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HOMENAGENS AS MÃES

 

Ontem (10/05) no dia das mães, eu e minha filha cantamos uma musica especial para todas as mães, confira o vídeo.

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Notícias, Novidades

Cientistas transformam estrutura do novo coronavírus em música; ouça

Não é nenhuma brincadeira: o objetivo é criar uma outra forma de organizar as informações do vírus para melhor entendê-lo.

Neste ponto da pandemia, você já deve ter visto várias imagens do novo coronavírus: basicamente, uma bolinha coberta por estruturas pontiagudas, as proteínas spike. Mas agora, pela primeira vez, você também pode ouvi-lo. Uma equipe de cientistas do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) traduziu a estrutura da coroa do vírus em música.

Funcionou assim: como todas as proteínas, as spike são formadas por aminoácidos. Usando uma técnica chamada sonificação, a equipe atribuiu uma nota para cada aminoácido em uma escala musical. Depois, os cientistas escolheram os instrumentos musicais com base em gostos pessoais, sendo o principal o koto, um instrumento típico do Japão.

Em seguida, uma inteligência artificial deu uma mãozinha para transformar a estrutura em música, gerando um áudio de quase duas horas. Além de simplesmente colocar as notas uma atrás da outra, o software ajustou o volume e duração delas com base na realidade, porque esses aminoácidos podem se apresentar dobrados em formato de hélice ou esticados, o que altera a estrutura da proteína. Markus Buehler, o pesquisador principal do estudo e também musicista, publicou o resultado final do trabalho:

Apesar de também ser uma espécie de expressão artística, a iniciativa tem grande valor científico. A sonificação ajuda a expressar informações de um jeito diferente: assim como você pode ver a spike em um desenho ou ler a sequência de seus aminoácidos, agora também pode ouví-la. E isso fornece aos cientistas uma nova base de dados que permite procurar por padrões ou características específicas da proteína em busca de um medicamento, por exemplo. Como as spike são essenciais para o vírus entrar numa célula humana, achar uma arma específica para elas é uma estratégia que pesquisadores de todo o mundo vêm buscando.

“Nossos cérebros são ótimos no processamento de sons”, explica Buehler, que já trabalhava com a sonificação de proteínas antes da pandemia. “De uma só vez, nossos ouvidos conseguem captar todas suas características: tom, timbre, volume, melodia, ritmo e acordes. Para ver esses mesmos detalhes em uma imagem, precisaríamos de um microscópio de altíssima potência – e nunca conseguiríamos observar tudo ao mesmo tempo.”

Quem ouve a sinfonia relaxante sem saber sua história dificilmente imagina que o que está por trás dela é um vírus que já causou mais de 87 mil mortes pelo mundo. “[A música] engana nosso ouvido da mesma maneira que o vírus engana nossas células. É um invasor disfarçado de visitante amigável”, diz Buehler.

 

fonte: https://super.abril.com.br/ciencia/cientistas-transformam-estrutura-do-novo-coronavirus-em-musica-ouca/

Notícias

Música alivia tensão e leva esperança a pacientes de UTI

“Um cuidado que complementa”, esse é o nome do projeto desenvolvido pela equipe do Serviço Social do Hospital Geral de Fortaleza (HGF), da rede pública de saúde do Governo do Estado do Ceará, que busca explorar os benefícios da musicoterapia para contribuir com o processo de recuperação e cuidado de pacientes internados da Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Nesta sexta-feira, 25, foram dados os primeiros acordes do programa que acontecerá semanalmente, durante as sextas-feiras.

A escolha por iniciar essa nova modalidade de tratamento pela UTI, foi motivada por ser uma unidade complexa, destinada à pacientes graves ou de risco que requerem assistência permanente, com uma monitorização contínua. Sem intervenção terapêutica direta, pretende-se proporcionar aos pacientes um tempo diário de relaxamento, visto que o ambiente hospitalar, especialmente a UTI, pode se tornar psicologicamente desconfortável. A internação geralmente acontece em um estado crítico e delicado, como consequência de um agravamento da doença, levando o paciente ao sentimento de isolamento familiar, fragilidade e dependência.

