa saber sobre violão para canhoto

Você sabia que durante uma considerável parte da história da humanidade, os indivíduos canhotos foram vítimas de preconceito cultural, social e até religioso? No século XIX, por exemplo, o médico italiano Cesare Lombroso, vulgo “o pai da criminologia”, sugeriu que as pessoas canhotas possuem tendências às psicopatias, criminalidade e violência. Já durante a Inquisição [séc. XII] e a Caça às Bruxas [séc. XVI], vários canhotos foram torturados e queimados sob a alegação de que eram criaturas a serviço do mal.

Felizmente, a ciência provou que o uso dos membros esquerdo para a execução de tarefas é uma questão de genética. Falando nisso, segundo um estudo recente da Universidade de Oxford, “em média, uma em cada 10 pessoas é canhota”. Se você é esse “um” e quer aprender a tocar violão, este post é totalmente de seu interesse.

Quando um canhoto decide aprender a tocar violão, uma série de desafios parece brotar do chão. Logo de cara, surgem dúvidas sobre “como tocar”, “posicionamento das cordas”, “comprar um violão específico para canhoto”, “cursos específicos”, entre outras coisas. As respostas para esses questionamentos estão todas no decorrer desta nossa conversa. Continue comigo e descubra como o conteúdo das próximas linhas vão mudar a sua vida!

Existe violão específico para canhoto?

O mercado oferece alguns poucos modelos de violão para canhoto. Esses instrumentos são espelhados, isto é, o braço e as cordas são invertidos.

Modelo de violão para canhoto da marca Fender

Segundo Carla Rodrigues, a mente por trás do blog Amor Por Violão“a vantagem (talvez a única) de adquirir um violão para canhotos é que, se você é canhoto, vai poder tocar os ritmos com a mão que possui mais força, a esquerda, e os acordes com a mão de menos força, a direita”. Ainda de acordo com a Carla, as desvantagens desse tipo de instrumento são bem maiores, conforme disponível a seguir:

  • Costuma ser mais caro
  • Não há muita diversidade de violões para canhotos, então pode ser que você procure um violão Jumbo canhoto e não encontre
  • Será preciso levar o seu violão para todo lado, pois é difícil achar alguém que também tenha comprado um violão para canhotos
  • Pode ser mais difícil tocar outras modalidades, como finger style, ou até a guitarra
  • Curso específico para canhotos é raro

Preciso comprar um violão para canhoto?

Precisar, não precisa. Se a vantagem apontada por Carla Rodrigues for relevante aos seus olhos, não tenha medo de fazer o investimento. A seguir, no entanto, você confere como as formas de tocar violão – quando se é canhoto –  injustificam a compra de um violão específico.

 

 

Formas de tocar violão, quando se é canhoto

Há três formas para desembolar essa questão. Por isso, se você não quiser/puder investir num instrumento específico, os seus estudos vão rolar da mesma maneira. Lembre-se que ao longo de toda a jornada de aprendizado, a dedicação e a paciência são fundamentais.

 

Paul McCartney ainda jovem e tocando seu violão de aço, de forma invertida

1. Tocar da mesma forma que o destro

Nessa forma de tocar violão, não há inversões de cordas ou de mãos. Basicamente, você vai pegar o violão e tentar tocar da mesma forma que uma pessoa destra toca. Se não conseguir se adaptar, no entanto, não desista, pois, há outras formas.

2. Tocar o violão invertido

Você vai inverter o violão, mas sem alterar o posicionamento das cordas. Na prática, isso quer dizer que os ritmos serão feitos debaixo para cima. Saiba que os acordes também serão formados de forma invertida, já que as cordas estarão ao contrário, ou seja, a 1ª corda, na parte de cima do violão e, assim, sucessivamente.

3. Inverter o violão e as cordas

Nessa opção, você vai inverter completamente um violão para destros. E aí tocará da mesma forma que o destro (ritmos e reprodução de acordes), mas com as mãos e as cordas invertidas. Neste caso, a inversão de cordas fica desta maneira:

  • Trocar a posição da 6ª com a 1ª
  • Trocar a posição da 5ª com a 2ª
  • Trocar a posição da 4ª com a 3ª

Atenção: não se esqueça de inverter o rastilho do seu violão.

