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Como Montar Acordes no Violão: 3 Simples Passos

Acordes no Violão: Você não precisa conhecer a fundo teoria e harmonia musical para saber montar um acorde, seja no violão ou qualquer instrumento musical.

como montar acordes no violão 3c

Com os 3 passos descritos neste artigo, você vai saber de FORMA PRÁTICA E RÁPIDA como montar qualquer acorde no violão, e já vai começar a tocar suas músicas preferidas, que afinal, é o que mais importa, não é mesmo?

A seguir mostro a teoria básica e de forma bem resumida sobre este assunto. Tem muito mais que esse resumo, mas só ele já vai te mostrar os conceitos MAIS importantes.

Teoria Básica sobre Como Montar Acordes…

 OS ACORDES maiores e menores são formados por 3 notas – A TRÍADE. Se tiver outras notas, elas são as alterações ou dissonâncias do acorde.

O BAIXO DO ACORDE é a origem da escala. Use sempre a escala maior (Diatônica) para contar os intervalos e achar as notas do acorde. Mesmo se for montar um acorde menor!

OS INTERVALOS da escala maior são TOM, TOM, SEMITOM, TOM, TOM, TOM, SEMITOM. No violão 1 Tom = 2 casas e 1 Semitom = 1 casa

O ACORDE MAIOR é formado pela Tônica, terça maior e quinta justa.

O ACORDE MENOR é formado pela Tônica, terça menor e quinta justa

ACORDE DE SÉTIMA MENOR – ou dominante – é formado pela Tônica, terça maior, quinta justa e sétima menor.

ACORDE MEIO DIMINUTO é formado pela tônica, terça menor, quinta menor e sétima menor.

ACORDE DIMINUTO é formado pela tônica, terça menor, quinta menor e sétima diminuta.

ACORDE DE SÉTIMA MAIOR é formado pela tônica, terça maior, quinta justa e sétima maior.

UM ACORDE DISSONANTE é formado pela tríade mais as alterações ( pode ser a quarta, sexta, nona, etc)

UM ACORDE INVERTIDO tem sua nota mais grave – geralmente a terça, quinta, sexta ou sétima menor – no baixo.

EXISTEM AINDA muitos outros tipos de acordes, mas esses relacionados são a base principal e mais usada. Entendendo como eles são formados, fica fácil para você montar os outros acordes.

NO VIOLÃO, devido às suas limitações, nem sempre é possível montar um acorde com todas as alterações. Às vezes é preciso suprimir algum grau ou nota da escala, e geralmente o 5º grau é excluído nesse caso.

3 Simples Passos para Montar Acordes no Violão

Com eles você saberá facilmente Como Montar Todos Acordes no Violão!

Se você seguir os 3 passos descritos aqui, vai saber de FORMA PRÁTICA E RÁPIDA como montar qualquer acorde no violão, e já vai começar a tocar suas músicas preferidas, que afinal, é o que mais importa, não é mesmo?

1 – TODO ACORDE é formado por 3 notas + as possíveis alterações.

Use sempre a ESCALA MAIOR (Diatônica), mesmo se for montar um acorde menor.

 

Escalas dos Acordes

como montar qualquer acorde no violão 1

 

2 – USE SEMPRE O 1º, 3º e 5º GRAUS DA ESCALA MAIOR

O Iº grau será a TÔNICA ou BAIXO do Acorde. O 3º grau define se o acorde é MAIOR ou MENOR. Os outros graus são as possíveis ALTERAÇÕES do acorde.

como montar qualquer acorde no violão 2

 

3 – ACORDES MENORES E INVERSÕES

Se o acorde for menor, deve-se diminuir em meio tom o 3º grau.

como montar qualquer acorde no violão 3

Escala de Sol maior : G   A   B   C   D   E   F#
Tríade do Acorde: G  B  D         Alterando 
3º grau: G  Bb  D

como montar qualquer acorde no violão 3b

Escala de Ré maior : D  E  F# G  A  B  C#
Tríade do Acorde: D  F#  A          Alterando 
3º grau > D  F  A
Baixo do Acorde: B

FONTE:

https://www.violaosambaechoro.com.br/como-montar-acordes-no-violao/

Carreira

Música – Guarida

Sobre as “flores”, guarida é uma das canções que compus, assista.
Composição: Flávio Véspero
Voz: Flávio Véspero

Novidades

7 benefícios de se ouvir música

Pressionar o botão “play” tem efeito poderoso.

