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Benefícios da música: 11 efeitos na saúde e bem-estar

“Uma coisa boa sobre a música é que quando ela bate você não sente dor”, Bob Marley. A citação do cantor jamaicano reflete o poder que os benefícios da música podem exercer no bem-estar. Embora as melodias sejam encaradas como corriqueiras em nosso cotidiano, elas fazem muita diferença na saúde e no psicológico. Entenda:

Quais são os benefícios da música?

Que a música é uma forma de entretenimento válida para diversas ocasiões, nós já sabemos. Mas há ainda mais: ela pode ser uma grande aliada na saúde e no bem-estar.

Seus efeitos podem ter resultados terapêuticos e ajudar no tratamento de diversos problemas de saúde. Veja quais:

  • Diminui o estresse, traz serenidade e acalma
  • Reduz a ansiedade
  • Alivia dores e desconfortos, já que age como estímulo em competição com a dor
  • Auxilia na diminuição da pressão arterial
  • Ativa as conexões cerebrais e melhora a memória
  • Estimula a articulação de ideias e aumenta a produtividade, tudo porque libera dopamina, neurotransmissor responsável pelo prazer
  • Pode ser usada em atividades de cunho pedagógico para auxiliar na aprendizagem, na comunicação e na linguagem
  • Leva o indivíduo ao autoconhecimento ao passo que resgata sentimentos, emoções e lembranças
  • Colabora com a expressão corporal, pois estimula o movimento
  • Torna as atividades físicas mais prazerosas
  • Auxilia na coordenação motora

Todos esses benefícios da música são explicados pelo fato de, quando cantamos ou ouvimos melodias, o cérebro liberar justamente os neurotransmissores ligados ao prazer, de modo a aliviar dores e proporcionar sensação de bem-estar.

Para o cérebro

“A música é capaz de nos deixar emotivos e de nos elevar a estados de conforto e de alegria. É como uma ‘massagem cerebral’ que mobiliza os sentidos e causa sensações mentais e, até mesmo, físicas”, conta a psicóloga Regina Scatena, da Clínica Megamed.

Outro benefício da música para o psicológico é a contribuição para o melhor desempenho das capacidades cognitivas, como raciocínio, memória e pensamento lógico. Em alguns casos, ela aumenta a concentração, o que melhora a produtividade em atividades acadêmicas e laborativas.

Remédio natural

Por ser motivadora, relaxante e atuar diretamente na atividade cerebral, a música pode ser um rico instrumento terapêutico para auxiliar no tratamento clínico de problemas psicológicos — como a depressão, ansiedade e estresse —, de modo a melhorar a qualidade de vida das pessoas.

“Quando utilizada de forma contextualizada se torna um ‘antídoto’ para as enfermidades físicas e mentais, como uma maneira de tranquilizar as dores da alma”, explica Regina.

O que é a musicoterapia?

 

musicoterapia

Miriam Doerr Martin Frommherz/Shutterstock

“Musicoterapia é utilização da música e seus elementos — como melodia, ritmo e harmonia — para fins terapêuticos, de modo a atuar na reabilitação e melhoria da saúde física e mental”, explica a musicoterapeuta Giovanna C. Balzer, do Centro de Recuperação Neurológica (CERNE).

Como resultado do trabalho musicoterapêutico é possível destacar:

  • Melhora na comunicação, atenção e interação social
  • Auxílio na expressão corporal e de sentimentos
  • Estímulo à coordenação motora

Um estudo publicado no British Journal of Surgery comprovou os benefícios da música em processos cirúrgicos. Os pesquisadores analisaram mais de 80 canções aleatórias antes, durante e depois de cirurgias invasivas e perceberam que os pacientes que as ouviam tinham seus níveis de dor e ansiedade amenizados.

Os efeitos foram ainda melhores nas ocasiões em que o paciente escolhia a música, e não o cirurgião ou os pesquisadores.

Existe algum tipo ou estilo que apresenta melhores resultados?

Normalmente, sons mais calmos e lentos ajudam a se desligar das preocupações diárias e facilitam o sono. Já os mais animados, enérgicos e acelerados são bons para despertar pela manhã.

A música clássica, por exemplo, tem efeitos relaxantes e positivos sobre o humor, propiciando até mesmo uma significativa redução nos níveis de estresse após quatro meses de sessões semanais.

Porém, a musicoterapeuta conta que não há uma receita pronta. A melhor música ou estilo é aquele que cada indivíduo se identifica e gosta, seja ao cantar, ouvir ou tocar algum tipo de instrumento. “O melhor mesmo é vivenciar essa arte”, completa a especialista.

Fonte: https://www.ativosaude.com/bem-estar/beneficios-da-musica/
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Música alta pode afetar memória e aprendizagem, diz estudo

Muitos adolescentes gostam de ouvir música alta, especialmente enquanto estudam, e o costume que tem sido criticado pelo pais há anos. Agora, cientistas da Argentina mostraram que a reclamação dos progenitores não é pura chateação: por meio de um experimento com ratos, eles descobriram que o som alto pode afetar a memória e os mecanismos de aprendizagem de animais em desenvolvimento.

O trabalho, publicado na revista Brain Research, foi realizado utilizando camundongos com idade entre 15 e 30 dias, o que corresponde a uma faixa etária entre 6 a 22 anos nos humanos. “Nós usamos ratos pois eles têm um sistema nervoso semelhante aos seres humanos”, disse à BBC Mundo Laura Guelman, coordenadora do projeto e pesquisadora do Centro de Estudos Farmacológico e Botânico (Cefybo) da Universidade de Buenos Aires (UBA).

