Warning: Undefined array key 0 in /home/flaviovesperocom/domains/flaviovespero.com.br/public_html/wp-content/plugins/contact-form-7/includes/file.php on line 278
Notícias – Flávio Véspero - Page 11
Posts da categoria

Notícias

Notícias, Novidades

Cientistas descobrem uma música mais calmante que remédios para dormir

Música com ritmo semelhante ao batimento cardíaco é capaz de relaxar e acalmar mais que medicamentos ansiolíticos, dizem produtores

Seja para dormir mais relaxado ou descansar depois de um dia longo de trabalho, existe uma música que faz essa função com perfeição, de acordo com pesquisadores. A Weightless, do grupo Marconi Union, é tão relaxante que, em um estudo comparado com outras canções, ela foi até 11% mais tranquilizante que qualquer outra. E na lista incluíam ainda músicas da Adele e Mozart.

“Com duração de oito minutos e 10 segundos, a música comprovadamente reduz a ansiedade em 65% e diminui os batimentos cardíacos em 35%, enquanto os ritmos do corpo entram em sincronia com os da música.

“Weightless fez tanto sucesso em induzir a sonolência que os cientistas alertaram os motoristas para que não a escutem enquanto estiverem dirigindo”, comenta os produtores da música Pitch and Sync, em publicação no site da empresa.

Essa função relaxante, no entanto, não foi por acaso. Os produtores tiveram o trabalho de envolver terapeutas sonoro na produção da obra. “Nós tomamos uma abordagem científica séria. Chamamos Lyz Cooper, um terapeuta sonoro para colaborar com Marconi Union na composição da música com características que fossem tão relaxantes quanto possível”, reforça novamente os produtores.

Para comprovar o relaxamento causado pela música, os produtores também decidiram compará-lo à massagens. Como resultado, a música ainda relaxava mais que uma massagem com esse propósito.

Será que a música é relaxante mesmo?

Comprove você mesmo. Só cuidado para não ouvir enquanto estiver dirigindo ou fazendo alguma atividade que exija atenção e esforço!

Leia mais em: https://www.gazetadopovo.com.br/viver-bem/saude-e-bem-estar/musica-para-acalmar-e-dormir-na-hora/
Copyright © 2019, Gazeta do Povo. Todos os direitos reservados.

Notícias, Novidades

Música contra sintomas da depressão

A musicoterapia pode reduzir os sintomas da depressão, segundo revisão sistemática publicada pela Biblioteca Cochrane, organização mundial dedicada ao estudo da eficácia de intervenções terapêuticas. Os pesquisadores analisaram cinco estudos que avaliaram o uso da música no tratamento de pessoas deprimidas, dos quais quatro mostraram que o método foi mais eficaz que outras técnicas psicoterápicas que não usam recursos musicais.

“Embora a evidência tenha origem em estudos de pequeno porte, ela sugere que essa é uma área que merece mais investigação”, diz a arteterapeuta britânica Anna Maratos, coordenadora da pesquisa. O interesse pela música como recurso terapêutico não é novo, mas tem crescido nos últimos anos devido a inúmeras experiências que mostram a influência benéfica da combinação de ritmos, melodias e harmonias em uma série de transtornos psíquicos. Alguns bons exemplos estão no livro mais recente do neurologista britânico Oliver Sacks, Alucinações musicais, publicado no Brasil pela Companhia das Letras.

Diferenças na resposta aos medicamento

O efeito das drogas antidepressivas costuma variar de pessoa para pessoa. De fato, em alguns pacientes, elas podem não surtir efeito algum. Incompreendida por muitos anos, a razão dessa variabilidade começa agora a ser decifrada pela genética.

Estudo publicado pela revista Neuron demonstrou que 11 variantes do gene que codifica uma proteína transportadora no cérebro são responsáveis pela menor eficácia de medicamentos como o citalopram (vendido no Brasil como Celexa, Cipramil e Cipran, entre outros) e venlafaxina (Alenthus, Efexor, Venlaxin etc.). Segundo os autores, os resultados ressaltam a necessidade da prescrição personalizada de drogas para depressão de acordo com o perfil genético do paciente. “Assim evitaríamos que um paciente tome um remédio que certamente não fará efeito, o que, além de frustrante, é um desperdício”, afirma Manfred Uhr, coordenador do estudo.