 

 

FONTE: https://www.cifraclubnews.com.br/noticias/151988-violao-para-canhoto.html

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Os 10 mais estranhos Instrumentos Musicais

Você deve estar acostumado a ver guitarras, violões e tudo que é tipo de instrumentos musicais disponíveis nas lojas e usados em shows. Contudo, esses dessa lista provavelmente você nunca viu pessoalmente. São instrumentos um tanto “incomuns”. Confira Os 10 mais estranhos Instrumentos Musicais:

10. Nano Guitarra
Com 10 micrômetros de comprimento, esta pequena guitarra, criada por pesquisadores da Universidade Cornell, não é maior do que uma célula humana. A guitarra Nano tem seis cordas, cada um apenas cerca de cem átomos de largura, que pode ser tocada apenas por um microscópio atômico.

9. Órgão Marinho

 

Resultado de imagem para Órgão Marinho"Este instrumento musical, construído à beira do Mar Adriático, em Zadar, na Croácia, é o primeiro órgão marítimo do mundo. O vento e as ondas do mar reproduzem tons diatônicos neste órgão indefinidamente, permitindo a um visitante sentar-se dentro de acordes olhando para o mar e vendo o que Alfred Hitchcock chamou de “pôr do sol mais bonito do mundo”.

8. O Órgão do Grande Estalactite

 

Criado por um cientista do Pentágono em 1954 nas cavernas do Vale do Shenandoah, na Virgínia, este órgão tem o seu lugar como o maior instrumento musical do mundo.

 

7. A Casa Sinfônica

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Uma pessoa pode morar no seu instrumento musical. A casa Wege numa praia do Lago Michigan, serve como lar para a família Wege e como seu instrumento favorito. O som produzido pela casa é algo semelhante a um violoncelo.
6. O Cravo LEGO

Criado por um entusiasta em LEGO, Henry Lim, o cravo LEGO é inteiramente construído com as peças de montar, com exceção das cordas de arame. Seu projeto levou dois anos de planejamento e e comporta até 325 kg de pressão elástica exercida sobre os blocos de LEGO pelas cordas cordas de piano.

5. A Cerca de Arame

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O australiano Jon Rose tem uma missão que envolve quebrar as fronteiras que separam as pessoas de tocar um instrumento muito original e incomum: uma cerca. Concebida como uma metáfora para as fronteiras regionais que separam e dividem a raça humana, a prática de Jon Rose atingiu o seu auge quando ele tocou uma cerca de arame farpado no Festival de Música Nova em Vitasaari, Finlândia, em 1995.

4. Didgeridoo

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Embora existam muitos instrumentos musicais que fazem parte desta lista um instrumento que não é completamente ‘estranho’ merece um lugar entre eles: o didgeridoo. Este instrumento de sopro australiano é considerado o instrumento de sopro mais antigo no mundo.

3. Bazantar

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O chamado Bazantar, é um contrabaixo acustico com 5 cordas e 29 cordas simpatéticas(como um sitar indiano). O som resultante é um coro de cordas de notas baixas, bonito e assustador.

2. O Bowafridgeaphone

Este instrumento é exatamente isso: um instrumento feito de peças de uma geladeira. Para ser mais específico, o bowafridgeaphone é feito de grades de geladeira, uma bandeja de bolo de Bundt, e uma tigela de salada, entre outras coisas.

1. O Órgão da bolha

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Ainda outro na série de instrumentos estranhos, o órgão da bolha pode ser o mais inesperado. Aaron Wendel criou este instrumento com tubos de drenagem de chuva velhos, PVC, peças de mobiliário antigo, e até mesmo de roupas encontrada em torno de seu apartamento.

Bônus: Menção Honrosa

Pencilina

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Uma combinação de cordas e instrumentos de percussão, esta invenção criada por Bradford Reed é um instrumento extremamente complexo. Combinando os sons de guitarras, tambores e sinos, o Sr. Reed é capaz de servir como uma banda de um homem só, manipulando acordes básicos e mantendo uma regularidade incomum.