Os pesquisadores expuseram os animais a intensidades de ruído entre 95 e 97 decibéis (dB) mais altos do que o patamar considerado seguro (70-80 dB), porém abaixo da intensidade de som que produz, por exemplo, um show de música (110 dB). Concluído o experimento, eles descobriram que, depois de duas horas de exposição, os ratos sofreram danos irreversíveis nas células cerebrais.

Segundo os pesquisadores, foram identificadas anormalidades na área do hipocampo, uma região associada com os processos de memória e aprendizagem. “Tal evidência sugere que o mesmo poderia ocorrer em humanos em desenvolvimento, embora seja difícil de provar, porque não podemos expor as crianças a este tipo de experiência”, disse Guelman.

Danos
Já era sabido que a exposição ao som alto pode causar deficiência auditiva, cardiovascular e do sistema endócrino (além de stress e irritabilidade), mas Guelman afirmou que é a primeira vez que tais alterações morfológicas são detectadas no cérebro.

“Pode-se supor a partir dessa descoberta que os níveis de ruído a que as crianças são expostas nas “baladas” ou ouvir música alta com fones de ouvido podem levar a déficits de memória e cuidados de longa duração”, disse Maria Zorrilla Zubilete, professora e pesquisadora da Faculdade de Medicina da UBA.

Uma das curiosidades relevadas pelo estudo é que, para as crianças, uma única exposição a ruídos altos pode ser mais prejudicial do que uma exposição prolongada. Durante a experiência, dois grupos de ratos foram analisados: o primeiro foi exposto uma única vez a duas horas de ruído e o segundo recebeu o mesmo estímulo, mas uma vez por dia durante duas semanas.

Após 15 dias, os ratos que tinham sido submetidos a uma única exposição no início da experiência mostraram sinais de danos mais contundentes. Os cientistas atribuíram tal fato à chamada “plasticidade neural” existente durante os anos de desenvolvimento, quando o sistema nervoso ainda está em formação. “É possível que os estímulos do cérebro já não tenham tempo para reparar tais ferimentos”, disse Guelman.

Conclusões precipitadas
Embora o estudo cause preocupação em um cenário em que cada vez mais crianças ouvem música em alto volume através de dispositivos digitais e vídeo games, Guelman alerta para conclusões precipitadas. “O som que usamos para o experimento foi o ruído branco, um sinal que contém todas as freqüências de som, e é percebido como se fosse o barulho de uma TV mal sintonizada”, disse ela. “Mas a música que muitas das crianças ouvem contém apenas algumas frequências, e ainda não sei exatamente o que causou o dano”, acrescentou.

O próximo trabalho desses cientistas é determinar o “mecanismo molecular” pelo qual o ruído afeta as células do hipocampo. “Nós não sabemos se o dano é gerado diretamente pelas vibrações sonoras ou o som ativa neurotransmissores que causam o problema”, diz Guelman.

Depois de entender esse mecanismo, os peritos tentarão desenvolver drogas que podem prevenir lesões. Enquanto isso, cientistas argentinos acreditam que este estudo deve servir como um alerta para evitar a exposição das crianças a sons altos.

Com a descoberta, os professores, que já se queixam de como as novas tecnologias podem distrair os alunos, têm agora um novo argumento para proibir os gadgets em sala de aula.

 

Fonte: http://flaviovespero.com.br/noticias/musica-alta-pode-afetar-memoria-e-aprendizagem-diz-estudo/

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Crianças e jovens de Brumadinho abraçam música após desastre

Aos nove anos, Sara Prado Teixeira já sabe tocar Bate o Sino e uma das sinfonias de Beethoven. Por meio de um projeto de musicalização conduzido pela Orquestra Ouro Preto, ela encontrou na flauta uma parceira para o seu desenvolvimento, meses após vivenciar a tragédia de 2019. A comunidade onde ela mora, em Brumadinho (MG), ainda sente os impactos diretos e indiretos do rompimento da barragem da mineradora Vale na mina Córrego do Feijão.

“São sinais e marcas que vão ficar na nossa vida. Vejo o projeto como uma forma de alívio para as crianças, porque traz novas perspectivas e muita alegria. A Sara se sente muito feliz tocando flauta, fica ansiosa quando vai ter os encontros. Quando aprende uma nota nova, uma música nova, ela fica super motivada. Está fazendo muito bem para ela”, diz a mãe de Sara, Giselle Prado Campis Teixeira.

A tragédia ocorreu no dia 25 de janeiro de 2019. Uma barragem da mineradora Vale, situada na Mina Córrego do Feijão, na zona rural de Brumadinho, se rompeu e liberou uma avalanche de rejeitos que destruiu imóveis, devastou o meio ambiente e alcançou o Rio Paraopeba. No episódio, 270 pessoas morreram.

“Moramos na comunidade de Córrego do Feijão onde ocorreu tudo e estávamos em casa. Tivemos todo aquele pânico de não saber o que estava acontecendo. Também perdi minha melhor amiga. E tivemos todos os transtornos de ter que mudar nossa rota para chegar ao centro de Brumadinho. Fiquei alguns dias sem poder ir para a escola”, lembra Lívia Almeida Silva, que hoje tem 17 anos.

Meses depois, ela começou a aprender a tocar clarinete. “Ajuda a trazer uma cultura nova, para que as pessoas não fiquem pensando que Brumadinho é só a lama. É importante também porque são novas atividades para que as crianças não fiquem sem o que fazer”, observa a jovem.

O pontapé inicial dessa história envolve um anúncio na Estação Conhecimento de Brumadinho, espaço criado em 2011 pela Fundação Vale, braço social da mineradora. No local, já eram desenvolvidas outras ações de cunho socioeducativo, sobretudo com foco no esporte. Segundo Rodrigo Toffolo, maestro da Orquestra Ouro Preto, um acordo foi firmado para desenvolver atividades de musicalização por meio do Programa Vale Música.