FONTE

Notícias

A ciência por trás das músicas suas favoritas

Segundo uma pesquisa do Deezer, serviço de streaming frânces, a melhor fase para descobrir novas músicas é antes dos 30 anos. Mais especificamente, aos 24 anos. Nessa fase, segundo o estudo, 75% dos entrevistados ouvem pelo menos 10 faixas por semana e 64% tentam encontrar cinco novos artistas por mês.

Ao analisar pessoas de diferentes faixas etárias, notou-se que a partir dos 30 anos as pessoas dizem não ter mais tempo para descobrir músicas novas, seja por causa dos filhos ou do trabalho. Porém, boa parte dos entrevistados adoraria ter mais tempo para descobrir outras músicas e artistas.

A chamada “rotina musical” não é ruim. Ao ouvir uma música que você gosta muito, nosso cérebro responde de uma forma positiva e libera dopamina, serotonina, oxitocina, entre outras substâncias. Quando essa música é ouvida na época da adolescência, a liberação dessas substâncias é maior e há uma enorme chance dessa música permanecer na sua lista de favoritas pelo resto da vida.

Outra pesquisa, desta vez do blog Skynet & Ebert descobriu que o gosto musical dos adolescente atuais se resume às novidades da música pop, o que não permanece ao longo da vida.

Outra coisa que foi identificada na pesquisa é o sentimento de nostalgia, que explica a estagnada da playlist. Músicas antigas remetem a tempos antigos e causam euforia e felicidade, o que as vezes acaba superando o sentimento de empolgação com a novidade.

Por isso, se por volta dos seus 15 anos você se apaixonou por alguma música, é possível que ela seja sua favorita pelo resto da sua vida.

Notícias

Ouvir suas músicas em vinil tem vários benefícios. Descubra.

Dia 20 de abril é dia dos disco. Batizado popularmente com o apelido de “bolachão”, os discos de vinil fizeram história e até hoje conquistam o coração de muitos que não veem a mesma graça nos simples CDs ou nos serviços de streaming de música.

O formato apareceu inicialmente em 1890, com o disco de goma-laca de 78 rotações por minuto (rpm). O vinil como conhecemos surgiu apenas em 1940 e era mais resistente, maleável e leve. Apesar do sucesso, que aconteceu principalmente na década de 1960, logo caiu em desuso. Porém o formato está de volta e pode ser uma forma divertida de apreciar a música.

  1. Capa

Pode parecer besteira, mas um dos motivos do sucesso dos discos de vinil foi justamente a arte gráfica na capa, assim como os encartes que normalmente vinham com a letra das músicas e fotos, que ajudaram o formato a se popularizar e também a divulgar artistas que podiam usar o espaço como divulgação de sua arte.

  1. Preço

Apesar dos modelos novos serem muito caros, é fácil encontrar os usados por um preço acessível e ter acesso a LPs de bandas clássicas. Em sebos ou até mesmo na internet, encontrar e comprar é fácil e possível.

  1. Qualidade sonora

Esse benefício é comprovado por diversos testes feitos ao longo dos anos, que comparavam discos de vinil com CDs e mídia digital (mp3). Isso porque os LPs possuem gravação analógica, então o som fica mais próximo da realidade e parece ter maior qualidade.

  1. Bônus

Hoje em dia, as gravadoras oferecem diversos benefícios para quem escolhe comprar o disco de vinil em vez da mídia digital ou os CDs. Um exemplo são as faixas bônus e códigos de download gratuito da mídia digital para quem possui um LP.

  1. Revenda

Assim como falamos do preço de compra dos discos usados ser menor, a possibilidade de vender um LP é maior. Sem sebos é fácil vender ou até mesmo trocar o disco por algum diferente que seja mais desejado no momento.

Notícias

Você conhece o violão de 7 cordas?

Este instrumento não é tão diferente assim de um violão comum (com 6 cordas) e também não é tão novo. Criado por Napoleon Coste (1805 – 1883), famoso cantor e compositor francês de música clássica. A corda extra era suspensa e não era possível tocá-la com a mão esquerda.

