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Espetáculo lítero-musical: Vitrines de Poesia

“Vitrines de Poesia” é o resultado da união entre Literatura e Música. Trata-se de um espetáculo lítero-musical, que parte de temas variados como o cotidiano, a existência, e os sentimentos humanos, enfim a vivência na cidade. O repertório consiste de composições e poesias de vários escritores e compositores brasileiros, e de obras que estejam em domínio público. É apresentado também neste repertório composições autorais de Flavio Vespero.

Inscrições: Não há inscrições
Classificação Etária: Livre
Site: http://www.santoandre.sp.gov.br/biblioteca/pesquisa/
Mais Informações: (11) 4433-0760
Localização: Biblioteca Nair Lacerda
Endereço: Praça IV Centenário, s/nº – Centro – Santo André.
14/04/2018 às 10:00 (45 minutos)
Preço: Grátis

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Musicoterapia: a música como tratamento para doenças

A musicoterapia é utilizada para aliviar e auxiliar no tratamento de diversas doenças e transtornos. Conheça todos os detalhes dessa técnica

Ao imaginarmos até que ponto os benefícios das canções podem chegar, é de conhecimento de poucos que os acordes e tons são capazes de contribuir no tratamento de diversos transtornos e, até mesmo, de levar alegria para as pessoas que estejam enfrentando uma situação conturbada. Acredite: isso já existe e se chama musicoterapia (possui, inclusive, graduação em ensino superior).

Como funciona a musicoterapia

“A musicoterapia é aplicada em tratamentos da área da saúde, pois desenvolve na pessoa a alegria e a motivação. Àquelas pessoas que se encontram em uma situação de vazio, de solidão, causada por uma doença ou por um momento, a música as transporta para outra realidade”, comenta o musicoterapeuta David Maldonado.

O profissional também exemplifica outros momentos em que as canções podem ser utilizadas; por exemplo, se uma pessoa tem dificuldade para se locomover, a música, por meio de sua frequência, irá determinar um ritmo, facilitando em sua mobilidade. Outro caso é o de alguém tem dificuldades em manter a atenção por muito tempo; com o tratamento, dedicará sua atenção aos instrumentos e na execução, potencializando sua concentração.

Indicações e benefícios

A equação música + tratamento pode resultar em melhorias para pessoas que sofrem com alguma disfunção. O musicoterapeuta elenca alguns casos:
– Estresse: “A pessoa deve identificar a origem desse problema e tomar algumas atitudes, que variam: ficar em silêncio, ouvir uma música boa de seu gosto pessoal que induza o relaxamento, seja instrumental ou não. Outra opção para auxiliar no alívio é tocar um instrumento, como a bateria”.
– Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH): “Além dos métodos terapêuticos, o paciente pode aprender a tocar algum instrumento musical, pois isso irá contribuir no tratamento”.
– Acidente vascular cerebral (AVC): “A música pode colaborar com a reabilitação social, emocional, física e, principalmente, da linguagem, porque a pessoa voltará a se expressar naturalmente”.
– Autismo: “Por meio da música, vemos, aos poucos, que as pessoas com autismo vão adquirindo uma maior expressividade, se organizando melhor, se acalmando e ampliando a atenção, o que resulta no processo da aprendizagem de novas capacidades”.

Carreira

Grupo – VIOLA BAGUA – SOL, SAUDADES E PÃO NO FORNO

Música ao ar livre no parque Salvador Arena, em São Bernardo do Campo. Esse clipe foi gravado a mais de um ano, a reação do público foi surpreendente.

Música: SOL, SAUDADES E PÃO NO FORNO
Música autoral – Gonçalo Pavanello e Hélio Góes.

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Cantar faz bem à saúde

Pesquisadora entra em grupo amador de canto e escreve livro para provar, com fundamento científico, porque soltar a voz faz bem

A escritora americana Stacy Horn publicou um livro que tenta provar com meios científicos o que quase todo mundo sente na pele: cantar faz bem à saúde. Em Imperfect Harmony: Finding Happiness Singing With Others (“Harmonia Imperfeita, Encontrando Felicidade Cantando com Outros”, na tradução literal, sem versão no Brasil), lançado no início de julho, a escritora conta a sua experiência e lança um convite geral para as pessoas participem de grupos de canto – e quanto mais amadores, melhor.

