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Por que músicas marcam momentos na vida das pessoas?

A música está presente em muitos momentos de nossa vida. Existem pessoas que não vivem sem música. Até para trabalhar gostam de estar acompanhadas do ritmo musical que apreciam. Com esta presença forte, algumas músicas marcam momentos especiais em nossas vidas: romance, alegria, conquistas e, principalmente, saudade.

Muitas nos remetem a momentos em que vivemos junto às pessoas que amamos. E não é de hoje que a música faz parte da nossa vida. Já na Idade Média, algumas civilizações utilizavam a música para curar, aumentar a produtividade e manter as pessoas no mesmo ritmo de trabalho. Interessante, não é mesmo?

Como a música influencia a nossa vida

A música pode influenciar nosso sentimento e até mesmo mexer com nosso organismo. Ela pode trazer uma série de sensações positivas, como euforia, tristeza, saudade e até mesmo ansiedade.

Essa influência acontece porque nosso corpo reage ao ritmo da música e as suas vibrações podem alterar o humor e o estado de espírito de quem ouve. Despertando assim, emoções que têm efeito sobre o funcionamento do corpo e mente em geral.

Existem estudos e teorias nesta área que buscam comprovar alterações que ocorrem em órgãos e células no momento em que a música libera algum tipo de emoção.

Ciências como a Musicoterapia e a Biodança estudam a fundo estas teorias e mostram a música como um fator que tem grande interferência em nossa vida, tanto na questão de sentimentos, quanto das reações do corpo.

Neurologistas conseguiram explicar porque nos lembramos de pessoas ou lugares quando ouvimos determinadas músicas. A música ativa diferentes funções cerebrais, que despertam sentimentos bons ou ruins.

Músicas provocam sensações boas e ruins

Com ajuda de um scaner com imagens de ressonância magnética foi feito um mapeamento da atividade cerebral em alguns voluntários. Foram mesclados vários gêneros musicais, sendo que os pacientes ouviram seis músicas, onde uma delas era sua favorita.

Desta maneira, foram mapeadas as sinapses que a música provocava em cada paciente ao serem ouvidas.

Já se descobriu que músicas tranquilas diminuem o ritmo dos batimentos cardíacos e acalmam a mente, transmitindo sensação de tranquilidade. Por outro lado, constatou-se que músicas fortes e agitadas aceleram os batimentos do coração. Existem casos, inclusive, em que a música pode trazer mal-estar e ansiedade.

Com isso se conclui que a música tem a capacidade de alterar processos fisiológicos e liberar hormônios que alteram sensações boas e ruins. E não é a letra da música que causa essa influência, mas sim seu ritmo, batidas e acordes.

Músicas marcam momentos

A música também marca nossas memórias e experiências que tivemos no momento em que eram ouvidas. Podendo, como vimos, ser lembranças felizes, tristes ou saudosas.

É bastante comum associarmos alguma música a lembrança de pessoas que nos são queridas. A primeira música que o casal dançou juntos pode ficar marcada para sempre na vida deles.

A música que a mãe cantava para o filho dormir pode trazer para sempre o conforto da lembrança. Ouvir a música que nos lembra alguém pode gerar sentimentos de alegria por termos vivido juntos um momento feliz ou de saudades por alguém que já partiu.

É muito comum nos lembrarmos de alguém quando ouvimos uma música que sabemos que essa pessoa gostava ou que estava sempre cantando. São marcas deixadas em nossa memória e coração.

Uma boa lembrança de quem já partiu

O luto por alguém que partiu, nos causa dor e muitas vezes nos leva a ouvir determinadas músicas só para nos lembrarmos da pessoa amada que já não está mais conosco.

Faz parte da superação saber como vivenciar as fases do luto. E a lembrança despertada por uma determinada música pode nos trazer a presença da pessoa por alguns instantes.

A saudade, palavra que só existe na língua portuguesa, é cantada em diversas músicas. E também é, na maioria das vezes, o motivo pelo qual escolhemos ouvir determinado tipo de música.

Se você gosta de músicas que marcaram vidas, épocas e que falam de saudade, vai gostar da seleção desta playlist que criamos. Confira!