Muito utilizado na Rússia, se tornou popular por lá. Já no Brasil, há dúvidas sobre quem trouxe o instrumento para o país. O que se sabe é que a primeira gravação feita com o violão de 7 cordas foi realizada por China (Otávio Littleton da Rocha Viana, irmão de Pixinguinha) e Tute (Arthur de Souza Nascimento).

Esta corda extra normalmente era afinada de acordo com a tonalidade da peça a ser tocada. Com o tempo, o instrumento sofreu diversas alterações até chegar ao conhecido violão de 7 cordas dos tempos atuais. Atualmente, como resultado de uma mudança realizada por Dino 7 Cordas (Horondino Costa), a sétima corda é de violoncelo, evitando a estridência do aço.

Fontes utilizadas para consulta:

https://www.violaosambaechoro.com.br/historia-do-violao-de-7-cordas/

https://tocandosete.blogspot.com/2012/03/historia-do-7-cordas-origens.html

Notícias

Como as artes cênicas podem beneficiar as relações sociais?

Os benefícios que o teatro traz para o indivíduo são vários: desde o desenvolvimento da coordenação motora e criatividade, até a melhora das relações interpessoais. Até para quem assiste uma peça, seja qual for, é uma experiência sensorial que acontece diante do olhos de quem assiste, em tempo real, permitindo maior interação entre público e elenco.

Na vida de quem está em cima dos palcos, e não na plateia, o teatro é uma parte essencial do desenvolvimento pessoal. É o caso da estudante e atriz Heloisa Fantini. “O teatro é uma daquelas coisas que aparecem na vida da gente como uma brisa, e acabam por se tornar ventania. E não por perder a leveza de praticar a arte, mas justamente, por envolver a ponto de intensificar qualquer coisa”, conta.

Ela, hoje com 22 anos, começou a prática da arte aos 12 anos. “O teatro me impulsionou a improvisar na vida, a tentar mesmo com medo, a entender as diversas cores e nuances que existem dentro de mim, e principalmente, a criar empatia com grupos e pessoas de todos os tipos vivos e mortos também (risos). Hoje, eu consigo me colocar em lugares onde antes eu achava que não cabia”.

Heloisa não é a única a ver a arte como uma forma de crescimento pessoal. Debora Monteiro, de 20 anos, conta um pouco de sua experiência na área e como a afetou. “Minha experiência com o teatro foi completamente enriquecedora. No palco, eu me sentia como se a minha alma fosse preenchida por sentimentos maravilhosos. Me encontrei de diversas formas e também aprendi a lidar melhor com os outros, e, principalmente, comigo mesma”.

Para crianças e pessoas tímidas, o teatro é uma forma de perder o medo de se expressar. Os benefícios são vistos principalmente em crianças mais retraídas, já que as ajuda a fazer amizades e também contribui para a relação do professor com o aluno.

Poder interpretar uma vida diferente a cada novo espetáculo também ajuda a criar empatia, já que é necessário se tornar e viver aquilo que o personagem vive. Também é benéfico para a memória e coordenação motora. No geral, o teatro, assim como qualquer outra forma de arte, é essencial para o bem-estar físico e emocional, já que ensina ao indivíduo como viver em grupo e é um atividade que estimula todas as áreas do corpo.

No dia 27 de março é comemorado o dia mundial do teatro. A data foi criada para expressar a importância desta arte milenar e é um dia cheio de apresentações de artes cênicas.

Notícias

Terceira idade também pode aprender música. Saiba os benefícios

“Não tenho mais idade para isso”. Quem nunca ouviu essa frase, ou até mesmo disse, quando alguém sugere aprender algo novo? Diferente do que muitos acreditam, aprender atividades diferentes depois da fase adulta é sim possível e muito beneficial para a saúde física e mental.

O cérebro humano possui a capacidade de se reorganizar, chamada de neuroplasticidade. Por isso, aprender música em qualquer fase da vida é um estímulo à reorganização do cérebro e pode ser beneficial até mesmo no tratamento de doenças mentais e neurológicas, como demonstrado por musicoterapia, arteterapia e por estudos da psicologia cognitiva musical.