Horn entrou em um coral em Nova York quando tinha 26 anos e estava diagnosticada com depressão. Hoje, Horn recomenda o passatempo baseado em termos científicos.

Em termos de pesquisas, a área recebeu bastante atenção de cientistas ao redor do mundo, o que permitiu substituir as antigas especulações por informações mais palpáveis. Entre os fatos descobertos está o de que mais do que escutar, o ato de cantar melhora sensivelmente a produção de neurotransmissores responsáveis pelo controle da ansiedade, estresse e também pela sensação de prazer. Melhor do que simplesmente cantar, é cantar em grupo, e quanto mais amador melhor.

O uso da música como remédio ou instrumento mágico de cura é uma prática tão antiga quanto a própria música. Sob o nome de musicoterapia, especula-se os benefícios trazidos pela música a tratamento de depressão, esquizofrenia e até motores. Nestes casos, trata-se da aplicação da música em tratamentos neurológicos, como em casos de pacientes de Mal de Parkinson e Alzheimer, o que a dá outro nome: neuromusicoterapia.

Grupos de corais se tornaram objetos de estudo a partir dos bons resultados em termos de satisfação e saúde que apresentavam a seus membros. Além dos benefícios do ato de cantar em si, o coral ajuda a cumprir uma função social, extremamente importante para pacientes de doenças crônicas, por exemplo.

Um estudo de 2004, na Alemanha, avaliou alguns dos efeitos de se cantar em coral e constatou que a prática afeta positivamente a produção de cortisol, hormônio ligado ao controle do stress, imunidade e a presença de açúcar no sangue. Em 2012, o Departamento de Psicologia Experimental da Universidade de Oxford concluiu que o ato de cantar (assim como o de dançar) desencadeava a produção de endorfina, ligada à imunidade a dor e à sensação de prazer. Os mesmos efeitos não foram percebidos em pessoas que apenas escutaram à música.

Dois pesquisadores turcos analisaram grupos submetidos a sessões de cantoria em grupo e concluíram que cantar afetou diretamente seus níveis de ansiedade. Outra equipe, formada por pesquisadores da Universidade de Cardiff, do País de Gales, concluiu que a presença de pacientes com câncer em corais afetou diretamente indicadores relacionados a qualidade de vida e depressão.

E uma equipe liderada por um sueco do Centro de Reparação Cerebral e Reabilitação, do Instituto de Neurociência da Suécia, concluiu que o ritmo da música afeta a respiração (tornando-a mais lenta e profunda) e o batimento cardíaco de quem canta. Isso permitiu se chegar ao fato de que o batimento dos membros de grupos de cantores estão perfeitamente sincronizados, algo bem próximo do que acontece com grupos de meditação e o seus mantras.

“Cantar em grupo é mais barato que terapia, mais saudável que beber e certamente é mais divertido do que malhar em alguma academia”, escreveu Horn na Time.

FONTE

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Carmen Miranda: 12 curiosidades na biografia da ‘Pequena Notável’

No dia em que Maria do Carmo Miranda da Cunha completa 108 anos de história, a artista ganha homenagem especial do Google em doodle!

Em 9 de fevereiro de 1909, há exatos 108 anos, nascia Maria do Carmo Miranda da Cunha. Conhecida mundialmente como Carmen Miranda, ela marcou a trajetória da música e fez muito sucesso entre as décadas de 30 e 50. Para celebrar a data de seu aniversário, o Google resolveu homenagear a Pequena Notável com um doodle, mostrando o quanto a artista foi influente e é personagem marcante da história. Sobre a sua vida e carreira, uma série de curiosidades merecem destaque. Confira!

O que Carmen Miranda tem?

1. Apesar de ter sido reconhecida como símbolo internacional do Brasil no exterior, Carmen nasceu em Marco de Canaveses, em Portugal. Ainda muito pequena, veio morar no país e, então, foi criada na Lapa carioca.

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2. Em 1925, largou os estudos e começou a trabalhar como balconista em lojas. Em uma delas, aprendeu a fazer chapéus, o que foi determinante para a criação de seus futuros looks.

3. Ela foi considerada a primeira artista multimídia do Brasil. Além de cantar, também dançava e atuava. Por isso, chegou a trabalhar no rádio, no cinema, na televisão e no teatro de revista.