Você também pode colaborar com a nossa playlist levando em conta as músicas que marcaram momentos especiais na sua vida.

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Música faz bem a saúde do coração e proporciona alegria e bem-estar

Que a música faz bem ao corpo e a mente, todo mundo sabe (ou já sentiu). Você ouve um acorde ali, outro acolá e em poucos segundos é tomado por emoções que acalmam fazem você viajar no tempo e relaxar.

Mas você sabia que além de relaxar, alegrar e trazer à tona lembranças e saudades, a música pode agir em nosso organismo curando doenças?

Uma pesquisa realizada pela Escola de Medicina da Universidade de Maryland, em Baltimore, nos Estados Unidos, analisou 10 mil voluntários fumantes e sem problemas de saúde.

Entre outras atividades, os cientistas pediram aos pacientes voluntários que elegessem uma canção que os fizesse se sentir bem e outra que aumentasse a ansiedade.

Após a pesquisa, os cientistas perceberam que os vasos sanguíneos dos braços dos voluntários se dilataram em 26% após ouvirem uma música alegre, enquanto as canções que lembravam tristeza e causavam ansiedade provocaram uma redução de 6% no fluxo sanguíneo.

Você sabe porque isso acontece?

Quando escutamos música, nosso ouvido transforma os sons em estímulos elétricos que chegam ao nosso cérebro provocando o aumento da produção de endorfina.

Este hormônio, por sua vez, causa sensação de bem-estar e relaxa o corpo, diminuindo os batimentos cardíacos e a pressão arterial.

“Nosso organismo é dotado de uma Identidade Sonora, chamada de ISO, que comanda nossa percepção e produção dos sons. Quando há um desequilíbrio neste sistema, a pessoa doente se sente menos motivada e mais triste e a música consegue trazer de volta o equilíbrio que ela precisa”, explica a fundadora e coordenadora do curso de musicoterapia da FMU, Maristela Smith.

Como funciona a Identidade Sonor

Todos nós nascemos dotados da capacidade de produzir sons universais, como tossir, espirrar, estalar os dedos, dentre outros, porém, através de nossa identidade sonora, produzimos estes sons de maneiras distintas e somos capazes de identificar as diferenças.

Assim, um simples espirro, por exemplo, é um som produzido por todos, porém, cada um de nós tem um jeito particular de espirrar. E isso acontece com todos os outros sons produzidos pelo nosso corpo: batimentos cardíacos, pulsação, andar, dentre outros.

Quando uma pessoa está doente, estes sons internos acabam saindo de seu ritmo natural, que é harmônico, entrando em desequilíbrio, e é nesse momento que a música pode ser usada como tratamento. “Através de sons externos, ou seja, da música e de outros sons corriqueiros no dia a dia, conseguimos trazer de volta este paciente para o seu equilíbrio rítmico e isso favorece a sua recuperação”, explica Maristela.

Mas não é só ao coração que a música fez bem

A sensação de prazer enquanto escutamos uma música é tão grande, que ela se tornou instrumento de terapias médicas auxiliando na recuperação de pacientes com diversos males e tem dado grandes resultados.

São hipertensos, doentes crônicos, crianças com problemas cognitivos e até portadores de necessidades especiais: “a musicoterapia tem o poder de curar ou ao menos amenizar os problemas de saúde dos pacientes sem o uso de medicamentos. Não que ela substitua o tratamento convencional, mas muitas vezes agiliza o processo de recuperação diminuindo o sofrimento do doente”, explica a musicoterapeuta Suzana Brunhara.

Como funciona a musicoterapia?

As sessões são em grupo ou individuais e dependem muito do perfil de cada paciente. Em geral, eles passam por uma avaliação, através de um questionário em que têm que relatar todo o seu histórico de saúde e suas preferências musicais, e depois por sessões de audição e produção de diversos tipos de sons.

“A ideia é perceber as reações do paciente a cada som que ele escuta para então identificar o que mais mexe com suas emoções. Depois disso, vamos aliar atividades que tenham a ver com o seu problema a músicas que o trazem ao equilíbrio”, explica a musicoterapeuta Suzana Brunhara.