A prática da música promove a melhora do raciocínio, concentração e percepção. No geral, auxilia o desenvolvimento social e afetivo do ser humano.

Para adultos, não é diferente – aprender música a partir da idade adulta ajuda com a coordenação motora e ainda serve como válvula de escape para as tensões do dia a dia.

Além dos benefícios físicos, é fato que a música auxilia no bem-estar emocional também. Ajuda com a autoestima, possibilita um sentimento de realização e satisfação, assim como a valorização própria. É uma atividade que demanda grande empenho mental e sem dúvidas pode ser um benefício para a vida.

Notícias

Como as plantas reagem à estímulos musicais?

O assunto definitivamente não é novo, e certamente todos os entusiastas de plantas já pensaram em recorrer à música para fazer suas mudas crescerem mais. Porém, qual é o real efeito da música nas plantas?

No cérebro humano, ouvir música ativa o hipocampo, área cerebral responsável pelas memórias e o córtex frontal e inferior, o que permite associar a música a momentos felizes ou tristes. Quando a música é aprendida e tocada, o estímulo é no lobo frontal, ou seja, córtex motor e sensorial, ajudando com a coordenação motora, percepção e com o controle do estresse e ansiedade.

Com as plantas não é diferente, já que elas possuem a capacidade de identificar predadores e assim, liberar químicos que afastem o perigo, ou então aumentar a produção de néctar ao ouvir o bater de asas de uma abelha. Como isso é feito? Por meio de vibrações. E a música é exatamente isso, vibrações complexas e organizadas, que por meio de frequência e intensidade podem modificar organismos, como observado pelo pesquisador suíço Hans Jenny na década de 70.

Os estudiosos Mary Measures e Pearl Weinberger comprovaram que, sob condições de germinação corretas, plantas podem responder a estímulos sonoros que influenciam diretamente em seu crescimento. Mas então, qual tipo de música é a melhor?

Apesar de controvérsias, há um consenso entre todas as pesquisas: não é o estilo musical, mas sim a frequência e o tempo de exposição, combinados com o nível de desenvolvimento da planta e ambiente, que influenciam no crescimento. Também é importante levar em consideração a qualidade estrutural da melodia. Colocar música para a planta “ouvir” pelo mesmo período de tempo todos os dias é uma ótima forma de deixá-la estimulada o suficiente, assim como acontece com os humanos, e talvez acelerar o crescimento.

Fonte: PETRAGLIA, MARCELO SILVEIRA. Estudos sobre a ação de vibrações acústicas e música em organismos vegetais. Universidade Estadual Paulista. 2008, p. 13-80.

http://comciencia.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1519-76542010000200005&lng=pt&nrm=iso

Notícias, Novidades

8 CURIOSIDADES QUE QUASE NINGUÉM SABE SOBRE MÚSICA

Música é uma das formas de arte mais difundidas do mundo. Além do entretenimento em si, ouvir música pode também trazer alguns benefícios para seu bem-estar. A música não só ajuda a relaxar, mas também pode servir de estimulante para as atividades físicas.

Existem algumas coisas que nem todo mundo sobre o  mundo da música. Por exemplo: desde a década de 50, muitos psicólogos tentaram explicar o poder da música, comparando a apreciação musical com a fala. Afinal, tanto para o entendimento da música quanto do discurso é necessária a capacidade de detectar sons, em seu nível mais primitivo.

Confira 8 coisas que você não sabia sobre música:

1. Ouvir música triste provoca mais saudade do que tristeza

5

Adora ouvir músicas tristes? Um novo estudo japonês descobriu que músicas lúgubres podem evocar boas emoções e principalmente saudade. Segundo ele, experimentar a tristeza através da arte é, na verdade, uma sensação agradável.

Um outro estudo de 2011 da Universidade de Groningen descobriu que ouvir canções tristes ou alegres pode não só alterar suas emoções como mudar sua percepção do que outras pessoas estariam sentindo. Saudade foi o principal sentimento apontado pelos objetos de estudo.