A música tem a capacidade de nos fazer voltar atrás no tempo, animar uma festa ou criar o ambiente para uma noite descontraída e calma. Ela pode afetar sua vida positivamente e de maneira muito real.São inúmeras as razões para você se perder em uma música bonita, desde melhorar seu astral até aumentar sua motivação. Veja abaixo apenas alguns dos benefícios cientificamente comprovados que você obtém ao ouvir suas músicas favoritas (como se fosse realmente preciso convencê-lo disso!).

A música alivia a ansiedade.

Estudos revelam que ouvir música pode fisiologicamente reduzir o estresse e até diminuir sintomas de depressão. Pesquisadores no Reino Unido chegam a afirmar que certas canções são capazes de reduzir nossa ansiedade em 65%. Em outras palavras, a música pode ser um remédio para a mente.

Ela promove o bom humor.

Fora de brincadeira, uma música feliz pode fazer você sentir que está Walking on Sunshine. Pesquisas revelam que a música pode elevar nosso astral e nos deixar mais felizes.

Ela ajuda a curar nossas dores emocionais.

Admita: você já ouviu Adele sem parar depois de terminar com alguém de quem gostava (e não precisa se envergonhar disso!). A ciência mostra que isso pode ajudar. Pesquisas sugerem que músicas tristes podem, na realidade, induzir emoções positivas.

Um estudo de 2014 descobriu que, quando as pessoas ouvem canções melancólicas, sentem mais empatia, porque se identificam com a tristeza expressa pelo artista, mas não viveram as “implicações na vida real” do acontecimento triste do qual ele canta. Isso, por sua vez, pode ter efeito catártico, segundo especialistas.

A música pode nos motivar quando malhamos.

Uma música cheia de pique pode ser o segredo para nos motivar a malhar com garra. Estudos sugerem que a música pode reforçar sua sessão de exercícios, além de ajudar você a correr mais rápido e elevar sua resistência. Nada mal.

A música pode melhorar nosso sono.

Um estudo de 2008 constatou que ouvir música clássica ajuda a aliviar sintomas de insônia em estudantes universitários. Outras pesquisas também sugerem que a música pode nos mergulhar em um clima meditativo. Ou seja, uma maneira mais que agradável de nos ajudar a dormir melhor.

A música potencializa nosso desempenho.

Você precisa encarar um projeto grande? Ouça um pouco de música. Estudos revelam que música de fundo é capaz de elevar o desempenho cognitivo das pessoas quando realizam tarefas como exames acadêmicos (mas isso talvez dependa de se aquela música primeiro eleva o astral delas). Pesquisas também sugerem que músicas animadas nos ajudam a apresentar bom desempenho sob pressão.

A música não sai da sua cabeça.

Existe uma razão por que você nunca deixa de curtir aquelas canções de boy bands antigas: a música é o maior fator que existe para desencadear saudades. Especialistas acreditam que nosso cérebro continua apegado às músicas de nossa juventude porque nós as ouvimos numa época em que estávamos formando uma percepção de nós mesmos, de nossos vínculos sociais e do mundo que nos cercava. De certa maneira, a música ajudou a moldar nossa identidade.

E agora, você está pronto para colocar os fones de ouvido?

Este conteúdo foi originalmente publicado no HuffPost Brasil

Carreira

MÚSICA – ALEGRIA EM JEQUIBAU

Alegria em Jequibau é uma das minhas composições que fiz para homenagear esse ritmo brasileiro.