Histórico musical

Embora muita gente confunda, o histórico musical da pessoa não está diretamente relacionado ao gosto pessoal dela, e sim as reações que ela tem a determinados sons.

Dessa forma, você pode gostar de rock, mas ficar com dor de cabeça ao ouvir este gênero durante muito tempo.

“O histórico pode sim ser determinado pelo gosto particular, mas em geral, está ligado a nossa memória auditiva que registra as sensações que determinadas batidas causam em nosso organismo fazendo com que sempre que a escutemos, sintamos a mesma sensação”, afirma Suzana.

Se a música não agrada, a dor pode ser maior

Suzana explica que a escolha da música é fundamental para a cura do paciente. Escolher a música inadequada para o estado clínico da pessoa pode intensificar os sintomas e até causar efeitos contrários graves, dependendo do caso.

Fonte: https://www.minhavida.com.br/bem-estar/materias/11512-musica-faz-bem-a-saude-do-coracao-e-proporciona-alegria-e-bem-estar#:~:text=Quando%20escutamos%20m%C3%BAsica%2C%20nosso%20ouvido,card%C3%ADacos%20e%20a%20press%C3%A3o%20arterial.
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Saiba como surgiu a música natalina ‘Noite Feliz’, que completa 200 anos

Sidney Molina SÃO PAULO “Noite feliz” (sol-lá-sol-mi), duas vezes; “o Senhor (ré-ré-si), Deus de amor” (dó-dó-sol); “pobrezinho, nasceu em Belém” (lá-lá-dó-si-lá-sol-lá-sol-mi); “eis, na lapa, Jesus, nosso bem” (repetindo a melodia anterior); “Dorme em paz, ó Jesus!” (ré-ré-fá-ré-si-dó-mi); “Dorme em paz, ó Jesus!” (dó-sol-mi-sol-fá-ré-dó).

Com oito pequenas frases sonoras e letra traduzida para um número indefinido de idiomas —as fontes são disparatadas—, a canção “Noite Feliz” completa exatos 200 anos na noite desta segunda (24).

No Natal de 1818, na pequena cidade de Oberndorf, na Áustria —perto de Salzburgo, onde Mozart havia nascido 62 anos antes—, a melodia criada por Franz Xaver Gruber foi cantada pela primeira vez, na igreja de São Nicolau.

Como o órgão do templo não estava em boas condições, o coro foi acompanhado apenas por um violão. O padre Joseph Mohr havia escrito o texto, que no original alemão começa com “stille nacht, heillige nacht” (noite silenciosa, noite santa). De suas seis estrofes completas, apenas as três primeiras resistiram ao tempo.

A conhecida adaptação para o português foi realizada em 1912 pelo frei franciscano Pedro Sinzig, músico, escritor e jornalista austríaco naturalizado brasileiro. Com “silent night, holy night”, a versão em inglês mantém —ao menos nos versos iniciais— o sentido do original, mas isso não é regra: se em português a noite é “feliz”, em francês ela é doce (“douce nuit”) e, em espanhol, “de paz” (“noche de paz”). A gravação do cantor e ator americano Bing Crosby, de 1935, vendeu 30 milhões de cópias, o que a mantém como terceiro single mais vendido da história.

A interpretação arrastada e solene de Crosby se tornou o principal modelo das gerações seguintes, mas há quem busque outras vias, como o compositor russo Alfred Schnittke (1934-1998) em seu irônico arranjo para violino e piano.

Uma primeira característica da melodia de Gruber é o salto para o agudo da terceira frase (do “-liz”, de “feliz”, para o “o”, de “o Senhor”); uma outra é o fato de o final do verso “pobrezinho, nasceu em Belém” ter exatamente as notas iniciais de “noite feliz” (sol-lá-sol-mi).

O mesmo salto agudo ocorre uma segunda vez, de “bem” (em “Jesus, nosso bem”) para “dorme” (de “dorme em paz, ó Jesus!”), momento em que a melodia atinge o seu ponto agudo culminante, exatamente na palavra “paz”.