Fonte: Blog  do Tony 

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Estudo revela o que torna as músicas agradáveis

Cientistas analisaram que a sensação agradável da música para indivíduos se dá a partir da mistura de incerteza e surpresa

Um grupo de pesquisadores que analisou estatisticamente dezenas de milhares de progressões de acordes em hits clássicos da Billboard dos EUA diz ter descoberto o que torna algumas músicas tão agradáveis. De acordo com os cientistas, a resposta está na combinação certa de incerteza e surpresa. Vincent Cheung, do Instituto Max Planck de Cognição Humana e Ciência Cerebral, na Alemanha, que liderou o estudo, disse à AFP que os dados podem até ajudar os compositores em suas criações.

“É fascinante que os humanos possam obter prazer de uma peça de música apenas pela maneira como os sons são ordenados ao longo do tempo”, disse. Os compositores sabem intuitivamente que a expectativa tem um papel importante no prazer que obtemos da música, mas a relação exata permanecia nebulosa.

Em um artigo publicado pela revista Current Biology nesta quinta-feira, Cheung e coautores selecionaram 745 músicas pop clássicas da Billboard dos EUA de 1958 a 1991, incluindo “Ob-La-Di, Ob-La-Da”, dos Beatles, “Red red wine”, da UB40, e “Knowing me, Knowing you”, do grupo ABBA. Eles então usaram um modelo de aprendizado de máquina para quantificar matematicamente o nível de incerteza e surpresa de 80.000 progressões de acordes em relação um ao outro e tocaram uma pequena seleção para cerca de 80 indivíduos conectados a scanners cerebrais de ressonância magnética funcional (fMRI).

Os cientistas descobriram que quando os sujeitos do teste estavam relativamente certos sobre qual acorde esperar em seguida, eles acharam agradável quando foram, em vez disso, surpreendidos. Por outro lado, quando os indivíduos não tinham certeza do que esperar em seguida, acharam agradável quando os acordes subsequentes não eram surpreendentes.

O prazer musical em si era refletido na amígdala, hipocampo e córtex auditivo do cérebro – regiões associadas ao processamento de emoções, aprendizado e memória, e processamento de sons, respectivamente. Contrariamente a pesquisas anteriores, a equipe descobriu que o núcleo accumbens – uma região que processa expectativas de recompensa e que se pensava desempenhar um papel no prazer musical – refletia apenas a incerteza.

Cheung explicou que ele e seus colegas decidiram reduzir a música a apenas acordes porque as letras e a melodia poderiam lembrar os ouvintes de associações ligadas às músicas e contaminar o experimento.

Mas, acrescentou, a técnica poderia ser aplicada igualmente para investigar melodias, e ele também está interessado em entender se as descobertas permanecem semelhantes para outros gêneros, como o jazz, e tradições musicais não ocidentais, como as da China e da África. O estudo se enquadra amplamente no campo relativamente novo da musicologia computacional, que fica na interseção entre ciência e arte.

Então os dados poderiam ajudar a desbloquear a fórmula mágica para escrever músicas? “É uma característica importante que pode ser explorada, mas não seria a única coisa que pode ser usada para criar uma música pop”, disse Cheung. A equipe descobriu que as três progressões de acordes mais bem avaliadas que tocaram para os participantes do estudo apareceram em “Invisible Touch”, da banda inglesa Genesis dos anos 80, no hit de 1968 “Hooked On A Feeling”, de BJ Thomas, e no clássico dos Beatles “Ob-La-Di, Ob-La-Da “.

 

FONTE: https://exame.abril.com.br/ciencia/estudo-revela-o-que-torna-as-musicas-agradaveis/

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Como Introduzir seus Filhos Corretamente no Universo da Música

Você sabia que ao longo da história houve mais de 30 mil línguas no mundo e que hoje só restam 6 mil? Por que tantas línguas desapareceram? Segundo os lingüistas, quando uma geração de adultos deixa de aculturar as crianças pequenas em uma língua, essa língua já está perto da extinção.

De certo modo, podemos considerar a música uma língua. Assim, talvez daqui a alguns anos, a música folclórica, a música clássica e o jazz já não sejam compreendidos pelas pessoas, porque não há aculturação suficiente.

Seria uma pena se nossos filhos fossem condenados a sons estridentes, volumes altíssimos, movimentos corporais estereotipados, letras repulsivas, vozes desafinadas, simplismos, modismos idiotizantes e a outras coisas piores!