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4. Em 1933, tornou-se a primeira cantora a assinar contrato com uma rádio. O salário era de dois contos de réis ao mês.

5. Apesar de gostar muito de tango, Carmen Miranda apostou na gravação de marchinhas, que ficaram eternizadas pelas apresentações icônicas e sua voz peculiar.

6. Ao longo da carreira, Carmen ganhou alguns apelidos. “A Pequena Notável” (pelos seus 1,52m de altura), “The Brazilian Bombshell” (a bomba brasileira, em tradução livre) e “Embaixatriz do Samba”.

7. Ela era tão adorada pelas massas que chegou a virar boneca de papel e personagem de desenho da Disney.

8. Miranda chegou a ser a mulher mais bem paga do showbusiness norte-americano e, em 1944, recebeu o equivalente a R$ 9 milhões (valores de hoje).

9. Fez muito sucesso em países da America Latina e nos Estados Unidos, especialmente antes da Segunda Guerra Mundial.

10. Em 1940, apresentou-se na Casa Branca, em uma festa para o Presidente Roosevelt, pelo seu sétimo ano na presidência dos Estados Unidos.

11. No mesmo ano, ao retornar ao Brasil, foi acusada de ser usada como instrumento para a política de boa vizinhança dos americanos. Além disso, diziam que Carmen estava “americanizada”. Como resposta, lançou a música Disseram Que Eu Voltei Americanizada.

12. Carmen Miranda morreu na madrugada de 5 de agosto de 1955, em Los Angeles, depois de gravar um programa de televisão e sofrer um ataque cardíaco. O seu corpo foi velado por 60 mil pessoas, na Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro, e sepultado no Cemitério de São João Batista, com mais de 500 mil acompanhando o cortejo. Ela tinha apenas 46 anos

FONTE

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Jequibau, Valor e Significado – Ritmo e Gênero de Música criado por Mário Albanese e Ciro Pereira

Festeja-se no Município de no Estado de São Paulo, 13 de Agosto como o DIA DO JEQUIBAU, palavra ainda entendida como neologismo. Já se passaram 48 anos e o aproveitamento do termo JEQUIBAU é extenso e variado: nome de empresa, música, ritmo, gênero, livros, LP, CD, filmes, e nas diversificadas publicações de jornais, revistas, catálogos, concursos, no Brasil e no exterior. Mesmo assim, continua ignorado pelos dicionaristas.

Os Estados Unidos o receberam com significação e conceito. Jequibau, o excitante novo ritmo do Brasil, Jequibau, The Exciting New Rhythm From Brazil, é o título do álbum com dez (10) músicas originais de Mário Albanese e Ciro Pereira, editado em vinte e três (23) países simultaneamente. Os americanos tiveram o cuidado de ensinar como se pronuncia o termo Jequibau. You spell it this way, você soletra a palavra desse jeito: Jock-ee-bow, Jequibau! O prefácio, assinado por dois conceituados músicos, é explícito:

 Este maravilhoso ritmo nascido no Brasil é o primeiro 5/4 com uma pulsação verdadeira – Mº George Barnes. Jequibau é uma  verdadeira fórmula de cinco tempos – Mº George Cole.

Seguiram-se outras importantes avaliações, como a do crítico e músico, autor da Enciclopédia de Jazz, Leonard Feather: – Este novo e excitante ritmo do Brasil, jequibau, é um 5/4 que revela, com incrível simplicidade e charme, um novo entendimento métrico desse compassoSunny Skylar,compositor, EUA – Jequibau é o mais excitante ritmo do Brasil. Tem cinco tempos por compasso com autêntica individualidade brasileira. No Brasil,Amilton Godoy, pianista do Zimbo TrioO jequibau é uma expressão real para a nossa música, o 5/4 brasileiro! Prof. Wilson Cúria, autor do livroModern Method for Piano Bossa Nova and JequibauA assinatura métrica do jequibau garante-lhe o direito de ser o primeiro 5/4 com uma pulsação própria e verdadeira. A literatura de cordel com

Teo Macedo, renomado cordelista escreveu: Jequibau é jequibau / Diferente marcação / Cinco tempos por inteiro / Contrariando a tradição / Um compasso brasileiro / Nova forma de expressão! Jequibau é jequibau / A palavra é singular / Não existe em dicionário / Não adianta procurar / Depois de tantos fatos / É hora de registrar! Inserido em métodos de ensino, vencedor de concursos internacionais, gravado por nomes famosos da música nacional e internacional, o jequibau foi uma das maiores contribuições à evolução da música, cuja importância será melhor avaliada e compreendida através dos tempos, quando então terá destaque especial como capítulo importante na história da música brasileira – Brás Baccarin, Musicólogo, Brasil.