Gruber trabalhava como professor primário em Arnsdorf, a poucos quilômetros da igreja do padre Mohr. Sua melodia tem afirmação, repetição, variação, contraste, ponto culminante e conclusão, tudo em 12 compassos; o jogo de simetrias não é linear.

Ele talvez tenha pensado em compor algo simples, que pudesse ser cantado por seus alunos. Passados 200 anos, a classe do professor tem o tamanho de uma civilização.

 

Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2018/12/saiba-como-surgiu-a-musica-natalina-noite-feliz-que-completa-200-anos.shtml

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Música para cachorros – Como influenciam no bem-estar

Música relaxa, diminui a angústia, traz a nostalgia de tempos atrás e dá um ânimo para começar o dia, e não são só os humanos que colhem os benefícios de uma bela canção. A música para cachorros é um excelente meio de deixá-los mais felizes, pois os animais possuem ainda maior sensibilidade aos estímulos sonoros do que nós.

Além de trazer ótimas sensações para seu pet, a música também é um meio de conectar o tutor com o cachorro. Ouvir suas canções preferidas na companhia do melhor amigo é uma forma de tornar essa amizade ainda mais especial. 

Música para cachorros

Importância da música na vida do cachorro

Apesar de domesticado, o cachorro tem seu instinto animal aguçado e sabe que ameaças e riscos costumam ser acompanhados de sons intensos e altos; consequentemente, barulhos fortes deixam os pets tensos e em estado de alerta. Quando ouvem sons ininterruptos e constantes eles associam que podem ficar tranquilos, pois um ambiente cercado de paz se torna aconchegante e seguro.

Logo, a música para cachorro tem um papel importante para deixar o pet mais confortável. Quando não consegue dormir ou teve pesadelos, quando seu tutor sai para trabalhar ou quando está irritado por conta do clima tenso da casa uma música relaxante faz com que ele sinta mais calmo.

Tipos de músicas de cachorro

Calma aí, nem todo gênero musical é bom para os cães. Heavy metal, rock pesado, grunge e quaisquer outras músicas “pesadas” em geral podem deixá-los mais agressivos e menos sociáveis, pois o som alto e as batidas fortes deixam o cão em permanente estado de alerta.

Isso é o que apontou uma pesquisa conduzida pela Queens University Belfast, na Irlanda do Norte, com mais de 1000 cães que viviam em abrigos. A música clássica é, disparada, a melhor opção para os pets, e no teste os cães que ouviram esse gênero latiam menos e se tornavam mais sociáveis.

Música para relaxar cachorro: diversas playlists

Que a música clássica é a melhor música para cachorro você já sabe, mas no Spotify é possível encontrar as playlists Animal Healing, Music for Pets e Music for Dogs. E aqui vai uma curiosidade: a música “A Day in the Life” do Beatles possui um som de apito com frequência tão baixa que apenas cães podem ouvir. Faça o teste com seu pet e veja sua reação. 

Cão escutando música com headphones

Música para cães: benefícios

Alguns cães sofrem de insônia e estresse, que podem ser desencadeados por uma série de fatores, como medo, mudanças no seu território, clima tenso na casa ou a chegada de outro pet.

A música para cachorros faz com que eles consigam relaxar, pois a vibração das ondas sonoras ativa uma reação positiva no cérebro e altera a frequência cardíaca para que acompanhe o ritmo da música.

Música para cachorros: distração garantida

Outro fator positivo é a distração. Cães que sofrem com a ausência do tutor durante o dia ou que se prendem a qualquer movimento ou som diferente na rua podem ouvir música tanto para relaxar quanto para passar o tempo – parecido com você, quando põe os fones no ônibus para curtir o som e a viagem parece mais rápida.

Fonte: https://www.petz.com.br/blog/bem-estar/musica-para-cachorros/

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A arte da música e a inspiração para a vida

A música faz parte da nossa vida. Seja aquela que nos lembra a primeira dança enquanto adolescentes, o karaokê no churrasco com amigos e família, aquela que marca um momento romântico com nosso amor, o tema do filme que marcou época, aquele do comercial que não sai da cabeça, a que cantamos com nossos filhos no carro para a viagem parecer mais curta ou a cantiga para o bebê ninar.