Ele conta que a ideia já vinha sendo desenvolvida antes da tragédia e, assim como toda a cidade, também foi afetada. “O início teve que ser um pouquinho depois. Só foi colocado para funcionar em setembro, praticamente oito meses após o rompimento”.

Toffolo observa que cada criança e jovem que participa do projeto carrega suas próprias histórias em relação ao rompimento da barragem. “Estar junto deles, levando a música como esperança e como ferramenta de socialização, é muito enriquecedor. O interior mineiro tem uma musicalidade forte. E uma banda de música caiu super bem na comunidade de Brumadinho. É um projeto que começou do zero e atualmente reúne em torno de 120 alunos divididos entre o coral e a banda de música”.

Uma preocupação da Orquestra Ouro Preto foi de oferecer oportunidade a todos, sendo o mais inclusivo possível. “O melhor é que não houve um processo de seleção. Foi uma opção dos alunos. Nós demonstramos aos interessados todos os instrumentos: flauta, trombone, trompete, clarineta. Eles mesmo foram escolhendo o que queriam tocar. Não houve avaliação de aptidão musical ou de talento. Ninguém foi cortado por causa disso. Colocamos todo mundo. Claro que daí pode surgir o sonho de se tornar músico profissional. Mas isso é lá na frente”, diz Toffolo.

Sara traz na ponta da língua as razões de sua escolha. “Eu tinha muita vontade de aprender a tocar um instrumento. Escolhi a flauta porque ela era pequena, leve e tinha o som bem bonito”, diz a menina.

A pandemia de covid-19 chegou a afetar o projeto, mas houve um esforço para não interrompê-lo. Antes, havia três encontros semanais. Lívia conta que agora as atividades ocorrem de forma virtual uma vez por semana. “No presencial era melhor, porque as aulas eram mais frequentes. Mas deu para evoluir de forma online”, afirma.

De acordo com a Vale, foi reservado um orçamento de R$ 650 mil para o projeto em Brumadinho. A mineradora esclarece que o Programa Vale Música, que também envolve atividades em outros estados a partir de uma rede de parcerias, não é custeado com recursos do acordo de reparação dos danos coletivos da tragédia. Trata-se de uma iniciativa paralela.

O acordo de reparação dos danos coletivos foi firmado em fevereiro deste ano entre a mineradora, o governo de Minas Gerais, o MPMG (Ministério Público de Minas Gerais), o MPF (Ministério Público Federal) e a Defensoria Pública. Deverão ser destinados R$ 37,68 bilhões para um conjunto de medidas de caráter reparatório e compensatório.

Há ações que serão realizadas diretamente pela Vale, bem como aquelas que serão decididas pelas comunidades atingidas e as que cabem ao Executivo estadual. O acordo não engloba as indenizações individuais e trabalhistas que devem ser pagas aos atingidos, as quais são tratadas separadamente em processos judiciais e extrajudiciais específicos.

Diálogo

Com 21 anos de existência, a Orquestra Ouro Preto foi fundada por professores na Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop) e é conhecida por repertórios que vão muito além da música clássica, incluindo versões para sucessos do rock, jazz, de ritmos brasileiros e de músicas que ficaram famosas no cinema. Essa diversidade faz com que, entre seus principais trabalhos, estejam adaptações de composições de Vivaldi, Beatles e Milton Nascimento. Ao longo de sua trajetória, foram produzidos 11 CDs e sete DVDs. Um desses DVDs, batizado de Valencianas, foi gravado ao vivo junto com o cantor Alceu Valença e acabou recebendo o Prêmio da Música Brasileira de 2015.

O projeto desenvolvido em Brumadinho está associado a outro mais amplo, tocado pelo Núcleo de Apoio a Bandas da Orquestra Ouro Preto. Trata-se de uma iniciativa que já capacitou mais de 800 músicos e atua em cinco estados brasileiros: Minas Gerais, Espírito Santo, Ceará, Rio Grande do Norte e Goiás. O objetivo é estabelecer o diálogo, a troca de experiências e discussão sobre os caminhos para preservação da tradição de bandas. São realizadas gratuitamente atividades de capacitação, incluindo consultorias, palestras, oficinas e aulas práticas.

Parte do conteúdo técnico e pedagógico, preparado pelo Núcleo de Apoio a Bandas da Orquestra Ouro Preto, é utilizado na musicalização das crianças e jovens de Brumadinho. “Usamos os métodos de ensino coletivo, de musicalização em conjunto. A música é muito mais que tocar, é aprender a viver coletivamente, desenvolver um trabalho comum e uma ligação com o outro. Numa banda, você precisa ouvir o outro, às vezes tocar mais baixo para o outro sobressair. É um projeto muito bonito”, diz Toffolo.

Os trabalhos do Núcleo de Apoio a Bandas chegaram a ser paralisados no ano passado devido à pandemia de covid-19, mas foram retomados em maio deste ano com encontros virtuais: regentes de mais de 20 bandas estão participando de aulas semanais. Algumas novidades foram incluídas no programa de 2021: a partir da demanda das próprias bandas, está sendo preparado um Curso de Luhteria Básica, onde serão ensinadas técnicas de reparo de instrumentos.

Também será ministrado, pela primeira vez, o curso Música e História na Tradição Brasileira. “Apoiamos bandas com uma história de mais de 150 anos. Bandas com uma inserção gigante na comunidade”, diz Toffolo, acrescentando que o projeto de Brumadinho pode ser o embrião de uma nova história como essa.

