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Notícias – Flávio Véspero - Page 6
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Música para cachorros – Como influenciam no bem-estar

Música relaxa, diminui a angústia, traz a nostalgia de tempos atrás e dá um ânimo para começar o dia, e não são só os humanos que colhem os benefícios de uma bela canção. A música para cachorros é um excelente meio de deixá-los mais felizes, pois os animais possuem ainda maior sensibilidade aos estímulos sonoros do que nós.

Além de trazer ótimas sensações para seu pet, a música também é um meio de conectar o tutor com o cachorro. Ouvir suas canções preferidas na companhia do melhor amigo é uma forma de tornar essa amizade ainda mais especial. 

Música para cachorros

Importância da música na vida do cachorro

Apesar de domesticado, o cachorro tem seu instinto animal aguçado e sabe que ameaças e riscos costumam ser acompanhados de sons intensos e altos; consequentemente, barulhos fortes deixam os pets tensos e em estado de alerta. Quando ouvem sons ininterruptos e constantes eles associam que podem ficar tranquilos, pois um ambiente cercado de paz se torna aconchegante e seguro.

Logo, a música para cachorro tem um papel importante para deixar o pet mais confortável. Quando não consegue dormir ou teve pesadelos, quando seu tutor sai para trabalhar ou quando está irritado por conta do clima tenso da casa uma música relaxante faz com que ele sinta mais calmo.

Tipos de músicas de cachorro

Calma aí, nem todo gênero musical é bom para os cães. Heavy metal, rock pesado, grunge e quaisquer outras músicas “pesadas” em geral podem deixá-los mais agressivos e menos sociáveis, pois o som alto e as batidas fortes deixam o cão em permanente estado de alerta.

Isso é o que apontou uma pesquisa conduzida pela Queens University Belfast, na Irlanda do Norte, com mais de 1000 cães que viviam em abrigos. A música clássica é, disparada, a melhor opção para os pets, e no teste os cães que ouviram esse gênero latiam menos e se tornavam mais sociáveis.

Música para relaxar cachorro: diversas playlists

Que a música clássica é a melhor música para cachorro você já sabe, mas no Spotify é possível encontrar as playlists Animal Healing, Music for Pets e Music for Dogs. E aqui vai uma curiosidade: a música “A Day in the Life” do Beatles possui um som de apito com frequência tão baixa que apenas cães podem ouvir. Faça o teste com seu pet e veja sua reação. 

Cão escutando música com headphones

Música para cães: benefícios

Alguns cães sofrem de insônia e estresse, que podem ser desencadeados por uma série de fatores, como medo, mudanças no seu território, clima tenso na casa ou a chegada de outro pet.

A música para cachorros faz com que eles consigam relaxar, pois a vibração das ondas sonoras ativa uma reação positiva no cérebro e altera a frequência cardíaca para que acompanhe o ritmo da música.

Música para cachorros: distração garantida

Outro fator positivo é a distração. Cães que sofrem com a ausência do tutor durante o dia ou que se prendem a qualquer movimento ou som diferente na rua podem ouvir música tanto para relaxar quanto para passar o tempo – parecido com você, quando põe os fones no ônibus para curtir o som e a viagem parece mais rápida.

Fonte: https://www.petz.com.br/blog/bem-estar/musica-para-cachorros/

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A arte da música e a inspiração para a vida

A música faz parte da nossa vida. Seja aquela que nos lembra a primeira dança enquanto adolescentes, o karaokê no churrasco com amigos e família, aquela que marca um momento romântico com nosso amor, o tema do filme que marcou época, aquele do comercial que não sai da cabeça, a que cantamos com nossos filhos no carro para a viagem parecer mais curta ou a cantiga para o bebê ninar.

O estilo de música que ouvimos também influencia em nosso comportamento, atitude e pensamentos. A música é feita para todo mundo e para cada emoção. É feita para cada dança e comemoração. Tem de todo tipo e gosto. Seja para celebrar, impressionar ou inspirar alegria, tristeza, paz, amor, dor e oração.

Música é arte. Arte que pode estar envolvida em correr, dirigir, dançar, limpar, cozinhar, sorrir, chorar, trabalhar, pensar, criar e sonhar. Qualquer acontecimento fica mais emocionante, dramático e convidativo quando há uma música, seja de fundo ou principal. Como dizia Victor Hugo“A música expressa o que não pode ser dito em palavras daquele que não pode permanecer calado”.

Na infância, eu me lembro de uma coleção antiga de discos de vinil que meu pai tinha. Os discos eram pesados e cada um de um compositor clássico. Cada LP vinha dentro de um envelope encadernado com a biografia de cada autor. Eu memorizei cada um deles antes mesmo de saber ler ou tocar. Aqueles LPs eram o tesouro da casa. Meu pai os ouvia e me ensinava a reconhecer cada instrumento tocado com esmero em cada sinfonia.

A harmonia das notas, o sentimento e as lembranças que cada composição trazia me inspirava a criar memórias, e hoje, ao relembrar esse tempo, pego-me sorrindo com as memórias de cada vez que ouvimos aqueles compositores.