O pensamento cria, o desejo atrai e a fé no trabalho realiza!

Mário Jequibau Albanese.

Viola Baguá

Música: Sabiá lá na gaiola

Banda: Viola Baguá
Autor: Hervé Cordovill

Participo há alguns anos, do Grupo Viola Baguá, esta música é uma das muitas que reproduzimos nos diversos shows, dá uma olhada! 😉

FICHA TÉCNICA:
Célio Colella – Flauta/Percussão
Fernanda Diniz – Voz
Flávio Véspero – Voz/Violão
Gonçalo Pavanello – Viola
Gabriel Amorim – Violino/Percussão
Toni Vergilio – Voz
Vilson Moreno – Baixo/Voz/Percussão

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20 RITMOS BRASILEIROS

1. Axé
Também chamado de samba reggae, o ritmo surgiu na década de 1980 em Salvador, na Bahia, nos carnavais de rua. Para acompanhar as novas batidas de samba e os sons que surgiam a cada ano, os blocos foram incrementando cada vez mais as suas coreografias.

2. Bossa nova
A expressão nasceu nos anos 40, mas só ganharia força quase uma década depois. Influenciados pelo jazz, rapazes e moças que tocavam violão se reuniam para reuniões musicais no Rio de Janeiro. O cantor e compositor João Gilberto é considerado seu pioneiro. Em 1958, ele gravou seu primeiro disco simples, com as músicas “Chega de saudade” e “Bim-bom”.

3. Calango
Dança de Minas Gerais, em passos de samba ou tango, na qual se destaca um cantador que faz quadras de improviso, seguidas de um refrão cantado por todos os presentes.

4. Carimbó
Dança de roda ao ritmo do reco-reco, do pandeiro e do carimbó, um atabaque de cerca de um metro de comprimento, cavado num tronco. Nesta dança, uma bailarina se coloca no centro da roda e, com movimentos rápidos e trejeitos, procura encobrir o parceiro mais próximo com sua ampla saia. Se não consegue, cede lugar a outra. É típica da ilha de Marajó e do Nordeste em geral.

5. Cateretê
Remonta à época colonial, tendo surgido na zona rural do Sul do país. Duas colunas de homens sapateiam e batem palmas ritmadas, comandadas por um violeiro. Também é conhecido como catira.

6. Choro
O choro é um gênero musical genuinamente carioca. Em meados do século XIX, músicos amadores começaram a formar conjuntos baseados no violão e no cavaquinho. Com o tempo, a flauta foi admitida. O trio de instrumentos deu origem ao choro.

7. Chula
Dança típica do Rio Grande do Sul, com origens portuguesas. À base de sapateado, ela exige habilidade no corpo e força física nos pés.

8. Ciranda
Dança de roda para crianças. Mas no interior paulista também é um bailado de adultos, que termina em duas rodas de pares, os homens na de dentro e as mulheres na de fora.

9. Coco de roda
O coco, dança típica das regiões praieiras do Nordeste, tem uma forte influência dos batuques africanos. Ele é guiado por um canto e por palmas rítmicas dos componentes, ganzá e cuícas. Na coreografia, existem também as marcações dos bailados indígenas dos tupis. O coco nasceu como um folguedo da época junina, mas é dançado também em outras épocas do ano.

10. Dança do boi
Foi a resposta dos estados do Norte para o sucesso do axé, embora já fosse executada pelos povos nativos da região há pelo menos um século. Procura retratar alguns elementos da natureza, entre eles os animais. Os movimentos de braços e quadris e as coreografias peculiares a cada tipo de música são as marcas registradas desta dança. O grupo Carrapicho foi o responsável por sua popularização.