2. Refrões repetitivos são a chave para uma música de sucesso

3

Na música, assim como na vida, tudo é uma questão de perspectiva. Quando Michel Teló dominou as paradas com “Ai, se eu te pego”, exércitos de críticos do cancioneiro nacional se mobilizaram para criticar o intérprete (e os inúmeros autores) da canção pela pobreza da letra.

De lá pra cá, diversas músicas com refrões repetitivos de onomatopéias acabaram fazendo sucesso. Esse modo de compor música não é exclusivo do Brasil sendo utilizadas por cantores de destaque mundial. “As letras desse tipo em canções de consumo ajudam o público a lembrar da música e cantar junto. É muito mais fácil vender”, afirma a pesquisadora Beatriz Gil, da Universidade de São Paulo (USP).

3. Nós não tiramos determinadas canções da cabeça por ouvi-las em excesso

8

O chamado “efeito de exposição” é quando nós escutamos uma música em excesso. Devido a esse efeito muitas pessoas acabam “forçadamente” gostando de determinada música. Entretanto, existe uma grande exceção. No final do processo, a grande exposição a determinada canção pode produzir o efeito contrário: repulsa.

4. Música favorita

1

Rebecca Webb e Alexandra Lamont, pesquisadoras da Universidade de Keele, no Reino Unido, concluíram que escolhemos nossa música favorita por conta de eventos de intenso envolvimento emocional. Os resultados de suas pesquisas revelaram que a escolha tem muito a ver com as motivações pessoais dos ouvintes e com suas histórias relacionadas com suas músicas favoritas.

5. Inteligência

6

Em um experimento com 144 crianças, pesquisadores da Universidade de Toronto, no Canadá, concluíram que as crianças que participaram de grupos com aulas de música exibiram aumentos de QI e melhor desempenho acadêmico. Novas pesquisas também mostram que o cérebro de músicos é desenvolvido de tal forma que os deixam mais alertas, dispostos a aprender e calmos.

6. Música faz você gastar mais dinheiro

2

Em bares, aumentar o volume da música eleva o consumo de álcool. Já em lojas de flores, músicas românticas provocam aumento das vendas. É o que mostram pesquisas feitas por cientistas da Universidade Bretagne-Sud, na França.

7. Aquele “arrepio” que sentimos quando escutamos uma música boa

7

Quando estamos ouvindo uma música, algo não muito raro pode acontecer: Podemos sentir arrepios ou calafrios. Essa sensação acontece basicamente em nosso cérebro e os pesquisadores Marcus Pearce e Elvira Brattico, ambos neurologistas, passaram vinte anos tentando estabelecer a ligação entre a música e as atividades cerebrais, o que poderia explicar o frisson que sentimos quando ouvimos determinados estilos musicais.

Em contrapartida aos 20 anos de estudo realizado pela dupla, a Valarie Salimpoor, pesquisadora canadense da Universidade de McGill, reuniu um grupo de pessoas para realizar um teste. Cada uma levou ao experimento duas canções que causassem arrepios. Como os estilos musicais eram muito diversificados, o resultado da pesquisa ficou incerto. O que Valarie pode logo perceber é que, mesmo com as diferenças do tipo de música, todos obtiveram a mesma resposta cerebral aos estímulos auditivos apresentados.

8. As vacas produzem mais leite quando escutam música relaxante

4

Esse fato estranho foi relatado pela BBC em 2001. Ouvir música relaxante pode fazer com que as vacas produzam mais leite. O estudo envolveu 1.000 vacas que foram expostas a músicas rápidas, lentas e também sem música durante 12 horas por dia durante um período de nove semanas.

Ao ouvir a música lenta (por exemplo, “Everybody Hurts”, do REM) as vacas produziam 3% mais leite por dia do que quando elas escutavam músicas rápidas (por exemplo, “Space Cowboy”, de Jamiroquai).