“O Serviço Social veio exatamente com esse projeto de trazer um pouco da nossa política de humanização que é aplicada no Sistema Único de Saúde (SUS), levando o bem-estar para o paciente em um momento de fragilidade. Isso é o que a nossa categoria preconiza, e nós sempre estamos atrás do melhor para o paciente, garantindo um atendimento humanizado e proporcionando um bem-estar necessário para o tratamento”, fala Ana Aparecida, assistente social do HGF que, juntamente com a residente Dayane Martins, desenvolveram essa ação.

No primeiro dia do projeto, a apresentação ficou por conta do músico e sanfoneiro Raú Rocha, que utiliza seu dom em trabalhos voluntários há mais de 5 anos. Leondino César Mesquita, 46, que está internado na UTI do HGF desde a última quarta-feira, 23, por conta de um tumor cerebral foi um dos pacientes que mais se motivou com a ação, relatando que nunca viu nada assim e que a iniciativa traz uma nova vida ao ambiente.

“A gente, quando fica internado, acabamos nos deixando levar por um sentimento de tristeza. Então, essa ação é muito boa para nós, porque é um momento em que muda os nossos pensamentos, a gente passa a refletir mais sobre a alegria da vida”, fala o comerciante.

Segundo o médico intensivista e chefe da UTI do HGF, Marcílio Adjafre, a música diminui os ruídos comuns da UTI e traz uma mudança no ambiente.

“A musicoterapia ajuda os pacientes na medida em que tira aquele barulho normal de UTI e coloca um som agradável, um som diferente, torna o ambiente mais agradável. É impressionante como a música deixa o ambiente mais silencioso e, há muito tempo, se sabe que a musicoterapia ajuda na recuperação do doente, ao estimular os centros cerebrais de prazer”, declara o especialista. O titular da UTI ainda complementa, falando que “a ideia é que o projeto se estabeleça e comece a fazer parte da nossa rotina dentro da unidade”.

Musicoterapia

De acordo com a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares, promulgada através da portaria 971 GM/MS em 3 de maio de 2006 e que sofreu alteração em 2017 com a portaria de 849/2017no qual, incluiu, dentre outras, a musicoterapia de maneira a considerar essa ação como recurso facilitador para a promoção, prevenção e recuperação do paciente.

Segundo comprovações científicas, a música é também, um canal que alivia sintomas de várias dores devido ao fato de atingir o sistema límbico, região do cérebro responsável pelas emoções, motivações e afetividades.

 

fonte: http://www.hgf.ce.gov.br/index.php/noticias/45706-uti-musicaterapia

Notícias

A música mexe com seu cérebro e pode aumentar a sua produtividade; entenda como

A trilha sonora correta  pode mudar o clima em um ambiente, deixando as pessoas mais animadas ou até mesmo tristes. É a música que define situações como um casamento e até mesmo uma festa de formatura. Mas o que muitas pessoas não sabem é que ela também afeta a sua produtividade.

Dentre os benefícios de uma música escolhida a dedo estão o estímulo a memória e o aumento na performance cerebral. Mas os efeitos se estendem para muitos outros fatores. Confira alguns deles.

A música melhora o seu humor
Quando você ouve uma música que gosta, o seu cérebro libera uma substância chamada dopamina, que age como neurotransmissor e te faz se sentir bem, reduzindo o estresse e ansiedade.

E esses efeitos já foram testados cientificamente! Em um estudo, por exemplo, os pesquisadores estudaram os efeitos da música em pacientes que estavam se recuperando de uma cirurgia.

Parte deles foi submetida a um tratamento com remédios para ansiedade, já outra parcela deles apenas escutou músicas pré-selecionadas.

No final do estudo, foi constatado que os pacientes que foram submetidos à música experimentaram menos ansiedade do que aqueles que havia tomado remédios. Os níveis de cortisol – hormônio responsável pelo estresse – também foram menores.

Para trabalhar, prefira instrumentais.
Não é toda a música que pode te ajudar a trabalhar melhor. Pesquisas indicam que músicas que possuem letras podem reduzir sua performance mental. Em contrapartida, trilhas instrumentais podem dar um salto na sua produtividade

Outros estudos também apontaram que o quanto mais vozes você ouvir na trilha, menos produtivo você será.

A música melhora sua performance física.
Escutar músicas motivacionais enquanto se exercita pode te ajudar a reduzir o tédio e melhorar a qualidade do seu treino.