O estilo de música que ouvimos também influencia em nosso comportamento, atitude e pensamentos. A música é feita para todo mundo e para cada emoção. É feita para cada dança e comemoração. Tem de todo tipo e gosto. Seja para celebrar, impressionar ou inspirar alegria, tristeza, paz, amor, dor e oração.

Música é arte. Arte que pode estar envolvida em correr, dirigir, dançar, limpar, cozinhar, sorrir, chorar, trabalhar, pensar, criar e sonhar. Qualquer acontecimento fica mais emocionante, dramático e convidativo quando há uma música, seja de fundo ou principal. Como dizia Victor Hugo“A música expressa o que não pode ser dito em palavras daquele que não pode permanecer calado”.

Na infância, eu me lembro de uma coleção antiga de discos de vinil que meu pai tinha. Os discos eram pesados e cada um de um compositor clássico. Cada LP vinha dentro de um envelope encadernado com a biografia de cada autor. Eu memorizei cada um deles antes mesmo de saber ler ou tocar. Aqueles LPs eram o tesouro da casa. Meu pai os ouvia e me ensinava a reconhecer cada instrumento tocado com esmero em cada sinfonia.

A harmonia das notas, o sentimento e as lembranças que cada composição trazia me inspirava a criar memórias, e hoje, ao relembrar esse tempo, pego-me sorrindo com as memórias de cada vez que ouvimos aqueles compositores.

Eu tinha meus favoritos, influenciada por meu pai segundo a história de cada um. Bach era o mestre, quase da família e predileto entre pai e filha; Beethoven era praticamente nosso vizinho da porta ao lado, o romântico; Handel era conterrâneo de alguns ancestrais e um de meus favoritos por muitos motivos; Tchaikovsky o autor da melodia que eu apanhei por meses para aprender no piano; Verdi lembrava os almoços na casa dos avós; Chopin era o que meu pai usava para treinar os canários a cantar; Mozart, o rebelde talentoso; e tantos outros…

O tempo passou. Eu conheci a MPB e virei fã de carteirinha. Depois a música pop internacional com o tempo da discoteca onde o que importava era os passos nas danças com os primos. Vieram o rock inesquecível de grupos como Queen e Gênesis que forravam as paredes do meu quarto; e os grupos nacionais que marcaram muitas épocas, como 14 BisRoupa NovaLegiãoParalamasTitãsEngenheiros. Conheci corais como Os Meninos de Viena e o perfeito Coro do Tabernáculo Mórmon. E tantos outros ritmos e músicas que embelezam o dia a dia com tantas harmonias.

Não tem jeito. Cada uma delas traz uma história ou memória diferente, ajuda a lembrar que tudo já foi e que pode ser melhor que o agora.

Educando os ouvidos para a boa música

Eu tive o privilégio de ter um pai que amava música e me passou isso. Ainda hoje quando escrevo ou fotografo, se houver um fundo musical que me inspira, as palavras fluem mais facilmente. Confesso que quando dirijo é a minha chance de extravasar as tensões ouvindo e cantando minhas favoritas.

Da mesma forma, músicas com letras tendenciosas e vulgares me trazem um sentimento de desespero.

Ensinando os filhos a apreciar a boa música

Tantas memórias e momentos únicos entre eu e meu filho temos quando cantamos juntos nossas canções favoritas nas muitas viagens que fizemos. “A dona aranha subiu pela parede…”, e o progresso de ritmos e sons enquanto crescia. Hoje um rapaz, no iPod dele, elas estão lá! Os clássicos do rock da minha época também. Quanto orgulho! Vez ou outra ele vem me pedir pra ouvir uma música que é legal ou interessante e não é que o rapaz tem bom gosto?

Desenvolver o talento de criar música

Eu aprendi um pouco de piano aqui, flauta ali, canto acolá. Meu filho se interessou pelo violino e pelo contrabaixo e tocou por muitos anos na orquestra da cidade. Composição e canto também fazem parte da vida. Se a criança exprime o desejo de aprender, e nós temos condições de promover o estudo, isso ajudará em muito. É comprovado que o estudo da música melhora o entendimento das matérias exatas na escola, e a memória em geral.