Eu tinha meus favoritos, influenciada por meu pai segundo a história de cada um. Bach era o mestre, quase da família e predileto entre pai e filha; Beethoven era praticamente nosso vizinho da porta ao lado, o romântico; Handel era conterrâneo de alguns ancestrais e um de meus favoritos por muitos motivos; Tchaikovsky o autor da melodia que eu apanhei por meses para aprender no piano; Verdi lembrava os almoços na casa dos avós; Chopin era o que meu pai usava para treinar os canários a cantar; Mozart, o rebelde talentoso; e tantos outros…

O tempo passou. Eu conheci a MPB e virei fã de carteirinha. Depois a música pop internacional com o tempo da discoteca onde o que importava era os passos nas danças com os primos. Vieram o rock inesquecível de grupos como Queen e Gênesis que forravam as paredes do meu quarto; e os grupos nacionais que marcaram muitas épocas, como 14 BisRoupa NovaLegiãoParalamasTitãsEngenheiros. Conheci corais como Os Meninos de Viena e o perfeito Coro do Tabernáculo Mórmon. E tantos outros ritmos e músicas que embelezam o dia a dia com tantas harmonias.

Não tem jeito. Cada uma delas traz uma história ou memória diferente, ajuda a lembrar que tudo já foi e que pode ser melhor que o agora.

Educando os ouvidos para a boa música

Eu tive o privilégio de ter um pai que amava música e me passou isso. Ainda hoje quando escrevo ou fotografo, se houver um fundo musical que me inspira, as palavras fluem mais facilmente. Confesso que quando dirijo é a minha chance de extravasar as tensões ouvindo e cantando minhas favoritas.

Da mesma forma, músicas com letras tendenciosas e vulgares me trazem um sentimento de desespero.

Ensinando os filhos a apreciar a boa música

Tantas memórias e momentos únicos entre eu e meu filho temos quando cantamos juntos nossas canções favoritas nas muitas viagens que fizemos. “A dona aranha subiu pela parede…”, e o progresso de ritmos e sons enquanto crescia. Hoje um rapaz, no iPod dele, elas estão lá! Os clássicos do rock da minha época também. Quanto orgulho! Vez ou outra ele vem me pedir pra ouvir uma música que é legal ou interessante e não é que o rapaz tem bom gosto?

Desenvolver o talento de criar música

Eu aprendi um pouco de piano aqui, flauta ali, canto acolá. Meu filho se interessou pelo violino e pelo contrabaixo e tocou por muitos anos na orquestra da cidade. Composição e canto também fazem parte da vida. Se a criança exprime o desejo de aprender, e nós temos condições de promover o estudo, isso ajudará em muito. É comprovado que o estudo da música melhora o entendimento das matérias exatas na escola, e a memória em geral.

O uso da música para fins terapêuticos

Já repararam que quando estamos passando por situações difíceis na vida, a primeira coisa que fazemos é praticamente parar de ouvir música? Nós geralmente nos fechamos em nosso mundo e esquecemos das ferramentas que temos para ajudar em nosso autocontrole e prevenção da depressão.

A música pode ser uma ferramenta útil para descontrair, liberar o estresse, dar esperança, enfrentar medos, divertir-se, conhecer novas pessoas e mesmo nos transportar mais próximos de Deus.

A música como arma de destruição

Segundo um estudo pela Universidade de Londres, a música afeta como vemos as coisas, como expressamos nossas emoções e a rapidez com que vamos de um extremo ao outro em nosso comportamento. A pesquisa também explicou como a música evoca pensamentos através de sua forma abstrata de linguagem, muitas vezes com o ouvinte nem entendendo o que é cantado.

Ou seja, como tudo na vida tem um lado bom e outro ruim, algumas músicas também influenciam a atos não muito nobres, como sexualidade indiscriminada, vícios, drogas, álcool, liberalismo sexual, violência, desrespeito ao corpo feminino e até crimes.

Alguns ritmos hipnotizantes e mesmo propositalmente incitantes podem lavar com lama o cérebro dos valores aprendidos e instituir pensamentos que se transformam em ações bem rapidamente, e algumas destas podem nos levar a nos arrepender de alguns atos pelo resto de nossa vida.

A música que inspira x A música que desvia

Assista a este vídeo. Note como a boa música encanta pessoas de todas as idades.

É importante prestar atenção no que estamos ouvindo e o que fazemos nossa família ouvir. É importante filtrar os sons e peneirar os líricos. É essencial estabelecer o limite entre o que inspira e o que incita a atos vulgares.

Verifique o que seus filhos ouvem. Ensine informalmente a apreciarem a boa música, mas também pontualmente, dando o exemplo sobre os ritmos e seus derivados. É a constância e permissão de uma melodia ou realidade confusa e duvidosa que desvia um pensamento.

Se podemos ter o melhor, por que nos contentarmos com menos?

Temos muitas músicas maravilhosas e especiais que são parte de nossa vida. A apreciação cautelosa e o desenvolvimento do bom gosto ajudam na formação da personalidade e da identidade.

Respeitar os gostos alheios faz parte, e preservar os outros de serem obrigados a ouvirem o que gostamos também. Na maioria dos países do mundo, ainda temos a liberdade de ir e vir, ou seja, de sairmos de um local onde certas músicas são tocadas. E de usar fones de ouvido também.