De acordo com um estudo realizado pelo psicologista especializado em esportes Costas Karageorghis, uma das maneiras que a música aprimora suas atividades físicas é aumentando sua capacidade de se exercitar por mais tempo e com mais intensidade.

Tarefa entediante? A música pode te ajudar
De acordo com o neurocientista e autor do livro “This Is Your Bain on Music”, a música pode tornar tarefas repetitivas mais agradáveis e aumentar a sua concentração.

Música melhora seu foco
Não só um, mas estudos descobriram que certas as regiões do nosso cérebro responsáveis por fortes emoção e concentração são mais ativas quando nós ouvimos uma trilha sonora familiar.

Em contrapartida, músicas desconhecidas não possuem o mesmo efeito e podem até mesmo te distrair!

Ouvir músicas entre uma tarefa pode ser o ideial
Conforme já vimos, ouvir música enquanto trabalha pode ter efeitos positivos e negativos na sua performance.

Entretanto, um estudo realizado com estudantes mostrou que, caso fossem ouvidas durante breves momentos de descanso, a exposição à música aumentava significativamente a capacidade de concentração dos jovens. Assim, eles conseguiam permanecer concentrados em textos longos e densos com mais facilidade.

Que tipos de músicas você deveria escutar?
O tipo de música que você irá escutar é extremamente importante para ajudar a melhorar sua performance. Entretanto, é preciso considerar alguns fatores:

• Quantas letras a música possuí;
• Se você já está familiarizado com a música;
• O quão repetitiva é a tarefa que você irá fazer enquanto ouve;
• Se você irá se engajar em uma atividade física ou mental.

Se você irá ler um livro, por exemplo, é recomendável ouvir uma música ambiente – ou até mesmo clássica.  Agora, se você for correr, talvez seja uma boa ideia optar por rock ou até mesmo música pop.

 

fonte:https://revistapegn.globo.com/Dia-a-dia/noticia/2019/03/musica-mexe-com-seu-cerebro-e-pode-aumentar-sua-produtividade-entenda-como.html

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Como aproveitar o poder terapêutico da música durante a pandemia?

Música ameniza a tensão em tempos de coronavírus

Em tempos de pandemia do coronavírus, toda ajuda é bem-vinda. E a música pode ser uma grande aliada neste processo. O Revista Brasil recebeu o músico, terapeuta e psicólogo, Flávio Fonseca, que falou do poder da música para a saúde.

 

Flávio afirmou que a música traz uma série de benefícios. Facilita a comunicação e ajuda na concentração.

 

“Neste momento que nós estamos atravessando, se torna ainda mais importante aproveitar esses benefícios da música”, declarou.

 

O terapeuta citou pesquisas recentes que estendem esses benefícios na recuperação de parte da memória em pacientes com a doença de Alzheimer.

 

fonte: https://radios.ebc.com.br/revista-brasil/2020/03/como-aproveitar-poder-terapeutico-da-musica-durante-pandemia

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A quarentena dos músicos: como os artistas contornam a falta de shows e ensaios

Shows foram cancelados e festivais adiados. As apresentações ficaram, e muitas ainda estão, sem data para retornarem.  A pandemia do coronavírus fez o silêncio. Essa falta de eventos afetou diretamente a vida de todos os artistas, mas em especial aqueles que dependem da renda que provinha de suas apresentações.

Como contornar uma pandemia sendo uma pessoa que vive da arte e ficar em casa ao mesmo tempo? Guilherme de Bem, guitarrista da banda Dona Cislene, diz que, até junho, havia oito eventos confirmados para o conjunto. “A maioria foi adiado, mas tivemos alguns cancelados”. Tom Suassuna, da banda O Tarot, conta que a banda perdeu uma temporada inteira de apresentações nas peças de teatro do diretor Hugo Rodas. “A gente está trabalhando com o Hugo Rodas, também, fazendo música da peça dele. A temporada inteira foi adiada…”

Sem ensaios

Nem a rotina de ensaios das bandas pode continuar. Em adição ao primeiro decreto, que foi prorrogado até o dia 30 desse mês, o comércio precisou ser fechado como um todo, com algumas exceções. Mas o estúdios de ensaio não puderam funcionar. “A gente ensaiava, no mínimo, uma vez por semana. Agora não podemos ensaiar mas estamos compondo e cada um tocando o seu instrumento da sua casa”, afirma Guilherme de Bem.