A música tem um valor essencial para o homem e, assim como as outras artes, contribui para o seu desenvolvimento integral. A música ajuda as crianças a conhecerem melhor a si mesmas, os outros e a vida. Além disso, graças à música, elas desenvolvem ainda mais a imaginação e a criatividade. Portanto, é importante que os pais proporcionem aos seus pequenos filhos uma aprendizagem musical. Mas como fazê-lo de modo correto e eficaz?

Neste artigo pretendo ajudá-los a responder a essa pergunta, esboçando algumas idéias que possam levar seu filho a ouvir, a apreciar e a participar da música de maneira significativa.

Comece cedo

Se seu filho tem até 5 anos, não perca mais tempo! Esse é período da vida humana em que mais acontecem conexões entre os neurônios no cérebro.

As pesquisas indicam que, se uma criança nessa fase não desenvolver um vocabulário musical de escuta, as células que teriam sido utilizadas para estabelecer o sentido de audição serão direcionadas para outro sentido.

Que fazer, então?

Vocabulários progressivos

As crianças se aculturam com a música da mesma maneira que o fazem com as línguas. Primeiro ouvem os sons e, inconscientemente, organizam-nos em padrões, criando uma comunicação consciente.

Quanto mais palavras diferentes ouvirem, tanto mais capazes elas serão de se expressar bem, quando crescerem. Progressivamente elas vão adquirindo um vocabulário que serve de base para outro, como no esquema abaixo:

Vocabulário de escuta ===>>> Vocabulário de fala ===>>> Vocabulário de leitura ===>>> Vocabulário de escrita

Ora, o mesmo acontece com a música!

Vocabulário de escuta

Seu filho precisa adquirir um rico vocabulário de escuta, por meio de variadas formas de música. Você pode experimentar com ele músicas folclóricas brasileiras, músicas étnicas de diferentes partes do mundo, além da música clássica, do jazz, da MPB.

Ao estimular essa prática com o seu filho, você irá aprender também. Pode ser que você descubra que gosta das canções de ninar dos pigmeus Aka, lá da África Central!

Eis um dica importante, no entanto: Não se preocupe se o seu filho parecer desinteressado ou começar a fazer coisas que aparentemente não têm relação com música. A atenção da criança nessa faixa etária de até os 5 anos não é contínua, por isso a expectativa inicial dos adultos muitas vezes não é correspondida.

Cante com o seu filho!

O assunto que vou tratar agora é espinhoso, mas importante e desconhecido de muitos. As pesquisas indicam que as crianças aprendem mais com o canto ao vivo, direto, da boca dos pais, do que com a música gravada. Mas você precisa ser afinado e ter ritmo, caso contrário…

Procure saber se você consegue cantar afinadamente, com boa voz e manutenção do pulso rítmico. Se sim, cante desde logo com os pequenos! Se não, é preferível não fazê-lo, mas não fique triste: como diz o Maestro, o principal é que “no peito dos desafinados também bate um coração” (e, nesse caso, um coração de pai ou de mãe).

Cante sobretudo canções folclóricas, que, em geral, são curtas e fáceis. As crianças levarão essa experiência por toda a vida. Experimente também tirar a letra da canção, cantando com sílabas neutras: por exemplo “la-la-la”, “da-da-da”, “du-du-du”. Em outro artigo, hei de explicar a importância desse recurso.

Instrumento musical

Quando se fala em música, logo imaginamos nossos filhos a tocar violão, piano, violino ou qualquer outro instrumento (principalmente se for aquele instrumento que tínhamos vontade de tocar e não conseguimos, ou que não tivemos a oportunidade de aprender). Cuidado, não caia nessa tentação!

Não inicie seu filho na música matriculando-o na aula de instrumento; esta só será benéfica quando ele já tiver estabilizada a aptidão musical. Antes disso, ele corre o risco de apenas acionar teclas ou beliscar cordas, mecanicamente, muscularmente, sem sentido.