Ouça música. Boa música. O tipo que sua alma precisa.

Fonte: https://www.familia.com.br/a-arte-da-musica-e-a-inspiracao-para-a-vida/

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Musicoterapia: O que é, benefícios, como a música pode mudar sua vida

A música está nas ruas, nas festas, em carros, em celulares, escolas, instituições e eventos da nossa vida. Ela está presente nas nossas lembranças mais tristes e mais felizes.

Como já dizia Rubem Alves, escritor, psicanalista e educador: Há músicas que contêm memórias de momentos vividos. Trazem-nos de volta um passado. Lembramo-nos de lugares, objetos, rostos, gestos, sentimentos. (…) Mas há músicas que nos fazem retornar a um passado que nunca aconteceu.”  Trecho do livro “Na Morada das Palavras” (Papirus Editora, 2003).

O que é Musicoterapia

Musicoterapia, como o nome já diz, é uma forma de tratar os pacientes através da música. É uma técnica que trabalha com a saúde ao utilizar formas diversas de aprendizado, expressões e arte. Trazendo prevenção e promoção de saúde para todos.

A música faz com que sintamos emoções positivas ou negativas. Ela evoca emoções que são ativadas em partes e áreas de nosso cérebro, por exemplo: córtex, amígdala, cerebelo, hipocampo e etc. Essas áreas são mais desenvolvidas e ativadas positivamente ao serem trabalhadas com a música. Melhora o humor, a atenção, concentração, a memória e lembranças profundas.

São feitas sessões com o paciente ativo, ao se colocar a tocar e cantar junto com o psicoterapeuta. Pode-se trabalhar sessões individuais ou em grupos, e cada um vai fazendo de acordo com o seu ritmo e/ou juntamente com o terapeuta, porém, ambos trabalhando as técnicas juntos, de forma ativa ou  passiva, quando o paciente apenas vai percebendo o que o terapeuta faz, toca ou canta.

A musicoterapia é feita com a execução de uma música ou trecho musical, por meio do qual o paciente vai acompanhando e participando ativamente.

Os benefícios são comprovados pelos estudos científicos e vistos no processo do terapia, os quais são observados um bom desenvolvimento dos pacientes nas sessões, melhor desempenho em suas sensações corporais e na capacidade que vão desenvolvendo em expressar suas emoções com mais facilidade.

Os benefícios da musicoterapia

O ato de ouvir música e/ou tocar, ajuda a melhorar as frequências cardíacas e respiratórias e pressão de pacientes portadores de doença arterial coronária.

Ajudam em transtornos neurológicos, pois tem se mostrado muito eficaz nos sintomas da ansiedadedepressão e de isolamento.

A musicoterapia tem efeitos surpreendente também no tratamento de pacientes vítimas de AVC. Sabe-se que a música desperta emoções nos pacientes vitimizados e ainda por cima estimulam as interações sociais; o que ajuda muito no processo do tratamento.

Pacientes com Mal de Alzheimer e outros tipos de Doenças Neurodegenerativas também são beneficiados com a Musicoterapia, pois o tratamento faz com que os pacientes tenham certa ativação neural.

Na vida social, a musicoterapia estimula a capacidade interativa e de comunicação, promovendo a socialização e melhora dos aspectos emocionais, físicos, biológicos e culturais. Ela une as pessoas e trata o humor, depressão, ansiedade, estresse e motiva cada vez mais os pacientes a encararem a vida com mais energia, motivação e determinação.

Procure se informar mais sobre a musicoterapia e comece também a ouvir músicas que te agradam. Comece a perceber como a troca de experiências entre pessoas e pacientes podem lhe dar mais força, energia e assim enfrentar melhor as dificuldades e ter uma qualidade de vida melhor.

Procure um profissional de saúde para lhe ajudar em seus medos e ansiedades. Saiba que com o tratamento adequado você pode ter uma vida mais feliz, saudável e com mais harmonia em tudo.

Carreira, Cursos, Notícias, Novidades, Teatro

GRUPO VOCAL ESPERANÇAR

Flávio Véspero faz parte do Grupo Vocal Esperançar e nós “gostamos de cantar e encantar. A música é alegria, um momento doce e faz bem ao coração. Ela alimenta a alma, faz recordar, é animação, deleite, entusiasmo, paz e amor”.(Geraldo Tadeu Amaral)

 

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Flávio Véspero faz parte do Grupo Vocal Esperançar e nós “gostamos de cantar e encantar. A música é alegria, um momento doce e faz bem ao coração. Ela alimenta a alma, faz recordar, é animação, deleite, entusiasmo, paz e amor”.(Geraldo Tadeu Amaral)

 

 

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Melhores aplicativos para baixar música no celular

Ouvir música baixada direto no celular, embora já um pouco incomum, ainda não é coisa do passado. O método permite que as faixas sejam escutadas de qualquer lugar, mesmo que o celular não tenha um plano de dados ativo, e é especialmente útil para longas viagens por localidades sem cobertura.

Confira uma seleção dos melhores apps para download de músicas para ouvir offline.