Alternativa

Thales Grilo também é músico, mas se apresenta mais sozinho do que com conjuntos.”Cara, eu estava com poucas apresentações, então fui pouco afetado. Por sorte, uma das minhas performances ia ser por call, de qualquer forma, então aconteceu do mesmo jeito.“ Uma das saídas que os artistas têm utilizado, são as apresentações por streaming ao vivo. Ocorrem em plataformas como o Instagram, Youtube, Twitch. “Tenho tido um retorno bacana – não é muito engajamento, mas rende algumas web interações boas. Outro aspecto bom é conseguir transformar as streams em portfólio”, conta Grilo.

O Tarot, de acordo com Tom Suassuna, violinista do conjunto, “tivemos muita sorte”, pois a banda gravou uma música no final do ano passado e ainda não a lançou. “A ideia seria ter lançado agora no início do ano, mas acabamos optando por não, então demos sorte de ter um single gravado agora numa época que não ta dando pra ninguém se encontrar.” concluí. Já a Dona Cislene possui material de vídeo para divulgar nesse tempo de quarentena. “Antes da pandemia, gravamos 12 vídeos e vamos soltá-los ao decorrer do tempo”.

Público On-line

Mas apenas ter material não garante a renda dessas bandas. “Ganhamos com a venda de nossos produtos e com as plataformas de streaming. Mas com certeza sentimos e ainda vamos sentir muito o baque financeiro”, reflete De Bem. Já os músicos d’O Tarot, sentem que a tática do instagram não tem funcionado bem com eles, mas o conjunto possui um grupo de Whatsapp onde conversam com fãs de vários estados. “Nesse período ta sendo interessante o grupo, é uma forma de contato mais direta com os ouvintes do que o instagram”, afirma Suassuna.

Além das bandas de médio porte, também nasceram iniciativas nesse período para colaborar com a divulgação desses materiais nas redes sociais dos artistas. O Festival De Casa é um desses.  A iniciativa é de Cyro Macedo, músico da cidade. “Vi desespero de alguns por conta do fechamento [de casas de eventos] por causa do Covid-19 e suas precauções. Comecei a imaginar o que poderia fazer pra ajudar”, diz. Macedo comenta que a ideia veio de outros festivais similares que estão ocorrendo em países afetados pela pandemia.

A ideia, inclusive é continuar o projeto após as quarentenas terminarem. “Temos alguns planos para dar continuidade ao projeto, sem perder nosso propósito de fazer descobertas e troca de experiência entre artistas”, cita o organizador do evento on-line. As apresentações são feitas diretamente pelas redes das bandas, mas organizadas e divulgadas pelo instagram do festival, de forma que não ocorra sobreposição de lives e divida o público.

O Tarot mantêm contado semanal pelas telas de seus celulares. A banda também compartilha com o seu público trechos dessas reuniões. Crédito: Divulgação

Manter o contato

Mais importante que fazer dinheiro, é que as bandas continuem trabalhando juntas mesmo com seus integrantes separados. O Tarot continua realizando suas reuniões, mas de forma online. “A gente continua tendo encontros semanais, mas tudo por reuniões online, gravações remotas, cada um grava em casa e depois compartilhamos os arquivos”, conta o violinista do conjunto.

A Dona Cislene também pretende manter o contato, não só entre si e com os fãs, mas com os produtores cujo eventos foram adiados. “A ideia é manter os contatos com os produtores e contratantes para que assim que possível a gente remarcar todos os shows que foram desmarcados.”, conta o guitarrista. “Temos um projeto de clipe de uma música já existente e uma inédita pra lançar logo. Mas ainda sem previsão”, completa.

fonte: https://jornaldebrasilia.com.br/cidades/a-quarentena-dos-musicos-como-os-artistas-contornam-a-falta-de-shows-e-ensaios/

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Coronavírus: Música para acalmar e unir vizinhos confinados

Psicanalista convida vizinhos de andar para sessão de meia hora no corredor, com cada um na sua porta

 

A psicanalista Renata Satller usa a música para alegrar os vizinhos em isolamento social.