O uso da música para fins terapêuticos

Já repararam que quando estamos passando por situações difíceis na vida, a primeira coisa que fazemos é praticamente parar de ouvir música? Nós geralmente nos fechamos em nosso mundo e esquecemos das ferramentas que temos para ajudar em nosso autocontrole e prevenção da depressão.

A música pode ser uma ferramenta útil para descontrair, liberar o estresse, dar esperança, enfrentar medos, divertir-se, conhecer novas pessoas e mesmo nos transportar mais próximos de Deus.

A música como arma de destruição

Segundo um estudo pela Universidade de Londres, a música afeta como vemos as coisas, como expressamos nossas emoções e a rapidez com que vamos de um extremo ao outro em nosso comportamento. A pesquisa também explicou como a música evoca pensamentos através de sua forma abstrata de linguagem, muitas vezes com o ouvinte nem entendendo o que é cantado.

Ou seja, como tudo na vida tem um lado bom e outro ruim, algumas músicas também influenciam a atos não muito nobres, como sexualidade indiscriminada, vícios, drogas, álcool, liberalismo sexual, violência, desrespeito ao corpo feminino e até crimes.

Alguns ritmos hipnotizantes e mesmo propositalmente incitantes podem lavar com lama o cérebro dos valores aprendidos e instituir pensamentos que se transformam em ações bem rapidamente, e algumas destas podem nos levar a nos arrepender de alguns atos pelo resto de nossa vida.

A música que inspira x A música que desvia

Assista a este vídeo. Note como a boa música encanta pessoas de todas as idades.

É importante prestar atenção no que estamos ouvindo e o que fazemos nossa família ouvir. É importante filtrar os sons e peneirar os líricos. É essencial estabelecer o limite entre o que inspira e o que incita a atos vulgares.

Verifique o que seus filhos ouvem. Ensine informalmente a apreciarem a boa música, mas também pontualmente, dando o exemplo sobre os ritmos e seus derivados. É a constância e permissão de uma melodia ou realidade confusa e duvidosa que desvia um pensamento.

Se podemos ter o melhor, por que nos contentarmos com menos?

Temos muitas músicas maravilhosas e especiais que são parte de nossa vida. A apreciação cautelosa e o desenvolvimento do bom gosto ajudam na formação da personalidade e da identidade.

Respeitar os gostos alheios faz parte, e preservar os outros de serem obrigados a ouvirem o que gostamos também. Na maioria dos países do mundo, ainda temos a liberdade de ir e vir, ou seja, de sairmos de um local onde certas músicas são tocadas. E de usar fones de ouvido também.

Ouça música. Boa música. O tipo que sua alma precisa.

Fonte: https://www.familia.com.br/a-arte-da-musica-e-a-inspiracao-para-a-vida/

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Musicoterapia: O que é, benefícios, como a música pode mudar sua vida

A música está nas ruas, nas festas, em carros, em celulares, escolas, instituições e eventos da nossa vida. Ela está presente nas nossas lembranças mais tristes e mais felizes.

Como já dizia Rubem Alves, escritor, psicanalista e educador: Há músicas que contêm memórias de momentos vividos. Trazem-nos de volta um passado. Lembramo-nos de lugares, objetos, rostos, gestos, sentimentos. (…) Mas há músicas que nos fazem retornar a um passado que nunca aconteceu.”  Trecho do livro “Na Morada das Palavras” (Papirus Editora, 2003).

O que é Musicoterapia

Musicoterapia, como o nome já diz, é uma forma de tratar os pacientes através da música. É uma técnica que trabalha com a saúde ao utilizar formas diversas de aprendizado, expressões e arte. Trazendo prevenção e promoção de saúde para todos.

A música faz com que sintamos emoções positivas ou negativas. Ela evoca emoções que são ativadas em partes e áreas de nosso cérebro, por exemplo: córtex, amígdala, cerebelo, hipocampo e etc. Essas áreas são mais desenvolvidas e ativadas positivamente ao serem trabalhadas com a música. Melhora o humor, a atenção, concentração, a memória e lembranças profundas.