Deixe-me fazer uma analogia um tanto exagerada, mas útil. Para dirigir um carro, você passou por diversas fases. Primeiro, aprendeu engatinhar, depois andar. Sem isso, não dirigiria o carro, pois, ao engatinhar, você desenvolveu seu senso de direção, aprendeu ir de um ponto A para um ponto B. Você teve de aprender a imaginar o caminho e a antecipar, em sua mente, o que fazer. Depois, cresceu, aprendeu a ler símbolos (avisos, sinais de trânsito), notou que as vias são perigosas, adquiriu a noção de velocidade e do tempo necessário para percorrer determinada distância, etc, etc. E, finalmente, você treinou e aprendeu a operar os mecanismos do carro, como embreagem, freio, direção, câmbio.

Deu para entender? Seu filho precisa de uma série de habilidades anteriores para tocar um instrumento. A música está dentro da cabeça dele! O instrumento é apenas o meio de exteriorização. Saliento bem esse fato porque eu mesmo me dei conta dele a duras penas.

Agora é com você!

Comece o quanto antes as atividades recomendadas neste artigo. Seja firme e perseverante, não desista na primeira dificuldade! Sinta-se livre para perguntar e tirar suas dúvidas. Prometo trazer nos próximos artigos outras dicas para que você ponha em prática as idéias expostas aqui. Aguardo você!

Você acha que essas dicas foram úteis para seus filhos? Quais são as dificuldades que você enfrenta nesse terreno? Deixe um comentário aqui embaixo. Eu adoraria saber sua opinião sobre esse assunto.


REFERÊNCIAS

GORDON, Edwin. Learning Sequences in Music. Chigaco: GIA, 2012.
GORDON, Edwin. Roots of Music Learning Theory and Audiation. Disponível em: http://scholarcommons.sc.edu/cgi/viewcontent.cgi?article=1000&context=gordon_articles
SWANWICK, Keith. Music, Mind and Education. London: Routledge, 1988.
ZUCKERKANDL, Victor. Sound and Symbol. New York: Princeton University Press, 1956.

 

FONTE: http://comoeducarseusfilhos.com.br/blog/como-introduzir-seus-filhos-corretamente-no-universo-da-musica/

Notícias

Lista de músicas fáceis para iniciantes no violão

Se você está iniciando seus estudos no violão, saiba que um dos melhores treinos é tocar músicas fáceis. Fazendo isso, nosso cérebro memoriza mais facilmente os acordes, os ritmos e as transições de um acorde para outro.

Não existe mistério, quem quer aprender a tocar precisa tocar! O ideal é que você escolha algumas músicas que você gosta para ter mais prazer ao estudar.

No final desse artigo, vamos passar uma dica importante para aqueles que se sentem frustrados por não conseguir executar algumas músicas como gostariam. Não se preocupe, isso é normal, pois sem uma organização de estudo fica difícil de evoluir da forma correta.

Colocamos abaixo duas listas (uma nacional e outra internacional) de músicas famosas para você escolher, todas são para o nível iniciante:

Músicas fáceis nacionais

Músicas fáceis internacionais

Se você está tendo dificuldades para aprender um acorde ou uma batida na mão direita, recomendamos que você conheça nosso curso de violão completo, preparado passo-a-passo para quem quer evoluir em todos os aspectos (mão esquerda, mão direita, coordenação, etc.), aumentando gradativamente o nível de dificuldade a cada aula, com exercícios novos e dicas exclusivas. Clique aqui para conferir, certamente você vai se surpreender com a qualidade e o custo-benefício do material.

FONTE: https://www.descomplicandoamusica.com/lista-de-musicas-faceis-para-iniciantes-no-violao/

Notícias

Música ajuda no combate ao câncer

Experts do Instituto Cochrane fizeram uma revisão de estudos para entender qual o papel da música na rotina de quem lida com um câncer. Para isso, eles analisaram 52 pesquisas já publicadas sobre o tema que envolveram mais de 3 700 voluntários. A conclusão mostra que ouvir algumas canções tem efeitos positivos em diversos parâmetros de saúde e de qualidade de vida.

Foram observadas melhoras nos níveis de ansiedade, dor, fadiga, batimentos cardíacos, respiração e pressão arterial. “É natural em quem descobre o problema um grande abalo emocional. As melodias ajudam no reequilíbrio e no preparo para encarar as sessões de quimioterapia ou de radioterapia”, comenta Raul Brabo, coordenador do curso de musicoterapia das Faculdades Metropolitanas Unidas, em São Paulo.