 

Uma caixinha de som e uma música no corredor foi a ideia da psicanalista Renata Satller para alegrar o final de tarde de um domingo em isolamento social. A música foi a forma encontrada para chamar para a porta todos que estavam sós e, ao mesmo tempo, promover um encontro entre vizinhos que mal se veem no dia a dia. O propósito era tornar o melancólico crepúsculo dos domingos à tarde um momento de encontro e harmonia. A adesão foi imediata e o projeto vai se repetir todos os dias, rigorosamente das 17 às 17h30, até que termine o isolamento.

Renata é moradora do edifício JK, um dos maiores e mais antigos condomínios de Belo Horizonte, onde moram 5 mil pessoas, grande parte delas sozinhas e com grande contingente de idosos. “A música sempre esteve presente na minha vida. Meu pai era músico e minha família tinha momentos de “audição” em que sentávamos todos em torno do toca-discos e ele ia explicando cada acorde, a função dos instrumentos e a história da composição.

Tenho o hábito de, todos os domingos à tarde, ir ao cinema. Porém, diante do isolamento social, tenho ficado em casa. Atendo meus pacientes e alunos por vídeo e ouço muita música. As tardes de domingo me chamam especialmente a atenção. Pensei em 17h porque é um momento em que, normalmente, ‘cai a ficha’ do final de semana chegando ao fim, um tom melancólico. A maioria das pessoas do meu andar mora só e tive a ideia de fazer um convite para algo que não as incomodasse.”
Renata escreveu de próprio punho e colocou uma cartinha debaixo da porta de cada apartamento, teve o carinho de chamar um por um e perguntar se não haveria incômodo para os vizinhos.
“Escolhi música clássica de cinema, de um CD da Orquestra Ouro Preto, coloquei a caixinha na porta e, aos pouco, as pessoas foram saindo. Escolhi meia hora para que não se transformasse em uma festa ou ‘auê’ e para que nos víssemos e sentíssemos que, mesmo cada um em seu canto, estamos mais próximos que imaginamos”.

 

 

A tradutora argentina Julieta Sueldo Boedo, radicada em BH, disse que ficou comovia com a iniciativa da vizinha.  “Apesar de sermos 30 moradores no mesmo andar, quase nunca nos vemos ou interagimos. Foi um momento simples, tão lindo, de estarmos ali, juntos, compartilhando nossa presença na música naquele espaço de passagem (corredor). Mágico!”
fonte: https://www.em.com.br/app/noticia/gerais/2020/03/30/interna_gerais,1133866/coronavirus-musica-para-acalmar-e-unir-vizinhos-confinados.shtml
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10 MÚSICAS FÁCEIS DE APRENDER PARA DESLANCHAR NO VIOLÃO OU NA GUITARRA DURANTE A QUARENTENA

Se você toca violão ou guitarra e está louco para arrasar com aquela instrumento potente, a “Guitar World” fez uma lista com músicas conhecidas de vários gêneros. Elas são simples de aprender e reconhecíveis ao primeiro acorde.

Algumas são ótimas para fazer aquela rodinha de violão para cantar com os amigos. Outras, exigem um pouco mais de técnica, com riffs que falam mais alto

1. ‘SEVEN NATION ARMY’, THE WHITE STRIPES

Esse riff de guitarra de Jack White é um dos mais identificáveis do século XXI e também um dos mais fáceis: apenas sete notas tocadas uma após a outra e todas na quinta corda.

Localize a quinta corda (a segunda mais grossa de um violão de seis cordas) e toque os seguintes trastes em ordem: 7º 7º 10º 7º 5º 3º 2º. Termine com os powerchords G5 e A5 e pronto: esse é todo o riff. É claro que tem seus segredinhos. Ele usao um efeito de mudança de tom para reproduzir cada nota uma oitava mais baixa. Mas como iniciante, não se preocupe com isso, concentre-se concentre-se em tocar cada nota de forma clara.

2. ‘KNOCKIN’ ON HEAVEN’S DOOR’, BOB DYLAN

Este folk com jeito gospel, da trilha sonora de “Pat Garrett e Billy The Kid”, de 1973, é uma das faixas mais populares do cantor e compositor Bob Dylan. A progressão é simples, com G-D-Am e G-D-C todas as vezes. As variações de acordes (um formato C alternativo e um Am7 criado ao se tocar uma nota G de terceiro traste na primeira corda), não precisam ser levadas em conta. Fique atento à progressão dos acordes principais enquanto aprende a tocar as mudanças.