Fonte: https://noticias.r7.com/cidades/criancas-e-jovens-de-brumadinho-abracam-musica-apos-desastre-15082021

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Os efeitos da música na vida das pessoas ao redor do mundo

A música é tão importante na vida humana que tem gente que não consegue viver sem ela, desde a hora de acordar até ir dormir é preciso escutá-la. Ao acordar para ter mais energia e começar bem o dia, e ao dormir para relaxar e descansar, terminando o dia também ‘numa nota alta’. Ou seja, a música se torna um hábito diário o qual traz bem-estar e também qualidade de vida.

Dessa maneira, pode se dizer que a música tem um poder curativo, tanto que existe a musicoterapia na qual alguns transtornos da mente são aliviados através de vários trabalhos ligados às notas musicais. Este tipo de terapia através da música pode ser aplicada para a promoção de saúde mental, sendo um processo que deve ser efetuado por um profissional extremamente qualificado, que saberá como utilizar os diferentes estilos musicais de forma a desenvolver o bem-estar e a qualidade de vida do seu paciente.

As músicas também podem estar associadas às memórias e às lembranças, de maneira que têm o poder de transportar as pessoas para o passado, quando algo importante ou significativo aconteceu relacionado com uma melodia específica. As músicas ativam o cérebro de uma forma geral, tendo influência completa sobre o mesmo, o que explica porque ela tem tanto poder em pessoas das mais diferentes partes do mundo.

Estudos realizados por diversas instituições ao redor do mundo mostram que canções podem ser altamente benéficas, mas que também podem trazer malefícios dependendo da escolha do repertório. Além disso, cada pessoa vai ter uma reação diferente a uma mesma música, já que isso depende do seu relacionamento com a mesma, embora existam algumas emoções universais relacionadas com alguns estilos musicais e é sobre isso que vamos falar em mais profundidade.

Veja abaixo, o que cada tipo de música tem de efeito sobre o seu cérebro e quais sensações e sentimentos podem trazer quando escutadas:

Música tribal

A música tribal está intimamente conectada com a energia vital, na qual os sons produzidos se misturam com os sons da natureza de forma a nos conectar com a energia vital, com a autopercepção e o reconhecimento do eu. Esse tipo de música pode gerar o frisson, uma série de sensações corporais provocadas pelos ritmos de uma música, como os arrepios, chamados também de orgasmos da pele, por exemplo.

 

Música clássica

A música clássica está relacionada com acalmar a mente, sendo até mesmo uma forma de meditação, criando mais conexões cerebrais e aumentando as habilidades cognitivas como um todo. Para ficar mais calmo e mais focado, é importante escutar música clássica.

 

Música rock ‘n’ roll

O rock tem uma batida mais marcada e pode ser mais ou menos pesada, podendo liberar sentimentos ruins, sendo uma forma de terapia para administrar o estresse, por exemplo. As músicas neste estilo conectam com os sentimentos de dores, perdas, culpas e arrependimentos, sendo extremamente terapêuticos para quem quer liberar essas mágoas internas. ​

 

Música da indústria cinematográfica em filmes de terror

As trilhas sonoras de filmes de terror são criadas justamente para isso, para dar a sensação de medo e transportar o telespectador para dentro do filme. Alguns tons musicais conectam imediatamente com a sensação de medo, sendo altamente poderosos para criar uma atmosfera ainda mais aterrorizante.

 

Música para praticar atividades físicas

As pessoas que adoram atividades físicas são geralmente vistas com os seus fones de ouvidos, escutando as batidas de músicas animadas e energéticas, fazendo o mesmo pelo cérebro, deixando-o cheio de motivação para levar o movimento físico a outro nível.

Além dessas músicas, há muitos outros estilos, os quais trazem muitas outras emoções. O mais importante é encontrar o estilo de música que traz mais bem-estar e qualidade de vida a você. Escutar música pode ser uma terapia, e também uma forma de autoconhecimento e de autodesenvolvimento. Músicas alegres ou tristes podem ajudar a acalmar a alma e enfrentar as dificuldades da vida no dia a dia, do abrir ao fechar dos olhos.

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Música Provoca ‘Conversa’ Entre Áreas Do Cérebro Provocando Diversas Sensações; Entenda

Calma, prazer e nostalgia são algumas das sensações experimentadas quando ouvimos música. Diferentes ritmos causam reações diversas.

Ouvir música pode ter diversos efeitos no corpo. Dependendo da música há quem jure que se sinta mais feliz ou relaxado, outros não gostam de certos sons.

Mas o que acontece no nosso cérebro quando estamos ouvindo música? Tecnicamente, quando começamos a ouvir música, as ondas de rádio que são emitidas por um instrumento, alto-falantes ou fones de ouvido fazem nossos tímpanos entrarem e saírem.

Esse movimento é traduzido em uma cadeia de sinais eletroquímicos que atingem o córtex auditivo e, a partir daí o som é analisado em relação ao tom, ritmo, volume, timbre, harmonia, localização espacial e ressonância.

De forma geral, é como se todas as áreas do cérebro conversassem entre si.

O córtex auditivo é responsável por distinguir volume e tom. Também é ele o responsável por entender o ritmo. Quando o som entra pelos ouvidos, outras áreas do cérebro também são ativadas: movimento, memória, atenção, emoção…

Diversos estudos já mostraram que a música pode ter efeitos positivos no cérebro liberando dopamina, neurotransmissor mais conhecido como “hormônio do prazer”. Apesar disso, a música afeta as pessoas de maneiras diferentes.

Música que ‘gruda’

Os diferentes gêneros musicais podem provocar reações diversas entre as pessoas. A música pop tende a grudar na cabeça e diversos estudos já se debruçaram sobre o tema.