Composição: Flávio Véspero
Voz: Flávio Véspero

Mús
Carreira

Músicas – Só Tú

Relembrando os velhos tempos com uma das mais lindas canções, “Só tú”.

Composição: Mário Albanese e Paulo Setubal

Voz: Flávio Véspero

Novidades

A história das marchinhas de Carnaval

Preparem o confete, a serpentina e a fantasia: está chegando mais um Carnaval. Mas a folia só está completa com uma boa trilha sonora. Muito antes de os sambas-enredo e os trios elétricos baianos se tornarem as estrelas dessa festa, eram as marchinhas que alegravam os foliões. Com uma origem que remete ao final do século XIX, o gênero foi criado a partir da cadência da marcha portuguesa. O ritmo foi incrementado com os instrumentos de sopro inspirados nas bandas de jazz americanas, como saxofone e trompete.

A primeira música reconhecida como marcha de carnaval foi “Abre Alas”, composta pela pianista e regente Chiquinha Gonzaga, em 1889, para o cordão carnavalesco Rosa de Ouro. O auge desse gênero musical aconteceu anos depois, entre as décadas de 1920 e 1960, mas isso não quer dizer que as músicas foram esquecidas com o tempo. Os sucessos de um ano eram repetidos nos próximos carnavais e até hoje embalam várias festas pelo país.

As marchinhas já foram conhecidas como as caricaturas da sociedade brasileira: as letras são maliciosas e divertidas, têm um humor escrachado e retratam os costumes e a história do país no século passado. O politicamente correto não tem espaço, não existe tema proibido, as frases de duplo sentido são bem-vindas e qualquer tema sério se transforma em uma grande brincadeira.Entre compositores que se destacaram estão Braguinha, Lamartine Babo, João Roberto Kelly, Roberto Roberti, Manoel Ferreira, Ruth Amaral, Haroldo Lobo e muitos outros. Para cair na folia, conheça as histórias curiosas por trás das marchinhas de Carnaval.

Cabeleira do Zezé

A canção foi composta em 1964, pelo apresentador e ator Roberto Faissal e pelo músico João Roberto Kelly. Na época, eles trabalhavam na TV Excelsior do Rio de Janeiro e, durante os intervalos das gravações, frequentavam o bar São Jorge, em Copacabana. Um dos garçons – o José – tinha um cabelo grande, o que era considerado incomum para época. Ele chamava a atenção dos frequentadores e da namorada de Kelly. Com ciúmes da parceira e para fazer troça com o garçom, a dupla começou a compor a música “Cabeleira do Zezé”, que se tornou um grande sucesso dos bailes de carnaval.

O Retrato do Velho

Depois da ditadura do Estado Novo, Getúlio Vargas queria ser eleito presidente da república em 1950 pelo voto direto. Os compositores Haroldo Lobo e Marino Pinto foram contratados para criar um jingle para a campanha. Dessa forma surgiu a canção “Retrato do Velho”, que falava sobre o hábito de colocar a imagem de Vargas nas repartições públicas. A música ajudou a eleger o candidato e foi além: saiu da disputa eleitoral para animar os bailes. A letra faz apologia a Vargas, mas também foi usada de forma satírica pelos foliões para expressar sua indignação política.

Essa não foi a única vez em que as marchinhas de Carnaval foram utilizadas para ajudar candidatos. Em 1960, Jânio Quadros se utilizou do mesmo recurso com a famosa estrofe “Varre, Varre Vassourinha”.

Pierrot, Arlequim e Colombina

O triângulo amoroso entre os três famosos personagens da Commedia dell’Arte, gênero teatral criado no século XVI, na Itália, foi a inspiração para a marchinha “Pierrot Apaixonado”, composta por Noel Rosa e Heitor dos Prazeres. Na trama, o Pierrot é um serviçal pobre e ingênuo que se apaixona pela Colombina, uma dama de companhia, mas ela só tem olhos para o Arlequim, um servo debochado e preguiçoso. A história também foi tema da música “Máscara Negra”, composta por Zé Keti em 1967.