Spotify

O Spotify é amplamente conhecido pelo seu vasto catálogo de músicas e podcasts para todos os gostos, mas você sabia que o app também salva músicas para ouvir enquanto estiver offline? Essa opção é exclusiva para assinantes de qualquer pacote (que começam em R$ 16,90 por mês) e permite downloads ilimitados de playlists, álbuns e podcasts para ouvir no app sem distrações. Compatível com Android e iOS.

YouTube Music

O competidor YouTube Music conta com a mesma função de download. O serviço é limitado a 500 faixas e faz parte da ferramenta Mixtape Offline, exclusiva para assinantes Premium (a partir de R$ 16,90 por mês) da plataforma.

A ferramenta permite baixar automaticamente músicas, álbuns e playlists favoritas do usuário enquanto está conectado ao Wi-Fi para que sempre tenha uma seleção de sons disponíveis, mesmo que não haja mais contato com a internet. Download disponível para Android e iOS.

Deezer

Esse serviço de streaming é menos conhecido, mas conta com um volumoso catálogo com mais de 53 milhões de músicas. Nele, assinantes (a partir de R$ 16,90 por mês) podem baixar faixas para ouvir onde quiserem, sem anúncios ou interrupções, e podem adicionar os próprios arquivos MP3 para ampliar as coleções. Disponível para Android e iOS.

Amazon Music e Amazon Music Unlimited

Pela Amazon, há duas alternativas: Amazon Music, serviço de streaming que faz parte do pacote de assinatura Amazon Prime, com um catálogo de 2 milhões de músicas; e Amazon Music Unlimited, com a disposição de 50 milhões de músicas, centenas de playlists e estações selecionadas pela companhia, totalmente exclusivo para assinantes (R$ 16,90 por mês, sem ter relação com a assinatura Amazon Prime).

Nos dois casos, os serviços permitem que o usuário faça o download das faixas favoritas para escutar enquanto estiver sem conexão. Ambos estão disponíveis para Android e iOS.

Palco MP3

Um dos apps mais baixados no Brasil, o Palco MP3 oferece milhares de músicas de uma vasta lista de artistas para gostos variados. Todo o catálogo é composto por autores independentes que estão começando a carreira no mundo da música e procuram meios para a divulgação dos trabalhos.

Atualmente, há cerca de 1,4 milhão de músicas de 60 gêneros musicais, incluindo sertanejo, brega, funk, forró e reggae. Está disponível para Android e iOS.

FONTE: https://www.tecmundo.com.br/software/205375-melhores-aplicativos-baixar-musica-celular.htm

 

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10 curiosidades incríveis sobre música

É difícil encontrar alguém que não ame música. Todo mundo tem um artista preferido, uma faixa que marcou um momento da vida ou até uma tatuagem com letra de alguma canção.

Talvez, por isso mesmo, você já tenha se perguntado: por que será que música move tanto a gente?

10 curiosidades que você não sabia sobre música

A gente aposta que você vai acabar compartilhando alguma dessas curiosidades com aquele seu amigo que ama música ou contar na mesa de bar. Vem conferir:

1. A música pode ser utilizada como tratamento para mal de Parkinson e pacientes que sofreram AVC

A gente fica emocionado só de contar essa! E não é mentira ou exagero: vários estudos mostram que há uma forte relação entre a música, nossa coordenação motora, nosso controle postural e nosso equilíbrio.

Neurologistas afirmam que a musicoterapia, por tempo prolongado, pode melhorar e muito a saúde de um paciente.

2. Só uma em cada 10 mil pessoas consegue reconhecer uma nota musical de ouvido, sem referência

Já ouviu falar de ouvido absoluto? É um fenômeno raro, em que uma pessoa consegue ouvir e reconhecer uma nota musical sem ter um tom de referência.

Se você não tem ouvido absoluto, sinto lhe dizer que nós não conseguimos desenvolver essa habilidade depois de adultos. Mas sem desespero! Sempre dá pra aprender a ter ouvido relativo, que é reconhecer uma nota ouvida a partir de uma referência.

3. De modo geral, músicos tendem a ter uma média de vida menor que o resto da população.

Um estudo chamado Stairway to H*ll: Life and Death in the Pop Music Industry avaliou a longevidade de músicos comparada à do resto da população americana. O resultado foi que, em média, músicos vivem 25 anos a menos. 

Dá pra imaginar o motivo, né? A indústria musical é famosa pelos seus excessos, seja com relação à drogas e álcool ou ao ritmo intenso da carreira. 😕

4. Música estimula e utiliza praticamente todo o nosso cérebro.

Essa explica um pouco por que gostamos tanto de música: é tipo um carinho pro nosso cérebro! Poucas atividades estimulam quase todas as áreas do órgão, e música é uma delas.

5. Músicas aumentam a velocidade do crescimento de plantas!

Sim, eu juro! Segundo um estudo conduzido na Coreia do Sul, plantas crescem mais rápido se você tocar música pra elas.

A pesquisa foi feita com peças clássicas que foram reproduzidas para diferentes plantações, incluindo a Sonata ao Luar de Beethoven. Segundo os cientistas, plantas tem genes que as permitem “ouvir”.

Se você plantou um manjericão na varanda do seu apartamento e não cresceu ainda, experimenta botar sua playlist pra mudinha ouvir!