Algumas “fórmulas” de batidas e melodias são mais fáceis de assimilar e por isso viram hits. Em 2016, pesquisadores da Universidade de St. Andrews, na Inglaterra, analisaram e listaram as 20 músicas mais ‘grudentas’ dos últimos tempos.

Bede Willians, uma das autoras do estudo, disse ao jornal inglês “Mirror” que as músicas mais grudentas costumam ter em comum um ritmo tão distinguível que mesmo sem melodia é possível reconhece-las. É o caso de “We will rock you”, do Queen.

“Nosso senso de ritmo é fundamental para ser humano. Todos nós experimentamos o ritmo de nossa respiração e corações batendo e, desde muito jovens, somos inventores rítmicos virtuosos à medida que transformamos o balbucio em palavras e palavras em frases”, disse ela.

Melodias e harmonias mais simples, assim como letras fáceis e padrões silábicos, também ajudam a música pop a ficar na nossa mente.

Além disso, segundo Bede, estudos mostram que doses certas de surpresa e expectativa correspondida trazem satisfação quando ouvimos música.

“Gostamos de ter uma sensação de antecipação para o que vem a seguir quando ouvimos, mas não gostamos de ficar confusos quanto à trajetória geral da música”, explica.

“É por isso que as músicas ‘grudentas’ de sucesso contêm tantas repetições rítmicas, harmônicas e melódicas. A repetição permite que nossa mente crie uma visão abrangente da música”.

Fonte: G1

Fonte: https://jornaldeboasnoticias.com.br/musica-provoca-conversa-entre-areas-do-cerebro-provocando-diversas-sensacoes-entenda/

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Música leva 9 minutos pra te deixar feliz, diz estudo. Ouça playlist 20+

A ciência comprova que a música é uma ferramenta importante para melhorar o dia da gente, inclusive em tempos de isolamento social.

Uma pesquisa da Academia Britânica de Terapia do Som (BAST) mostra que as canções têm poder pra provocar felicidade em 9 minutos. Já para aliviar da tristeza, a música leva apenas 13 minutos.

Por isso, além dos detalhes da pesquisa, fizemos a playlist 20+ SóNotíciaBoa, uma hora seguida de música com alto astral pra melhorar o seu dia. (veja abaixo)

O projeto Music as Medicine, ouviu 7.581 pessoas e aponta:

Música para a Felicidade

Descobrimos que você só precisa de 9 minutos de música para alimentar a alma e fazer com que se sinta exaltado. O tipo de música que funcionou melhor tinha ritmo rápido e conteúdo lírico feliz.

Nossos pesquisados relataram que ficaram mais felizes, tiveram mais energia e se sentiram satisfeitos com a vida. Isso lhes deu controle, a maioria riu mais e ficou mais positiva em relação aos outros.

  • 89% melhoraram os níveis de energia
  • 65% riram mais e / ou se sentiram mais felizes
  • 82% se sentiram capazes de enfrentar qualquer coisa
  • 82% se sentiram mais no controle de suas vidas

Música para aliviar a tristeza

Para aliviar a tristeza, descobrimos que a maioria das pessoas escolheu músicas com letras com as quais se conectam. 13 minutos foi o momento ideal para processar esses sentimentos.

Isso fez com que nossos ouvintes sentissem alívio, menos sobrecarregados, mais estáveis e menos propensos a serem desencadeados por coisas que os lembrassem do problema. Aliviar a tristeza é uma parte importante do nosso bem-estar.

  • 87% sentiram-se mais estáveis emocionalmente
  • 84% se sentiram menos impressionados
  • 91% sentiram alívio e liberação
  • 84% saíram do outro lado da tristeza

Música para relaxar

A melhor música para relaxar tem um ritmo lento, melodia simples e sem letra. O tempo ideal para ouvir foi de 13 minutos.

Nossos pesquisados relataram benefícios positivos, incluindo diminuição da tensão muscular, desaparecimento de pensamentos negativos, sensação de paz e satisfação e capacidade de dormir melhor. Então, da próxima vez que você estiver estressado, dê um tempo para si mesmo, tudo que você precisa é de 13 minutos!

  • 79% tiveram tensão muscular reduzida
  • 84% tem menos pensamentos negativos
  • 82% dormiram melhor
  • 82% sentiram-se repousantes e satisfeitos

Música para Concentração

Embora menos pessoas usassem a música para concentração geral, as que usavam experimentaram altas porcentagens de efeitos positivos. Após 13 minutos de música, nossos participantes do teste relataram que sua mente ficou mais clara, que estavam mais aptos a realizar seu trabalho e que podiam tomar decisões com mais facilidade.

  • 81% sentiram que a mente estava clara
  • 91% consideraram que poderiam fazer seu trabalho melhor
  • 89% foram capazes de tomar decisões com mais clareza

No geral, descobrimos que 89% das pessoas acham que a música é essencial para sua saúde e / ou bem-estar.

  • 90,15% usavam música para relaxar
  • 81,80% para fazê-los felizes
  • 46,5% para processar e / ou liberar tristeza
  • 32,53% para ajudar a concentração

Fonte: https://www.sonoticiaboa.com.br/2020/04/06/musica-leva-9-minutos-deixar-feliz-estudo-ouca-ranking-20/

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MÚSICA: 5 ÁLBUNS QUE SE DESTACARAM NO PRIMEIRO SEMESTRE DE 2021

CONFIRA 5 ÁLBUNS DE MÚSICA QUE MAIS BOMBARAM ESTE ANO

1- JUSTICE, JUSTIN BIEBER

A primeira dica nos faz viajar pela nostalgia da última década. Quem não cantou junto com Justin Bieber entre 2009 e 2011 que atire a primeira pedra. O sexto álbum da carreira do cantor canadense, que conta com 182 milhões de seguidores em seu perfil do Instagram, Justice, fala sobre a busca por justiça para a humanidade. A primeira faixa inicia com uma fala de Martin Luther King Jr., e depois há outro discurso do líder sobre a luta pelos direitos civis.