O trabalho, porém, não encontrou repercussões da abordagem no humor, no sistema imune ou na habilidade de comunicação. “Para que o benefício seja maior, as composições selecionadas para o momento precisam ter um significado na vida do indivíduo”, reforça Brabo. Conheça duas formas de trazer ritmo ao tratamento de um tumor:

Musicoterapia

Envolve a orientação de um musicoterapeuta, o profissional com formação na área. Ele vai selecionar cantores, estilos e letras que agradam o paciente e fazem sentido naquele contexto.

Intervenção musical

O indivíduo simplesmente escuta canções oferecidas pelo médico que o acompanha. Como os critérios de escolha não são tão precisos, os ganhos aqui são um pouco menores.

FONTE

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Música é aliada contra a pressão alta

Associar os remédios com o hábito de escutar música ajuda no controle da hipertensão arterial

Uma pesquisa desenvolvida na Universidade Estadual Paulista (Unesp) mostra que a música pode intensificar os efeitos de medicamentos contra a hipertensão arterial. O estudo, feito em parceria com a Faculdade de Juazeiro do Norte, a Faculdade de Medicina do ABC e a Oxford Brookes University (Inglaterra), identificou os benefícios da associação em 37 pacientes.

Os participantes da pesquisa foram avaliados durante dois dias. No primeiro, logo após tomar a medicação, eles escutaram música durante uma hora. No segundo, os remédios foram administrados, mas sem nenhuma melodia como pano de fundo (os voluntários apenas usavam fones).

“Nós concluímos que a música intensificou, em curto prazo, os efeitos benéficos do medicamento anti-hipertensivo sobre o coração”, disse o coordenador do estudo, o professor do Departamento de Fonoaudiologia da Unesp, Vitor Engrácia Valenti.

Para verificar esses resultados, foi usado o método da variabilidade da frequência cardíaca, que tem mais precisão e sensibilidade para avaliar as alterações no coração. Entre os benefícios observados estão a desaceleração dos batimentos e a redução da pressão arterial.

Os pacientes foram estimulados com sons instrumentais das cantoras pop Adele e Enya. “Nós pensamos nessas músicas porque são mais popularmente aceitas”, comentou Valenti. O grupo pesquisa os impactos da música sobre o coração desde 2012 e, nos experimentos anteriores, utilizou composições eruditas.

Como a música age contra a pressão alta

A partir de estudos feitos em animais, a teoria dos pesquisadores é que ela aumenta a absorção dos remédios pelo organismo. “[A música age sobre] um nervo que estimula o sistema gastrointestinal, causa uma vasodilatação e eleva a absorção do intestino nos animais. Uma hipótese é que a música acelerou a absorção do medicamento pelo intestino”, explicou o coordenador do trabalho.

Além de potencializar o tratamento em pacientes cardíacos ou hipertensos, Valenti acredita que a música pode se tornar um método auxiliar para prevenir o desenvolvimento da doença em pessoas com essa propensão. “A música pode ser associada com o medicamento para melhorar ainda mais a saúde dos pacientes, até preventivamente, quando a pessoa tem risco de desenvolver uma doença cardiorrespiratória”, acrescentou.

No entanto, é muito cedo para de fato saber os motivos por trás da melhora proprocionada pela música – e mesmo se esses benefícios de fato impactam na saúde do paciente. Até porque o estudo envolveu poucos voluntários e foi feito por um curtíssimo período de tempo – como já dissemos, por não mais do que dois dias.

 

Fonte: https://saude.abril.com.br/medicina/musica-e-aliada-contra-a-pressao-alta/

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Termos e expressões musicais usados no canto

Você que gosta de cantar e estar por dentro das diversas técnicas de canto, com certeza, já deve ter ouvido falar sobre expressões como “MELISMAS”, “FALSETE” e “VIBRATO”, mas você sabe o que essas palavras significam?! A equipe do Descomplicando a música preparou para você um dicionário de 19 termos e expressões comumente usados no canto. Confere aí!

  • MELISMA: técnica vocal em que uma seqüência de notas é cantada, em um curto espaço de tempo, utilizando uma mesma sílaba. Os cantores usam essa técnica para conferir dinâmica para as músicas, ou seja, não deixar a música ficar sem graça!