6. Fãs de música clássica e de heavy metal tem personalidades semelhantes.

Uma pesquisa feita pela Universidade da Escócia traçou um perfil dos fãs de cada gênero musical, analisando cerca de 36 mil pessoas no mundo todo.

Fora a diferença de idade, os pesquisadores descobriram que os fãs de heavy metal e de música clássica têm personalidades praticamente iguais: são criativos, introspectivos e tranquilos. E aí, você é um deles?

7. 5% da população mundial tem aversão à música.

Dá pra acreditar? A chamada “anedonia musical” afeta 5% das pessoas, que simplesmente não gostam de música. Mas não é uma doença nem nada disso: são pessoas que apreciam outros estímulos aos sentidos, só não curtem música.

8. Músicas felizes ou tristes afetam a forma que você vê o mundo ao seu redor.

Fica ouvindo músicas tristes e acha que isso não afeta seu humor? Tenho más notícias pra você! Estudos comprovam que nosso cérebro associa as diversas informações dos seus sentidos e faz uma somatória desses estímulos.

Aos poucos, o tom de uma música feliz pode elevar seu ânimo e fazer com que você veja as coisas de forma mais positiva, por exemplo. Ou seja: pode ouvir sua música triste sim, mas com moderação, tá?

9. Sua música preferida provavelmente é sua preferida porque você associa a algum evento emocional na sua vida.

Associamos músicas específicas a eventos específicos, conscientemente ou não. Sua canção preferida talvez não esteja ligada a um caso que você se lembre, mas provavelmente o assunto ou a ~vibe~ faz seu cérebro associar a faixa a uma boa memória.

10. O show gratuito com o maior público de todos os tempos foi realizado no Brasil!

De acordo com o Guinness World Records, o show de Rod Stewart no RJ em 1993 teve o maior número de pessoas da história de concertos gratuitos. Foi no Ano Novo, e cerca de 4,2 milhões de pessoas estiveram presentes na Praia de Copacabana!

Veja Mais: https://www.letras.mus.br/blog/curiosidades-sobre-musica/

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Escutar música é algo tão corriqueiro que é difícil imaginar a influência que ela tem em nosso cérebro e como modifica nossas estruturas emocionais. Mas isso acontece. Quando captados pelos ouvidos, os sons musicais vão até áreas responsáveis pela interpretação do estímulo primário (neste caso, o som), até que tal estímulo é categorizado pelo cérebro dentro de um padrão específico conforme ele se repete (ritmo). Ao reconhecer o ritmo e, posteriormente, a harmonia, o cérebro se desperta e acende múltiplas outras regiões: percorre o tronco cerebral, o tálamo e são inicialmente percebidos e interpretados nos lobos temporais, desencadeando reações secundárias. Mesmo atingindo regiões específicas, a música tem o poder de acionar o cérebro como um todo .

Um estudo publicado na revista científica norte-americana Neuron em 2015, descobriu uma área no cérebro localizada no córtex auditivo que identifica a música, mas não outros sons, como a fala, por exemplo. Neuro Rodrigues de Almeida Neto, neurologista e preceptor em neurologia do Hospital das Clínicas de São Paulo, explica que o impacto da música pode ser dividido em alguns pontos baseados em aspectos da vida diária em que há influência musical. Humor e estado mental O humor tem relação, principalmente, com os neurotransmissores serotonina e dopamina, explica Fernando Gomes, neurocirurgião e neurocientista do Hospital das Clínicas de São Paulo. “A música é capaz de estimular esses circuitos e modular o humor, induzindo a euforia, alegria ou até mesmo o baixo-astral”, completa. Almeida Neto cita como exemplo determinados padrões, escalas de notas musicais e ritmos que são capazes de mudar a maneira como recebemos o conteúdo de um espetáculo de teatro, de um filme ou até mesmo de uma cena de novela, reforçando a carga emocional.

Ele explica que as harmonias que geram sentimentos alegres ou tristes no ocidente são diferentes e até mesmo antagônicas às do oriente. “Isso se deve justamente pelo atrelar de emoções com os padrões musicais ao longo do desenvolvimento psicossocial de uma determinada cultura”, afirma. Quando a música passa a fazer parte da memória afetiva, ao ser ativada, irá modificar o nível de hormônios e neurotransmissores no corpo humano, seja aumentando ou reduzindo o nível de alerta, acalmando ou irritando, alegrando ou deprimindo. Nestes casos, não é apenas a canção em si, mas os sentimentos que te ligam a esta música. Ao evocar memórias, a música funciona como uma facilitadora de vivências emocionais.

Cognição e aprendizado

Segundo Almeida Neto, a música é fonte de mudanças no estado de alerta, adaptabilidade e receptibilidade de informações novas. “A chamada plasticidade [capacidade do sistema nervoso gerar e adaptar conexões em uma rede já estabelecida] é capaz de modificar micro e macroscopicamente determinadas regiões do cérebro”.

“A curto prazo, a música pode melhorar agudamente a concentração, inclusive com padrões musicais específicos”, afirma o médico. Ele diz ainda que, no longo prazo, ela facilita a absorção de novos padrões e facilita o aprendizado de novas linguagens e informações.