Com aproximadamente 4 meses de lançamento, Bieber conquistou diversas certificações com o álbum, que contempla 16 faixas, com participações que recitam o ativismo social misturado com pop romântico. Vale ressaltar que, de todos os álbuns lançados em 2021, e que seguirão até mesmo aqui nessa lista, Justin Bieber tem o mais bem-sucedido no Spotify, acumulando 2,5 bilhões de streams na plataforma. Até o momento, é o disco líder de streams deste ano.

2- BATIDA TROPICAL, PABLLO VITTAR (MÚSICA BRASILEIRA)

O segundo álbum da lista não é de ninguém menos que a nossa rainha Pabllo Vittar, com Batida Tropical. Lançado em 24 de junho, Vittar já alcançou, com todas as faixas, mais de 4.7 milhões de streams, deixando-a no TOP 50 do Spotify. É considerada a maior estreia de álbum brasileiro no Spotify BR em 2021, alcançando o 6º lugar na lista mundial de maiores estreias no streaming.

Trazendo faixas inéditas, como Triste com T, a musa Pabllo Vittar dedicou-se aos ritmos do norte e nordeste brasileiro, exibindo clássicos do forró repaginados, com um toque de eletrônica e funk. Ao total, são 9 músicas: 3 singles autorais e 6 regravações de músicas que marcaram a vida da cantora.

3- FEARLESS (TAYLOR’S VERSION), TAYLOR SWIFT

A cantora e compositora Taylor Swift nos agraciou no quarto mês deste ano com uma nova versão do álbum Fearless, intitulado Fearless (Taylor’s Version), onde o álbum traz os sucessos lançados pela artista em 2008. O trabalho tem uma nova cara, porém fiel ao estilo pop country, que consagrou Taylor.

Ao todo, o repertório conta com 26 faixas, sendo 6 inéditas! E apenas nos três primeiros dias de lançamento, houve 500 mil cópias globais vendidas. No streaming, a história não poderia ser diferente. O perfil da artista no Deezer teve um aumento de número de ouvintes em 82% no dia do lançamento, além de ter elevado 30% o número de ouvintes únicos. Realmente, o álbum pode e deve ser considerado um sucesso.

E a musa do pop country, que conta com 167 milhões de seguidores em sua conta no Instagram, anunciou o lançamento de mais uma regravação de seus álbuns. A nova edição do Red com seu vocal sairá ainda este ano, com previsão – atenção para você gravar aí na sua agenda – para 19 de novembro. As regravações fazem parte de uma batalha da cantora pela recuperação das suas músicas lançadas com a Big Machine Records.

4- SOUR, OLIVIA RODRIGO

A nova queridinha do mercado se chama Olivia Rodrigo, de apenas 18 anos, que também já garantiu seu nome em várias listas de álbuns de sucesso. Com quase 15 milhões de seguidores, a cantora lançou seu primeiro álbum em maio, e bateu recordes, estando no topo da Billboard 200, com 295 mil unidades conquistadas somente nos EUA.

Só na primeira semana de lançamento, o CD da cantora recebeu o certificado de Ouro da RIAA, programa de premiação para álbuns que vendem um grande número de cópias. No Brasil, a estreia atingiu a Certificação de Ouro e ficou em primeiro lugar no Spotify, e nos Estados Unidos, obteve o maior número de streams de áudio de estreia feminina, quebrando o recorde de mais transmitido em uma semana por uma artista feminina na história do streaming, contabilizando mais de 385 milhões de streams globais.

Um fenômeno, Olivia já é a artista internacional mais ouvida no TOP 200 do Spotify em 2021, incluindo homens e mulheres, e com maior número de faixas em um mesmo dia. Na Apple Music, o álbum ficou em primeiro lugar e todas as 11 faixas estiveram simultaneamente no TOP 20. O álbum entrou ainda no topo das paradas no Canadá, Irlanda, Noruega, Holanda, Suécia, Austrália e Nova Zelândia.

5- THE HIGHLIGHTS, THE WEEKND

O cantor canadense lançou, em fevereiro deste ano, seu novo álbum The Highlights, em todas as plataformas de streaming. O trabalho é composto por 18 faixas, trazendo os maiores hits dos últimos dez anos. Entre os sucessos, estão: Can’t Feel My FaceStarboyIn Your Eyes, I Feel It ComingEarned It e, claro, Blinding Lights e Save Your Tears. E o disco ainda conta com as ilustríssimas participações de Ariana Grande, Kendrick Lamar e Daft Punk.

Com o brilhantismo de sempre, o artista vem se tornando um dos maiores nomes da indústria musical e também um dos artistas mais ouvidos no Spotify, contabilizando mais de 67 milhões de ouvintes mensais.

E dessas músicas maravilhosas, saiu a incrível apresentação com Ariana Grande no iHeartRadio Music Awards, com seu hit número 1 da Billboard Hot 100, Save Your Tears, que levou o público à loucura! E não é para menos, eles entregaram tudo.

E até o final do ano temos promessas de lançamentos que, com toda certeza, serão incríveis. Por enquanto, aproveitem as dicas do mundo da música, com os álbuns de maior sucesso no primeiro semestre de 2021 e curtam bastante dentro de suas casas, sem aglomerar e nem acordar os vizinhos, viu?

Fonte: https://falauniversidades.com.br/musica-5-albuns-que-se-destacaram-no-primeiro-semestre-de-2021/

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Na semana do dia mundial do rock, qual seu estilo de música favorita?