Com os acordes baixos, concentre sua atenção em dedilhar, para baixo e para cima. Essa linha dedilhada é uma parte central da seção rítmica, que se destaca na faixa em alguns momentos. Quatro acordes fáceis e temos uma obra-prima.

3. ‘ONE’, U2

Muito parecida com “Knockin ‘On Heaven’s Door”, “One” abre com um violão, com acordes bem amigáveis para quem é iniciante. Existem duas progressões que cobrem toda a música do U2: Am-Dsus2-Fmaj7-G na primeira metade do verso e C-Am-Fmaj7-C para completá-lo. Não se deixe levar pelos acordes incomuns de sus2 e maj7, eles são realmente mais fáceis de tocar do que os acordes D e F.

4. ‘TALKIN ‘BOUT A REVOLUTION’, TRACY CHAPMAN

Se você tem medo ainda de tocar uma canção completa, ouça esse clássico hit de Tracy Chapman que abre com uma simples progressão de quatro acordes (G-C-Em-D). Aprenda e vá em frente, porque ela não muda até o fim. A mágica é sua dinâmica, do quão intenso ou suave ela é tocada e se tem acompanhamento de outros instrumentos. Ao tocar sozinho, aproveite para variar a intensidade com que toca e o ritmo, o que é uma ótima forma de entender a dinâmica da gravação.

5. ‘MANNISH BOY’, MUDDY WATERS

Se fosse preciso escolher apenas um riff para resumir todo o blues de Chicago, provavelmente seria a canção de 1955 de Muddy Waters em parceria com o colega guitarrista Jimmy Rogers. A famosa linha de guitarra se resume a apenas cinco notas: A D A C A.

O riff é tocado por guitarra, gaita e baixo, cada um adicionando uma harmon

6. ‘WONDERFUL TONIGHT’, ERIC CLAPTON

Essa introdução de Eric Clapton é perfeita para qualquer músico iniciante que queira arriscar em seus primeiros solos. Em muitos aspectos, é uma linha fácil e que definitivamente ficará na sua cabeça.

Se há um desafio, são os bends uma técnica na qual o músico muda o tom da melodia ao “esticar” a corda na vertical. Você pode ouvir a técnica já nas primeiras notas tocadas por Eric. Mantenha a corda pressionada enquanto você faz o bend, isso é crucial e lembre-se, o objetivo é atingir outra nota no braço, geralmente um ou dois trastes acima e não um ponto aleatório. A melhor maneira de praticar é tocar a nota que você quer atingir primeiro, e então “esticar” a corda para atingi-la.

7. ‘OLD TOWN ROAD’, LIL NAS X E BILLY RAY CYRUS

Um dos maiores sucessos de 2019 é a canção do rapper Lil Nas X e nos shows, Billy Ray Cyrus costumava tocar alguns acordes fáceis: E, G, D e C (Csus2 na verdade). Só que ele usa um capo no quarto traste do violão, um grampo que mantém as cordas pressionadas, aumentando o tom da guitarra. Um truque ótimo se você tem uma voz mais aguda ou precisa alterar o tom de uma música.

Billy Ray toca com acordes básicos para iniciantes, mas em quatro trastes mais altos. Tecnicamente, significa que os nomes dos acordes são todos diferentes, mas lembre-se deles como as formas E, G, D e C por enquanto. E compre um capo.

8. ‘POLLY’, NIRVANA

Existem duas progressões de acordes neste número acústico de Kurt Cobain, do NirvanaA introdução e os versos seguem uma sequência E5-G5-D5-C5; os refrões são D5-C5-G5-Bb5. São apenas cinco acordes no total e são quase idênticos na hora de tocar. Aprenda D5 e os outros devem vir naturalmente.

Para o D5, você tocará o quinto traste na quinta corda e o sétimo traste na terceira e quarta cordas. C5 e Bb5 são os mesmos, apenas dois trastes mais grave por vez. Procure manter as outras cordas paradas, apoiando os dedos nelas. O próprio Kurt não tinha muito cuidado — ele tocava a segunda corda com o terceiro dedo às vezes, transformando os acordes ‘5’ em acordes maiores. G5 é da mesma forma, apenas tocada na quarta, quinta e sexta cordas. E5 é praticamente igual, mas na posição aberta e com uma corda solta.

ia. Então, para enriquecer, você pode tocar a linha de cinco notas em tom mais alto ou mais baixo no braço da guitarra. Tente adicionar também algumas notas extras: quando você alcançar a nota D, toque D e F # juntos; quando você alcançar a C, toque C e E.