Esses fatores acontecem tanto em crianças quanto em adultos em idade avançada. Apesar de ser em menor grau, o aprendizado musical ou mesmo só escutar músicas, pode induzir plasticidade e adaptação. Alemida Neto orienta aos pacientes que aprendam estilos musicais e instrumentos como forma de aumentar a “reserva cognitiva”.

Terapia médica ou musicoterapia

Começaram na década de 70 os estudos e a aplicação de terapia musical, ou musicoterapia, para auxiliar pacientes com transtornos de ansiedade ou antes de uma cirurgia. “Um exemplo muito interessante de aplicação da música e ritmo é seu auxílio no caminhar de pacientes com doença de Parkinson”, explica o neurologista.

Segundo o médico, o ritmo é capaz de desbloquear a incapacidade do paciente caminhar, pois a marcha em cima de um ritmo é gerada em um local do cérebro que não está afetado pela doença. Pessoas que possuem autismo e suas variantes usam a música para facilitar a interação social, comunicação não verbal, iniciativa, empatia, alegria e relacionamento interpessoal.

O cérebro influencia no nosso gosto musical?

Para Gomes, influências genéticas e culturais afetam as preferências dos ritmos entre as pessoas. “Se uma pessoa é exposta durante a sua infância e adolescência a um determinado tipo de ritmo, música caribenha, por exemplo para um morador da América Central, com experiências e vivências emocionais positivas, como afeto, amores, amizade, família e amigos, o cérebro dela irá naturalmente apreciar tal ritmo”.

Entretanto, o neurocientista analisa que há evidências de que fatores genéticos influenciam no padrão dos receptores neurais da dopamina relacionados com a música, ou seja, algumas pessoas já são naturalmente mais sensíveis musicalmente e, portanto, podem apresentar maior gosto pela música e até mesmo por diferentes ritmos.

Veja Mais: https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2019/10/24/musica-interfere-no-nosso-cerebro-e-melhora-humor-e-aprendizado.htm

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O bem que a música faz

A musicoterapia é um híbrido entre arte e saúde e serve para promover a comunicação, expressão e aprendizado

Há músicas que contêm memórias de momentos vividos. Trazem-nos de volta um passado. Lembramo-nos de lugares, objetos, rostos, gestos, sentimentos. (…) Mas há músicas que nos fazem retornar a um passado que nunca aconteceu”, escreveu o psicanalista e escritor Rubem Alves (1933-2014), em seu livro “Na morada das palavras”. 

Inclusive, a música nos remete a uma conhecida expressão, usada quando queremos nos referir a uma boa notícia, a uma sensação prazerosa: “Isso soa como música para os meus ouvidos”.

Tal é o poder e a magia da música. Como se fosse pouco, ao se descobrir seus benefícios para o tratamento de saúde, surgiu a musicoterapia, que vem a ser o uso da música num contexto de tratamento, reabilitação ou prevenção de problemas de saúde e para promover o bem-estar. Trata-se de um processo sistemático, que decorre ao longo do tempo e é baseado em evidências científicas, conduzido por um terapeuta a uma pessoa ou a um grupo.

Através de sons, cantos e instrumentos musicais, o tratamento proporciona o equilíbrio do indivíduo em várias dimensões – psicológica, social e até física. Também atua na recuperação de pessoas que apresentam distúrbios de fala e audição, bem como problemas neurológicos, deficiências ou doenças mentais.

Abrir canais de comunicação

E como funciona e quais são os benefícios da musicoterapia? O terapeuta Alexandre Faria explica, no blog Eu sem Fronteiras, que a nomenclatura já é autoexplicativa, isto é, o musico terapeuta é terapeuta e não professor de música. “Ele não tem como objetivo montar bandas ou corais com os pacientes/clientes, a menos que este formato faça parte do processo terapêutico”.

Segundo ele, esse método utiliza a música e/ou seus elementos (som, melodia, harmonia e ritmo) como ferramentas de trabalho dentro do processo terapêutico. “De acordo com Benenzon (autor de “Teoria da musicoterapia: contribuição ao conhecimento do contexto não-verbal”, 1988), a musicoterapia tem como objetivo abrir canais de comunicação no ser humano, a fim de estabelecer efeitos terapêuticos, psicoprofiláticos e reabilitação no paciente e na sociedade. Neste momento o sujeito passa a ser um todo e não partes, um olhar para o biopsicossocial”.

Resumindo, podemos definir a musicoterapia como um híbrido entre arte e saúde que serve para promover a comunicação, expressão e aprendizado. Pode ser utilizado em qualquer área que haja demanda, seja promovendo saúde, reabilitando ou atuando como medida de prevenção ou simplesmente para melhorar a qualidade de vida.

E também pode ser aplicada de forma comunitária, ou social, visando fortalecer grupos e possibilitar o engajamento e organização necessários para que os indivíduos tenham plenas capacidades de enfrentar os desafios comuns da vida em sociedade.

Segundo a Federação Mundial de Musicoterapia, “a musicoterapia objetiva desenvolver potenciais e restabelecer as funções do indivíduo para que ele/ela possa alcançar uma melhor integração intra e interpessoal e, consequentemente, uma melhor qualidade de vida”.