Muitos de nós temos uma tendência a achar que “música boa era no meu tempo”. Meus pais diziam que a música nunca foi tão boa quanto no começo da Bossa Nova, outros parentes dizem que música boa era a do tempo dos vozeirões: Francisco Alves, Nélson Gonçalves e Vicente Celestino. A grande unanimidade em família de música boa é o “Rei” Roberto Carlos.

Amigos dos tempos da universidade se dividiam entre os Rolling Stones e os Beatles, outros só escutavam o rock nacional dos anos 80: RPM, Barão Vermelho, Titãs. Muitos só ouviam jazz & blues, outros a MPB: Clube da Esquina, Chico, Caetano, Gal e assim por diante. Uns poucos adoravam samba e pouquíssimos eram apaixonados por música clássica.

A primeira oportunidade de assistir ao vivo os ídolos da música internacional foi no Rock in Rio. Até a sua realização, os grandes artistas da música mundial não costumavam visitar o Brasil. O Rock in Rio foi também uma chance, não só para o rock, mas para sermos apresentados às outras tendências através de suas “tendas” musicais: música eletrônica (“Tenda Eletro”), música nacional (“Tenda Brasil”), música africana (“Tenda Raízes”) e música mundial (“Tenda Mundo Melhor”).

Outro festival que marcou época foi o Free Jazz Festival, sendo o “Free” uma referência a marca de cigarro patrocinadora do evento. As apresentações do Free Jazz eram bem variadas, desde o tradicional jazz de New Orleans até o jazz fusion com música eletrônica do Fatboy Slim.

Os anos foram passando e novos festivais foram aportando entre nós: Lollapalooza, Vila Mix Festival, Caola Festival, Tomorowland, Planeta Atlântida e a Virada Cultural. Outros estilos foram se consolidando no país: Aché, Sertanejo, Forró, Pagode e Funk Carioca.

Sou bem eclético em música, ouço de tudo e nunca fui um connaisseur de nenhum estilo como os amigos apaixonados pelo Jazz, pela MPB e pelo Rock. Mick Jagger, 79 anos, zero de barriga, voz potente e ainda arrastando multidões cantando “Satisfation” merece um artigo a parte em homenagem ao dia mundial do rock, comemorado em 13 de julho.

Há música que me agrada, há música que não e outras realmente detesto. Tenho o hábito de escutar o contemporâneo, até para saber pedir para trocar o estilo quando estou num ambiente “hostil”. Então, fica a dica: se a música não estiver de seu agrado no ambiente em que você se encontra, peça para ouvir um Indie. Geralmente agrada todas as gerações e gostos.

Caso você não seja habituado ao Indie e não conheça nenhuma banda do próximo Lollapalooza, aconselho a procurar alguma estação de rádio especializada como a Peak FM, de Vancouver, Canadá. Ainda existem rádios a pilha, meu pai de 95 anos tem um, mas o normal hoje é escutar o rádio pelo smartphone ou pelo computador.

Entre no Play Store ou App Store, pesquise por rádio e baixe o aplicativo, exemplo: Radio FM. Ao acessar o aplicativo, você pode fazer buscas por países ou estilo musical. No meu caso, procurei o Canadá como país, Indie como estilo musical até me identificar com a estação Peak FM.

Experimente, há muita música nova de qualidade por aí, além da boa música de seu tempo. Com certeza será uma grande oportunidade para você exibir a sua “modernidade” com a geração dos 18+ pedindo para tocar a última das bandas Cage the Elephant, Modern Mother e Arcade Fire.
Fonte: https://www.em.com.br/app/colunistas/juventude-reversa/2021/07/15/noticia-juventude-reversa,1286526/na-semana-do-dia-mundial-do-rock-qual-seu-estilo-de-musica-favorita.shtml
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Relaxamento: como acalmar a mente e relaxar. Veja 20 alternativas

Vivemos em uma sociedade atormentada pelo estresse, insegurança e nervosismo, o que se intensificou nos últimos tempos com a pandemia.

Considerando essa situação, este conteúdo traz alternativas sábias, eficazes e naturais para voltar ao eixo, manter o foco, equilibrar as emoções, acalmar a mente e relaxar o corpo. Tudo isso com a finalidade de promover saúde e paz para lidar melhor com os desafios da atualidade.

Conheça 20 alternativas para acalmar a mente, relaxar o corpo e viver melhor.

Praticar a respiração consciente

Nas horas difíceis, conte até 3 e respire!

Respirar de forma consciente nos faz ancorar no momento presente, onde tudo acontece. Isto quer dizer que paramos de nos preocupar com o futuro ou remoer o passado, e colocamos nossa energia no agora, possibilitando viver de forma mais atenta, serena e equilibrada.

Respirar melhor ajuda a transcender estados de:

Existem várias técnicas e exercícios de respiração, vamos ensinar aqui a mais simples e básica delas, que pode ser feita a qualquer momento e lugar.

Para sair de estados de tensão basta seguir as seguintes etapas:

  1. inspire suavemente
  2. encha os pulmões de ar
  3. segure a respiração
  4. expire lentamente, até soltar todo ar e esvaziar os pulmões completamente.
  5. dê uma pausa
  6. repita essas etapas por 3 vezes ou mais, até se acalmar

Faça meditação

A meditação é uma prática ancestral e milenar que os povos antigos utilizavam para fortalecer o espírito e se conectar com o Divino. Essa conexão é capaz de potencializar qualidades como lucidez, serenidade, sabedoria, amor, compreensão e paz.