“Música calma pode melhorar a produção de leite, provavelmente porque ela reduz o stress,” afirma Adrian North, médico que realizou o estudo.

fonte: https://www.fatosdesconhecidos.com.br/8-coisas-que-voce-nao-sabia-sobre-musica/

Notícias

Programe seu cérebro com sua música favorita e melhore seu desempenho

A música aliada à programação neurolinguística pode ajudar o profissional a se tornar protagonista da sua carreira

São Paulo – Qual a trilha sonora para sua vida? Escolha bem a resposta, pois sua música favorita pode ter grande impacto na realização de suas metas e sonhos.

Pode ser um pop no carro de manhã ou um funk no final do expediente, existe uma sensação única de felicidade que ouvir a “sua” música traz e que você pode usar a seu favor.

De acordo com pesquisadores da Universidade de Keele, no Reino Unido, não importa seu gosto musical, quanto toca sua canção favorita, sua percepção de esforço diminui e aumenta sua disposição.

Os pesquisadores observaram uma melhora de desempenho durante o treinamento e antes das competições em três grupos esportivos com 64 participantes do estudo.

Segundo especialistas em programação neurolinguística, esse mecanismo pode ser usado para qualquer atividade e em qualquer momento, basta treinar nosso cérebro para isso.

“O cérebro pode ser condicionado a relacionar estímulos a memórias, como quando sentimos um perfume e lembramos de um pessoa ou ouvimos uma música e ela nos coloca em certo estado de espírito”, explica Alexandre Bortoletto, trainer e master pratictioner na Sociedade Brasileira de Programação Neurolinguística (SBPNL).

Enquanto o cérebro faz associações automáticas, é possível evocar conscientemente esse estado que ajuda no foco e na produtividade.

A técnica da PNL é chamada de ancoragem. “Uma âncora é um estímulo interno que acaba influenciando o estado emocional interno. Quando vemos um farol vermelho e sem pensar você para o carro, isso é uma âncora. Ela pode ser criada através da programação neurolinguística e ajudar muito os profissionais”, explica Madalena Feliciano, presidente do Instituto Profissional de Coaching e master em PNL.

Segundo Bortoletto, o objetivo é que, assim como a âncora do navio deixa a embarcação parada no porto, a pessoa use a música para permanecer no estado ideal para a atividade que está desempenhando, aumentando sua determinação e motivação.

Madalena sugere que a pessoa escolha uma música que traga boas memórias e a faça sentir bem. Concentrando-se nesses sentimentos de empoderamento, ela pede a repetição da prática de duas a três vezes por semana para criar a âncora.

“Você pode escutar a música antes de uma entrevista de emprego ou de dar uma palestra. Dá para fazer sozinha, mas é preciso treinar. Quanto mais se pratica, maior a possibilidade de chegar nesse momento que precisa”, diz a CEO.

Basta escolher bem sua música e começar a treinar, logo você poderá usar o recurso para qualquer meta.

De acordo com José Augusto Minarelli, presidente da consultoria Lens Minarelli, um dos maiores vilões do desempenho profissional é a dificuldade do profissional de se autogerir.

“Para fazer uma autogestão efetiva é preciso conseguir ser líder de si mesmo, conseguindo impor e cumprir prazos, rotinas e disciplina. É preciso enxergar os desafios não como dificuldade, mas como oportunidade para se superar e crescer profissionalmente”, fala ele.

A música e a ancoragem podem ser ferramentas para o profissional que deseja se tornar protagonista da sua carreira.

Segundo os especialistas, quem não se sente confortável usando uma música também pode buscar outros estímulos para criar suas âncoras. Bortoletto indica que muitas pessoas funcionam melhor com referências visuais, usando fotos da família ou de paisagens para manter um espírito focado e positivo.

“O cheiro de café, por exemplo, pode se tornar uma âncora para ter mais energia e foco”, diz ele.

Um gesto poderoso, como cerrar os punhos ou segurar um dos pulsos com a mão, é um mecanismo muito usado pela Madalena Feliciano para seus cliente que desejam se sentir fortes e confiantes.

“São gestos menos perceptíveis associados a memórias poderosas, como o dia que você foi promovido ou que passou na faculdade”, fala ela.

 

Fonte: https://exame.abril.com.br/carreira/programe-seu-cerebro-com-sua-musica-favorita-e-melhore-seu-desempenho/

Powered by themekiller.com