A música e o cérebro

A música evoca emoções intensas e age no cérebro ativando diversas regiões. Um estudo publicado em 2014 na revista PLoS One analisou como o cérebro funciona quando sob influência de música

.Nesse estudo, os pesquisadores colocaram músicos de jazz para tocar seus instrumentos enquanto faziam uma ressonância magnética do cérebro. Essa prática serviu para averiguar quais partes do cérebro se acendiam quando os músicos estavam tocando.

Além de se constatar que todas aquelas regiões foram de fato ativadas, os pesquisadores pediram que os músicos improvisassem em conjunto. Isso possibilitou a constatação de que o cérebro, quando estamos improvisando uma música em conjunto, funciona de uma maneira muito similar a quando estamos conversando oralmente com outra pessoa.

Essa descoberta serve de respaldo para musicoterapia e seus benefícios para processos comunicativos, visto que as mesmas áreas de comunicação se acendem tanto quando estamos conversando como quando estamos tocando algum instrumento com outra pessoa.

Além disso, a música ativa diversas regiões do cérebro responsáveis pela memória, como o hipocampo. Isso faz com que ela possa ser utilizada de forma terapêutica em pacientes que sofrem com doenças neurodegenerativas, como o Alzheimer.

É bastante difícil descrever o que acontece em uma sessão de musicoterapia, pois existem diversas abordagens de tratamento. Ele pode ser realizado com o paciente passivo, somente escutando o musicoterapeuta tocando, ou ativo, ou seja, participando e fazendo música com o terapeuta.

Essas sessões de terapia são muito úteis para ajudar no desenvolvimento de habilidades comunicativas e de autoexpressão. Também é possível da musicoterapia ser utilizada em grupos, em que todos os membros tocam algum instrumento em conjunto e participam da execução de uma música. Segundo os estudos de caso, as sessões ajudam os pacientes a se soltarem mais e expressarem as próprias emoções com mais facilidade. (Fonte: blog Minuto Saudável).

Alucinações musicais, relatos sobre a música e o cérebro 

“A música é uma das experiências humanas mais assombrosas e inesquecíveis, e no livro “Alucinações musicais, relatos sobre a música e o cérebro”, o neurologista e escritor Oliver Sacks nos faz entender por quê. A exemplo de seus livros anteriores, entre os quais se destacam “Tempo de despertar” e “O homem que confundiu sua mulher com um chapéu”, Sacks nos oferece histórias musicais cheias de drama e compaixão humana envolvendo pessoas comuns ou portadoras de distúrbios neuroperceptivos.

O que se passa com o cérebro humano ao fazer ou ouvir música? Onde exatamente reside o enorme poder, muitas vezes indomável, que a música exerce sobre nós? Essas são algumas das questões que Oliver Sacks explora, em seu estilo cativante, nesta admirável coletânea de casos, mostrando, por exemplo, como a música pode nos induzir a estados emocionais que de outra maneira seriam ignorados por nossa mente ou ainda evocar memórias supostamente perdidas nos meandros do cérebro.

É impossível não se impressionar com a história do médico que experimenta, depois de atingido por um raio, uma irresistível compulsão por música de piano, a ponto de se tornar ele mesmo um pianista. Ou com os casos de “amusia”, uma condição clínica que faz Mozart soar como uma trombada automobilística aos ouvidos da pessoa afetada.

Sem contar as histórias de gente afetada dia e noite por alucinações musicais incessantes. O estudo de casos surpreendentes de pessoas com distúrbios neurológicos ou perceptivos ligados à música reitera a crença de Sacks em uma medicina que humaniza o paciente e tenta, junto com a abordagem clínica, integrar as dimensões psicológica, moral e espiritual tanto das afecções quanto de seu tratamento.”

Sobre o autor

Oliver Sacks (1933-2015) foi um neurologista britânico, autor de diversos best sellers e professor de neurologia clínica na Columbia University. Com a publicação de “Enxaqueca”, em 1970, iniciou uma brilhante carreira de escritor. As histórias de seus pacientes lhe serviram de inspiração para escrever a maioria dos seus livros, em grande parte relatos clínicos da vida de seus pacientes. Além disso, teve um papel importantíssimo na criação e fundamentação científica do Institute for Music and Neurologic Function (Instituto para Música e Funções Neurológicas). Seu livro “Tempo de Despertar” inspirou o filme homônimo com Robert De Niro e Robin Williams. (Fonte: editora Companhia das Letras).

 

Fonte: http://acervo.avozdaserra.com.br/noticias/o-bem-que-musica-faz

 

Notícias

História da Bossa Nova: conheça o estilo que levou o Brasil para o mundo

Ah, a bossa nova! Música com o gostinho do Rio de Janeiro, que traz o cheiro do mar junto com o som do violão.

Com as letras poéticas de Vinicius de Moraes e a complexidade dos acordes de Tom Jobim, ao lado do ritmo limpo de João Gilberto, o estilo musical brasileiro nasceu na década de 50 e levou para o mundo inteiro um toque de brasilidade.