Observe abaixo um exemplo (4’12”):

 

  • EXTENSÃO VOCAL: é a faixa de notas da mais grave até a mais aguda que conseguimos cantar; Quando falamos que um cantor tem um bom alcance vocal ou uma boa extensão significa que o cantor consegue cantar notas bem graves e também bem agudas.

 

  • WHISTLE REGISTER: a palavra “whistle”, na língua inglesa, significa assobio, e este tipo de registro vocal recebe esse nome porque o som que o cantor faz lembra um assobio ou um apito. Tente perceber no exemplo abaixo da cantora Mariah Carey (3’25”):

 

  • POTÊNCIA: é a força com que o som é emitido.

 

  • CANTO GUTURAL: é uma técnica vocal em que o som emitido é rouco/grave. Essa técnica é utilizada por bandas de heavy metal, hard Rock, entre outras.

 

  • FALSETE: é um tipo de “registro vocal”, ou seja, é uma conformação que as pregas vocais adquirem de maneira que o cantor consegue alcançar notas bem agudas. Observe abaixo um exemplo (0’39”):

 

 

  • DICÇÃO: é a forma com que as palavras são pronunciadas. Ter uma boa dicção significa cantar as palavras da música de maneira clara, ou seja, não enrolando a pronuncia; fazer exercícios como os “trava línguas” é uma ótima forma de treinar sua dicção!

 

  • VIBRATO: é uma técnica vocal em que fazemos uma pequena vibração/oscilação em uma nota para dar ênfase Serve para tornar as músicas mais dinâmicas e expressivas. Observe abaixo um exemplo (3’26”):

 

 

  • BELTING: é uma técnica vocal que torna o som emitido com “brilho” e com boa projeção. O cantor necessita ter um bom apoio diafragmático, portanto, se você deseja aprender está técnica, aposte nos exercícios de respiração diafragmática para fortalecer seu apoio na hora de sustentar as notas! Observe abaixo os exemplos e preste atenção na projeção das notas agudas.

(0’58”):

(1’53”):

 

  • AQUECIMENTO: exercícios vocais que são feitos antes de começar a cantar para preparar as pregas vocais. Observe no vídeo abaixo alguns exercícios de aquecimento:

 

  • CONTRALTO: é o nome de uma categoria de classificação vocal de vozes femininas mais graves, portanto, as mulheres que conseguem alcançar notas mais graves são classificadas como “contralto”.

 

  • SOPRANO: é o nome de uma categoria de classificação vocal de vozes femininas mais agudas, portanto, as mulheres que conseguem cantar notas mais agudas são classificadas como “soprano”.

 

  • MEZZO SOPRANO: é o nome de uma categoria de classificação vocal de vozes femininas. Nessa categoria se encaixam a vozes intermediárias e mais flexíveis que tem alcance tanto de notas mais agudas quando das notas mais graves.

 

  • BAIXO: é o nome de uma categoria de classificação vocal de vozes masculinas. Nessa categoria se encaixam os cantores que alcançam as notas mais graves.

 

  • TENOR: é o nome de uma categoria de classificação vocal de vozes masculinas. Nessa categoria se encaixam os cantores com vozes que alcançam as notas mais agudas

 

  • BARÍTONO: é o nome de uma categoria de classificação vocal de vozes masculinas. Nessa categoria se encaixam as vozes masculinas intermediárias, em outras palavras, o barítono não alcança notas tão graves quando os baixos nem tão agudas quanto os tenores.

 

  • DUETO: é uma música cantada por duas pessoas.

 

  • SEGUNDA VOZ: é uma voz que acompanha a melodia principal. É uma técnica muito utilizada por vocalistas dos mais diversos estilos musicais. Observe abaixo um exemplo de segunda voz (4’16”):
  • TIMBRE: é o que diferencia a voz de cada um. Para entender melhor este termo, pense na seguinte situação: alguém que conhecemos nos liga e, mesmo sem enxergar a pessoa, logo conseguimos identificar de quem é a voz ao telefone. É pelo timbre que reconhecemos/distinguimos as vozes, ou seja, ele é a “identidade” da voz. O timbre de cada um de nós é único! Interessante, não é mesmo?

Fonte: https://www.descomplicandoamusica.com/termos-e-expressoes-musicais-usados-no-canto/

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