9. ‘TWIST AND SHOUT’, THE BEATLES

Todas as partes da guitarra dessa música dos Beatles são fáceis para iniciantes. É D-G-A o tempo todo, exceto nas pausas, que só pedem o A. A linha de George Harrison(o canal da esquerda), dos Beatlesentra em ação no início da música e traça seu caminho da quinta corda aberta para o 2º e 4º traste antes de tecer os acordes D, G e A. Não dá para reproduzir imediatamente usando acordes abertos, mas não deve demorar muito. Mesmo as formas de duas notas no solo são possíveis de se tocar com um pouco de prática.

10. ‘WILDEST DREAMS’, TAYLOR SWIFT

Em uma performance solo em 2015, a cantora e compositora mostrou que às vezes tudo que você precisa é de um guitarra e uma música muito boa. Usando uma Fender Jaguar com (modelo Johnny Marr signature, série do ex-guitarrista dos Smiths), Taylor fez uma reinvenção impressionante de uma música que, de outra forma, não seria atraente para músicos mais tradicionais.

Preste atenção: tem C, Em e D nos versos e G, D, Am e C nos refrões, ou seja, cinco formas ao todo e ainda com um ritmo suave. Provavelmente a coisa mais difícil é lembrar a ordem dos acordes.

fonte: https://reverb.com.br/artigo/playlist-dos-seguidores-musicas-de-artistas-sugeridos-nas-redes-sociais-do-reverb

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Para encarar quarentena de coronavírus, O GLOBO lança festival de música online

#tamojunto fará transmissão ao vivo, de sexta a domingo, com shows de Adriana Calcanhotto, Martinho da Vila e Duda Beat, entre outros

O isolamento é forçado, mas fundamental neste momento para conter a expansão do novo coronavírus. E a gente, que vive de recomendar programas culturais, contar o que vai na cabeça dos artistas e discutir questões que mobilizam o setor, decidiu fazer o que puder para ajudar na quarentena — a forma mais eficaz de conter o avanço da doença. Por isso, O GLOBO está lançando o festival online #tamojunto, que já mobiliza mais de 30 artistas de diferentes gêneros musicais e gerações.

Com casas de espetáculos fechadas e turnês canceladas em todo o país, a ideia é levar pocket-shows de grandes nomes da música brasileira para o público em casa. De sexta a domingo, das 18h às 22h, cada artista fará uma apresentação caseira intimista de 30 minutos — o famoso live — em sua conta oficial no Instagram, com transmissão completa ao vivo no site e nas redes sociais do GLOBO. Entre os artistas que aderiram à iniciativa estão Martinho da Vila, Adriana Calcanhotto, Jards Macalé, Marcos Valle, Duda Beat e Margareth Menezes.

 

— É uma ideia muito boa para todos. Esta é uma forma de o artista exercer seu ofício e animar as pessoas — diz Martinho.

O elenco ainda traz nomes como Dona Onete, Juliana Linhares (Pietá), Simone Mazzer, Scalene, Ana Vilela, João Cavalcanti, Pedro Luís e Hamilton de Holanda. Com aulas presenciais canceladas na Universidade de Coimbra, onde leciona em Portugal, Adriana Calcanhotto reforça a importância da preocupação com quem se encontra nos grupos de risco da pandemia:

A cantora e compositora Adriana Calcanhotto Foto: Leo Aversa / Divulgação
A cantora e compositora Adriana Calcanhotto Foto: Leo Aversa / Divulgação

— Estou de quarentena musical, em casa, tocando violão, cantando e pensando no poder que as canções têm de nos manter unidos, ainda que a gente esteja isolado. Temos que pensar nas pessoas mais velhas, com saúde frágil e questões pré-existentes. A ideia é se manter unido pela música. Nossa maneira de colaborar é ficando em casa — ressalta a cantora, que também apresentará o projeto infantil Adriana Partimpim para as crianças

 

 

fonte: https://oglobo.globo.com/cultura/para-encarar-quarentena-de-coronavirus-globo-lanca-festival-de-musica-online-24311044

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