Pode-se dizer que a bossa nova é uma das principais culpadas pelo fato de o Brasil ser mundialmente conhecido pelo que na verdade é só o Rio de Janeiro.

Mas, afinal, de onde a bossa nova surgiu? Vem descobrir o que levou à criação de um dos grandes ritmos da música brasileira.

A história da bossa nova

Antes de começar a falar sobre a história da bossa nova, precisamos falar sobre o contexto da época. Era um momento pós-ditadura de Vargas, em um Brasil que começava a se acostumar com a ideia de liberdade.

Falava-se em reformas e em mudanças e, principalmente a partir da eleição de Juscelino Kubitschek, em 1955, a palavra da vez era modernização.

A música, sendo elemento social que interage com a época, não podia passar imune a todo esse sentimento de avanço. Na época, o samba-canção fazia sucesso, mas já não combinava mais com o estilo de vida dos jovens.

Roberto Menescal, um dos fundadores do estilo, conta que ele e os amigos buscavam uma música mais moderna e mais alegre e cujas letras falassem sobre o que eles sentiam.

Foi assim que, na década de 50, um grupo de jovens da Zona Sul do Rio de Janeiro começou a se reinventar.

Reunidos em rodas de samba e de viola, nas varandas dos apartamentos ou na praia, os nomes da bossa nova começaram a surgir, ainda adolescentes. Carlos Lyra, autor de um dos primeiros sucessos do estilo, escreveu a letra de Maria Ninguém durante uma aula no ensino médio.

Influência internacional na bossa nova

Além do samba, genuinamente brasileiro, a bossa nova também teve influência do Jazz. Foi a partir dessa mistura que o cantor e compositor João Gilberto definiu o ritmo que ficou conhecido como batida diferente e que veio a se tornar a bossa nova.

Também foi ele quem criou o jeito falado de cantar, com voz baixa e suave, e com as notas exatas, sem voltas.

É importante dizer que os jovens que integravam o movimento que originou a bossa nova eram de classe média. Isso pode não parecer tão relevante, mas foi determinante para o rumo que a música tomou.

Acontece que foi isso que fez com que eles tivessem contato com o exterior, com as influências que vinham de outros países, além do conhecimento de música clássica que muitos tinham.

Chega de Saudade, primeiro hit da bossa nova

A saída oficial do estilo de dentro das rodinhas aconteceu quando João Gilberto lançou um disco compacto que continha o primeiro grande sucesso da bossa nova: Chega de Saudade, uma composição da dupla Tom Jobim e Vinicius de Moraes.

E por falar em Tom Jobim, foi ele quem trouxe para a bossa nova as características que fazem ela ser temida pelos músicos iniciantes: os acordes complexos e as mudanças um tanto quanto inusitadas na melodia.

Na época, Tom já era expert em música clássica e trouxe essa influência para suas composições.

A ideia deu tão certo que ainda no auge do sucesso — se é que ele saiu de lá um dia —, Tom Jobim se tornou o segundo músico mais reproduzido do mundo, atrás apenas dos Beatles.

A capacidade do cantor de arranjar e dar ainda mais beleza pra música fica muito clara em Samba de Uma Nota Só, por exemplo.

A música fez sucesso na voz da cantora Nara Leão, uma das maiores intérpretes da época, que ficou consagrada como a musa da bossa nova — título mais que merecido, né?

O sucesso mundial de Garota de Ipanema

Se Tom Jobim ficou conhecido como o maior arranjador da bossa nova, Vinicius de Moraes é dono do título de maior letrista.

Poeta por natureza, diplomata e um dos maiores escritores da literatura brasileira, Vinicius decidiu encaixar suas letras justamente naquele novo ritmo.

Foi aí que nasceu a parceria entre Tom e Vinicius, uma dupla que se consagrou pela eternidade e que é dona de incontáveis sucessos da música brasileira.

É deles a famosa Garota de Ipanema, que chegou a ficar 96 semanas na segunda posição do Top 100 da Billboard, competindo pelo topo com A Hard Day’s Night, dos Beatles.

 

Mas, como o próprio Tom Jobim disse, era injusto competir com eles, porque eles eram quatro e ele era um só 😅

A história da bossa nova continua até hoje

A história da bossa nova teve começo, mas não teve fim. Há quem ouse dizer que ela acabou na década de 60, logo depois do golpe militar, quando as músicas começaram a falar mais sobre questões sociais e toda aquela alegria e esperança de modernização foram dando lugar à angústia da repressão.

Mas a bossa nova nunca acabou. Uma vez ouvida, a música existe e continua circulando por aí, se adaptando e sempre no ouvido e no coração de alguém.

Os hits da Bossa continuam fazendo sucesso hoje, e seus grandes nomes nunca deixaram de estar presentes na música brasileira. As novas gerações vão readaptando e dando vida ao estilo.

Depois dela, veio a MPB

Durante a ditadura, a bossa nova foi sofrendo mudanças com as quais alguns membros do movimento concordavam e outros não.

Foi dessa divisão que a bossa nova abriu as portas e até emprestou os primeiros artistas para o surgimento da MPB. Mas isso é assunto para outro post. Bora conferir a história da MPB?

Fonte: https://www.letras.mus.br/blog/historia-da-bossa-nova/

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