Mulata iê iê iê

Esse outro sucesso de João Roberto Kelly foi composto em homenagem à primeira mulher negra a concorrer ao título de Miss Brasil. A “mulata bossa nova” da canção é Vera Lúcia Couto, eleita Miss Estado da Guanabara em 1964. Ao vê-la desfilando durante o concurso, Kelly ficou admirado com a beleza e elegância da modelo e escreveu a música. O sucesso da marchinha se estende até os dias de hoje.

fonte: https://blog.saraiva.com.br/a-historia-das-marchinhas-de-carnaval/

Novidades

Música faz bem a saúde do coração e proporciona alegria e bem-estar

Que a música faz bem ao corpo e a mente, todo mundo sabe (ou já sentiu). Você ouve um acorde ali, outro acolá e em poucos segundos é tomado por emoções que acalmam fazem você viajar no tempo e relaxar.

Mas você sabia que além de relaxar, alegrar e trazer à tona lembranças e saudades, a música pode agir em nosso organismo curando doenças?

Uma pesquisa realizada pela Escola de Medicina da Universidade de Maryland, em Baltimore, nos Estados Unidos, analisou 10 mil voluntários fumantes e sem problemas de saúde.

Entre outras atividades, os cientistas pediram aos pacientes voluntários que elegessem uma canção que os fizesse se sentir bem e outra que aumentasse a ansiedade.

Após a pesquisa, os cientistas perceberam que os vasos sanguíneos dos braços dos voluntários se dilataram em 26% após ouvirem uma música alegre, enquanto as canções que lembravam tristeza e causavam ansiedade provocaram uma redução de 6% no fluxo sanguíneo.

Você sabe porque isso acontece?

Quando escutamos música, nosso ouvido transforma os sons em estímulos elétricos que chegam ao nosso cérebro provocando o aumento da produção de endorfina.

Este hormônio, por sua vez, causa sensação de bem-estar e relaxa o corpo, diminuindo os batimentos cardíacos e a pressão arterial.

“Nosso organismo é dotado de uma Identidade Sonora, chamada de ISO, que comanda nossa percepção e produção dos sons. Quando há um desequilíbrio neste sistema, a pessoa doente se sente menos motivada e mais triste e a música consegue trazer de volta o equilíbrio que ela precisa”, explica a fundadora e coordenadora do curso de musicoterapia da FMU, Maristela Smith.

Como funciona a Identidade Sonor

Todos nós nascemos dotados da capacidade de produzir sons universais, como tossir, espirrar, estalar os dedos, dentre outros, porém, através de nossa identidade sonora, produzimos estes sons de maneiras distintas e somos capazes de identificar as diferenças.

Assim, um simples espirro, por exemplo, é um som produzido por todos, porém, cada um de nós tem um jeito particular de espirrar. E isso acontece com todos os outros sons produzidos pelo nosso corpo: batimentos cardíacos, pulsação, andar, dentre outros.

Quando uma pessoa está doente, estes sons internos acabam saindo de seu ritmo natural, que é harmônico, entrando em desequilíbrio, e é nesse momento que a música pode ser usada como tratamento. “Através de sons externos, ou seja, da música e de outros sons corriqueiros no dia a dia, conseguimos trazer de volta este paciente para o seu equilíbrio rítmico e isso favorece a sua recuperação”, explica Maristela.

Mas não é só ao coração que a música fez bem

A sensação de prazer enquanto escutamos uma música é tão grande, que ela se tornou instrumento de terapias médicas auxiliando na recuperação de pacientes com diversos males e tem dado grandes resultados.

São hipertensos, doentes crônicos, crianças com problemas cognitivos e até portadores de necessidades especiais: “a musicoterapia tem o poder de curar ou ao menos amenizar os problemas de saúde dos pacientes sem o uso de medicamentos. Não que ela substitua o tratamento convencional, mas muitas vezes agiliza o processo de recuperação diminuindo o sofrimento do doente”, explica a musicoterapeuta Suzana Brunhara.