11. Forró
O forró surgiu no início do século XX nas casas de dança das cidades nordestinas. Existem três estilos, marcados pelo som de zabumbas, triângulos e sanfonas. O xote, de origem europeia e ideal para os iniciantes, é mais lento; consiste em dar dois passos (pulinhos) para um lado e dois para o outro. O baião é o mais rápido e exige um pouco de deslocamento. Ele foi criado no final da década de 1940 por violeiros que queriam recuperar o lundu, ritmo africano que fez sucesso no Brasil no século XVIII. No xaxado, os movimentos são marcados por um dos pés batendo no chão. Sobre a origem do nome, existem duas versões. Segundo o escritor, crítico musical e historiador José Ramos Tinhorão, a palavra “forró” vem de “forrobodó”, que significa “confusão”, “bagunça”. A outra versão conta que durante a Segunda Guerra, os Estados Unidos instalaram uma base militar em Natal, no Rio Grande do Norte. Quinze mil soldados americanos influenciaram a vida da população da cidade, com seus costumes e eletrodomésticos. Dizem que esses locais em que havia bailes eram conhecidos como “for all” (“para todos”, em inglês). A população, no entanto, pronunciava “forrol”, que virou “forró”.

12. Fricote
O som lembra o da lambada, mas a marcação do ritmo se destaca mais; tem mais batucada e menos teclado, além de sopros, fraseados musicais típicos da América Central. Não se dança de corpo colado. O fricote nasceu no Nordeste.

13. Gafieira
Apareceu na década de 1920, nos salões cariocas de dança. Esses lugares eram conhecidos como gafieiras, palavra que vem de gafe (segundo os mais tarimbados, muitos freqüentadores dançavam de qualquer jeito, cometendo uma série de gafes). O ritmo é uma mistura de samba e de chorinho.

14. Lambada
Inspirada no carimbó, dança folclórica do Pará, a lambada surgiu na década de 1970 e fez grande sucesso na Bahia. Sofreu influência de vários ritmos como o zouk (dança típica das Antilhas francesas), a salsa e o merengue, entre outros ritmos caribenhos. O grupo Kaoma, depois de uma consagradora temporada na Europa, no final da década de 1980, fez o país inteiro dançar de pernas coladas.

15. Lundu
De origem angolana e influência hispano-árabe, o lundu é uma atração da ilha de Marajó. Trata-se de uma dança extremamente sensual, que esteve perto de desaparecer porque era considerada um “diabólico folguedo” de escravos.

16. Maxixe
Os inventores do choro importaram, em 1844, um ritmo de sucesso na Europa, a polca tcheca, mas não a mantiveram tal e qual. O maxixe surgiu nos salões cariocas por volta de 1875. A execução dessa dança cheia de malícia é difícil. Nos tempos da República Velha, os casais se balançavam para a frente e para trás, de barriga colada, ao acordes de Chiquinha Gonzaga e Pixinguinha.]

17. Pagode
Baseando-se no samba, o carioca criou a gafieira e o paulistano inventou o pagode. É uma reunião com muita música, dança e comida, que aparece pela primeira vez em 1873. Mas ela ficou esquecida, só voltando com força em 1980, durante as reuniões de boteco ou de fundo de quintal. Os ritmistas se encontravam para fazer um sambinha cadenciado e sempre havia aqueles que ensaiavam alguns passinhos a dois.

18. Partido alto
Roda de samba na qual se distingue um dançarino solista. A música tem um refrão que é repetido por todos a cada quadra improvisada. Ganhou destaque principalmente no Rio de Janeiro, para onde foi levado por negros da Bahia.

19. Samba
A palavra é de uma língua africana chamada banto, falada na Angola. Deriva ou do termo “samba” (bater umbigo com umbigo), ou de “sam” (pagar) e de “ba” (receber). Nas antigas rodas de escravos se praticava a umbigada, dança em que dois participantes davam bordoadas um no baixo-ventre do outro. O Dia Nacional do Samba é comemorado em 2 de dezembro.

20. Xaxado
Bailado masculino em que os dançarinos formam fila indiana e dançam em círculo. Movimentos: sapateia-se três a quatro vezes com o pé direito, deslizando-se em seguida o esquerdo, ao som da zabumba. Foi popularizado pelos cangaceiros de Lampião, que o dançavam para comemorar vitórias. Típico do interior pernambucano.

FONTE

Carreira

Música – Crendices

Uma das mais belas composições dos meus amigos Mario Albanese e Irvando Luiz que tive o prazer de interpretar.


Composição: Mario Albanese e Irvando Luiz
Voz: Flávio Véspero

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