São feitas sessões com o paciente ativo, ao se colocar a tocar e cantar junto com o psicoterapeuta. Pode-se trabalhar sessões individuais ou em grupos, e cada um vai fazendo de acordo com o seu ritmo e/ou juntamente com o terapeuta, porém, ambos trabalhando as técnicas juntos, de forma ativa ou  passiva, quando o paciente apenas vai percebendo o que o terapeuta faz, toca ou canta.

A musicoterapia é feita com a execução de uma música ou trecho musical, por meio do qual o paciente vai acompanhando e participando ativamente.

Os benefícios são comprovados pelos estudos científicos e vistos no processo do terapia, os quais são observados um bom desenvolvimento dos pacientes nas sessões, melhor desempenho em suas sensações corporais e na capacidade que vão desenvolvendo em expressar suas emoções com mais facilidade.

Os benefícios da musicoterapia

O ato de ouvir música e/ou tocar, ajuda a melhorar as frequências cardíacas e respiratórias e pressão de pacientes portadores de doença arterial coronária.

Ajudam em transtornos neurológicos, pois tem se mostrado muito eficaz nos sintomas da ansiedadedepressão e de isolamento.

A musicoterapia tem efeitos surpreendente também no tratamento de pacientes vítimas de AVC. Sabe-se que a música desperta emoções nos pacientes vitimizados e ainda por cima estimulam as interações sociais; o que ajuda muito no processo do tratamento.

Pacientes com Mal de Alzheimer e outros tipos de Doenças Neurodegenerativas também são beneficiados com a Musicoterapia, pois o tratamento faz com que os pacientes tenham certa ativação neural.

Na vida social, a musicoterapia estimula a capacidade interativa e de comunicação, promovendo a socialização e melhora dos aspectos emocionais, físicos, biológicos e culturais. Ela une as pessoas e trata o humor, depressão, ansiedade, estresse e motiva cada vez mais os pacientes a encararem a vida com mais energia, motivação e determinação.

Procure se informar mais sobre a musicoterapia e comece também a ouvir músicas que te agradam. Comece a perceber como a troca de experiências entre pessoas e pacientes podem lhe dar mais força, energia e assim enfrentar melhor as dificuldades e ter uma qualidade de vida melhor.

Procure um profissional de saúde para lhe ajudar em seus medos e ansiedades. Saiba que com o tratamento adequado você pode ter uma vida mais feliz, saudável e com mais harmonia em tudo.

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Dormir ouvindo música pode prejudicar a qualidade do sono?

A música é uma parte importante na vida de muitas pessoas. Algumas delas estão sempre com fones de ouvido no caminho do trabalho, do local de estudo ou durante a prática de atividades físicas. Já outras têm dificuldade de dormir se não ouvirem seu artista preferido ou uma música calma.

Ouvir músicas calmas na hora de dormir ajuda a melhorar a memória

Será que esse hábito realmente ajuda a pegar no sono ou será que pode prejudicar a qualidade do sono? “Escutar música pode ajudar a embalar o sono, porém devem ser evitadas músicas muito agitadas. É melhor ouvir algo mais calmo, que ajude a relaxar”, afirma o especialista em sono Shigueo Yonekura.

Além de ajudar a dormir, pesquisadores da Universidade de Tübingen, na Alemanha, descobriram que ouvir música na hora de dormir traz benefícios também para a memória. Testes realizados com 11 pessoas demonstraram que o aprendizado e a memória podem ser melhorados com estímulos musicais.

Músicas animadas podem atrapalhar o sono

Canções de ritmos mais acelerados, por outro lado, podem ter o efeito oposto: deixar a pessoa ainda mais agitada e prejudicar o sono. Uma noite mal dormida tem consequências que estendem ao longo do dia. “A privação do sono causa prejuízos na capacidade de atenção, de concentração e de memorização, além de gerar consequências para a produtividade profissional”, explica a especialista Camilla Pinna.

A psiquiatra diz ainda que a falta de sono é um desestabilizador do humor e, em casos mais graves, pode até precipitar quadros depressivos. Portanto, é importante garantir uma boa qualidade do sono. Reduzir o consumo de cafeína, praticar exercícios físicos regularmente e estabelecer horários para dormir e acordar em um ambiente confortável, com poucos ruídos e pouca luz são atitudes que ajudam a dormir bem.