Como funciona a musicoterapia?

As sessões são em grupo ou individuais e dependem muito do perfil de cada paciente. Em geral, eles passam por uma avaliação, através de um questionário em que têm que relatar todo o seu histórico de saúde e suas preferências musicais, e depois por sessões de audição e produção de diversos tipos de sons.

“A ideia é perceber as reações do paciente a cada som que ele escuta para então identificar o que mais mexe com suas emoções. Depois disso, vamos aliar atividades que tenham a ver com o seu problema a músicas que o trazem ao equilíbrio”, explica a musicoterapeuta Suzana Brunhara.

Histórico musical

Embora muita gente confunda, o histórico musical da pessoa não está diretamente relacionado ao gosto pessoal dela, e sim as reações que ela tem a determinados sons.

Dessa forma, você pode gostar de rock, mas ficar com dor de cabeça ao ouvir este gênero durante muito tempo.

“O histórico pode sim ser determinado pelo gosto particular, mas em geral, está ligado a nossa memória auditiva que registra as sensações que determinadas batidas causam em nosso organismo fazendo com que sempre que a escutemos, sintamos a mesma sensação”, afirma Suzana.

Se a música não agrada, a dor pode ser maior

Suzana explica que a escolha da música é fundamental para a cura do paciente. Escolher a música inadequada para o estado clínico da pessoa pode intensificar os sintomas e até causar efeitos contrários graves, dependendo do caso.

“Se o paciente sofre de algum distúrbio psíquico, por exemplo, e ouve uma música que o deixa alterado, ele pode chegar a ter um surto psicótico, por exemplo. Por isso, é preciso muita observação durante os primeiros dias do tratamento e ao histórico musical da pessoa”, explica.

FONTE: http://www.minhavida.com.br/bem-estar/materias/11512-musica-faz-bem-a-saude-do-coracao-e-proporciona-alegria-e-bem-estar

Novidades

A importância da música na publicidade

Quem não gosta de música? Ela está presente em tudo à nossa volta, e não seria diferente na propaganda. Nós, publicitários, sabemos que uma das melhores formas de vender é transmitindo algo além do que apenas o produto ou serviço em questão, e uma das maiores missões de um profissional da área é passar emoções e sensações através do seu trabalho.

A música é uma forma de comunicação utilizada como um canal, onde é possível transmitir uma mensagem de forma sutil, eficiente e agradável, seja apenas para o prazer do ouvinte ou para influenciá-lo a tomar determinadas ações ou atitudes esperadas pelo anunciante – além de poder ajudar na construção de uma marca e estreitar sua relação com o consumidor.

Um ótimo exemplo é a Coca-Cola. Sempre com tom alegre e inspirador em suas campanhas, a marca tenta passar uma mensagem que desperte a empatia – não só a seus potenciais clientes, mas a todos que assistem a seu filme.

Entre tantos exemplos eu escolhi o filme abaixo, que mostra a propagação da prática do bem, sem estar diretamente vendendo o produto, mas sim a ideia. O nome da música é “Show me love”. Ela é a peça chave da campanha, complementando totalmente a mensagem da peça, e emocionando quem assiste:

Com isso, percebemos que a trilha sonora de um filme, se mudada, pode dar um sentido totalmente diferente a cena. É assim no cinema e na publicidade, por isso a escolha da música certa é tão importante para o nosso trabalho. Para encerrar, veja esse vídeo que mostra, de forma engraçada, como a troca da trilha sonora pode transformar uma cena.

FONTE: http://plugcitarios.com/2012/03/24/musica-e-publicidade/

Cursos

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Carreira

Música TEMPOS

Tempos é uma música feita no inicio dos anos 80, e fala do tempo de amar. Flávio Véspero participou em festivais de música com essa canção representando a escola onde estudava.

Composição: Flávio Véspero

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