 

FONTE: https://cuidadospelavida.com.br/cuidados-e-bem-estar/dormir-bem/dormir-ouvindo-musica-prejudicar-qualidade-sono

Carreira, Cursos, Notícias, Novidades, Teatro

GRUPO VOCAL ESPERANÇAR

Flávio Véspero faz parte do Grupo Vocal Esperançar e nós “gostamos de cantar e encantar. A música é alegria, um momento doce e faz bem ao coração. Ela alimenta a alma, faz recordar, é animação, deleite, entusiasmo, paz e amor”.(Geraldo Tadeu Amaral)

 

Carreira, Notícias, Novidades, Teatro

GRUPO VOCAL ESPERANÇAR

Flávio Véspero faz parte do Grupo Vocal Esperançar e nós “gostamos de cantar e encantar. A música é alegria, um momento doce e faz bem ao coração. Ela alimenta a alma, faz recordar, é animação, deleite, entusiasmo, paz e amor”.(Geraldo Tadeu Amaral)

 

 

Notícias

Melhores aplicativos para baixar música no celular

Ouvir música baixada direto no celular, embora já um pouco incomum, ainda não é coisa do passado. O método permite que as faixas sejam escutadas de qualquer lugar, mesmo que o celular não tenha um plano de dados ativo, e é especialmente útil para longas viagens por localidades sem cobertura.

Confira uma seleção dos melhores apps para download de músicas para ouvir offline.

Spotify

O Spotify é amplamente conhecido pelo seu vasto catálogo de músicas e podcasts para todos os gostos, mas você sabia que o app também salva músicas para ouvir enquanto estiver offline? Essa opção é exclusiva para assinantes de qualquer pacote (que começam em R$ 16,90 por mês) e permite downloads ilimitados de playlists, álbuns e podcasts para ouvir no app sem distrações. Compatível com Android e iOS.

YouTube Music

O competidor YouTube Music conta com a mesma função de download. O serviço é limitado a 500 faixas e faz parte da ferramenta Mixtape Offline, exclusiva para assinantes Premium (a partir de R$ 16,90 por mês) da plataforma.

A ferramenta permite baixar automaticamente músicas, álbuns e playlists favoritas do usuário enquanto está conectado ao Wi-Fi para que sempre tenha uma seleção de sons disponíveis, mesmo que não haja mais contato com a internet. Download disponível para Android e iOS.

Deezer

Esse serviço de streaming é menos conhecido, mas conta com um volumoso catálogo com mais de 53 milhões de músicas. Nele, assinantes (a partir de R$ 16,90 por mês) podem baixar faixas para ouvir onde quiserem, sem anúncios ou interrupções, e podem adicionar os próprios arquivos MP3 para ampliar as coleções. Disponível para Android e iOS.

Amazon Music e Amazon Music Unlimited

Pela Amazon, há duas alternativas: Amazon Music, serviço de streaming que faz parte do pacote de assinatura Amazon Prime, com um catálogo de 2 milhões de músicas; e Amazon Music Unlimited, com a disposição de 50 milhões de músicas, centenas de playlists e estações selecionadas pela companhia, totalmente exclusivo para assinantes (R$ 16,90 por mês, sem ter relação com a assinatura Amazon Prime).

Nos dois casos, os serviços permitem que o usuário faça o download das faixas favoritas para escutar enquanto estiver sem conexão. Ambos estão disponíveis para Android e iOS.

Palco MP3

Um dos apps mais baixados no Brasil, o Palco MP3 oferece milhares de músicas de uma vasta lista de artistas para gostos variados. Todo o catálogo é composto por autores independentes que estão começando a carreira no mundo da música e procuram meios para a divulgação dos trabalhos.

Atualmente, há cerca de 1,4 milhão de músicas de 60 gêneros musicais, incluindo sertanejo, brega, funk, forró e reggae. Está disponível para Android e iOS.

FONTE: https://www.tecmundo.com.br/software/205375-melhores-aplicativos-baixar-musica-celular.htm

 

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