Um jeito simples de meditar e sair da tensão é seguir os passos abaixo:

  1. parar um pouco o que está fazendo
  2. sentar em um lugar calmo
  3. fechar os olhos
  4. observar os pensamentos que passam na mente, sem se identificar com eles
  5. focar, aos poucos, na respiração, inspirando e expirando
  6. deixar os pensamentos para lá.
  7. sentir a respiração, a pulsação e o corpo
  8. continuar deixando os pensamentos irem e virem, sem se prender a eles

Com essas etapas, gradativamente, a mente irá desacelerando, a respiração ficará mais profunda e o corpo mais relaxado para que a paz possa se manifestar internamente.

Essa prática simples e básica pode servir como alicerce para estados meditativos mais profundos. Entretanto, por si só, já é o suficiente para acalmar e relaxar.

Saiba mais sobre Meditação em:

Utilize o japamala

O japamala é um aparato místico antiquíssimo, uma espécie de terço composto por 108 sementes de Rudraksha (uma planta indiana), inseridas em um cordão de algodão e uma conta extra e central, denominada Meru, que representa o Divino, o Mestre, Guia ou Guru.

Muito usado na oração chamada Ho’Oponopono que diz “sinto muito, me perdoe, eu te amo, sou grato” considerado por seus praticantes como um mantra mágico de cura.

Esse aparato místico ajuda a:

  • acalmar a mente
  • ancorar a atenção
  • desenvolver o foco
  • e criar as condições para entrar em estado meditativo

Conheça mais sobre o Japamala e veja como utilizá-lo em:

Desenvolva a GRATIDÃO

Grande parte dos problemas emocionais e materiais das pessoas está atrelado ao fato de não se sentirem gratas pelo que elas têm de bom, sempre olhando para suas faltas, para os que os outros possuem e comparando-se com estes, desvalorizando as suas próprias existências.

Sem gratidão as pessoas enxergam a vida de forma amargurada, alimentam a insatisfação e vivem reclamando pelo que não têm, em vez valorizarem o que são e possuem.

Quando desenvolvemos a gratidão, nossa energia aumenta e, por consequência, nossa vibração se eleva, fortalecendo nossa potência assim nosso poder para as boas realizações.

Através da gratidão desenvolvemos nossa força interior, a autoconfiança e a fé, cristalizando assim uma existência mais próspera e abundante.

Veja como a gratidão pode melhorar nossa realidade em:

Rir é o melhor remédio

Uma boa risada espanta qualquer nervoso. O riso estimula a produção dos hormônio da felicidade,  sobretudo da serotonina e endorfina.

Rir deixa a gente mais leve, traz uma sensação gostosa e relaxante, além de estimular a circulação sanguínea e melhorar o funcionamento do cérebro.

Dar risada é tão bom que até virou terapia:

Pratique yoga

Está mais que comprovado que o yoga tem o poder de diminuir tensões, ansiedade e até dores no corpo.

O yoga é uma prática que com suas posturas de flexibilidade e alongamento, em conjunto com exercícios respiratórios, beneficia tanto o corpo, quanto a mente e as emoções.

Quer iniciar no yoga e usufruir de seus benefícios? Veja os conteúdo:

Tai Chi Chuan

O tai chi chuan é uma modalidade de arte marcial caracterizada pelos movimentos corporais suaves, com posturas flexíveis, marcadas por ritmo calmo.

Essa prática é uma espécie de meditação em movimento, que tem como princípios filosóficos os ensinamentos do Taoísmo.

Conheça como é essa prática em:

Faça alongamentos

O alongamento corporal serve para relaxar o corpo, aliviando tensões emocionais e corporais.

As emoções quando densas e carregadas acumulam-se em partes e órgãos do corpo, provocando doenças.

Entenda como o alongamento relaxa e faz bem para a saúde em:

Faça atividade física

Atividades físicas são indispensáveis para saúde mental, emocional e corporal.

OMS (Organização Mundial da Saúde) recomenda, pelo menos, 20 minutos diários de atividade física para se ter uma boa saúde.

Existem atividades físicas para todos os gostos, como:

Veja outras atividades físicas no conteúdo:

Do-in, a automassagem

Do-in é uma técnica chinesa de automassagem, que ajuda a relaxar o corpo e a a eliminar tensões.

Essa  terapia oriental consiste basicamente em utilizar os dedos das mãos para pressionar e acionar pontos energéticos do corpo, com objetivo de trazer alívio, relaxamento, prevenir e até tratar enfermidades como dores, estresse, ansiedade e insônia.

Os pontos utilizados para realizar a massagem do do-in são os mesmos da acupuntura, e ficam situados nos chamados meridianos energéticos do corpo humano.

Cozinhe e alimente-se bem

A alimentação é ponto-chave para promover um estado emocional saudável e consequentemente melhorar o humor, a disposição e a energia.

Cozinhar pode ser relaxante e terapêutico. É ademais um autocuidado preparar o próprio alimento que te dará energia.

Além de cozinhar, é importante que o ato de se alimentar seja feito de maneira consciente, comendo devagar, saboreando cores, confidencias e aromas.

Para ter uma boa alimentação, é preciso ter hábitos alimentares saudáveis como:

  • Ter uma alimentação baseada no consumo de vegetais
  • Parar ou diminuir os alimentos industrializados e processados
  • Diversificar os alimentos de modo a consumir todos os nutrientes necessários para a saúde do corpo: vitaminas, minerais, antioxidantes e aminoácidos.

Perceba como uma boa alimentação pode melhorar nossa energia e emoções em:

Conviva com animais

Quem tem e ama seu pet, sabe como um animal tem o poder de despertar o melhor do ser humano.

Os animais, diferentemente de nós, vivem conforme a natureza de sua essência, não estão preocupados com a opinião alheia e com os problemas mundanos, eles simplesmente vivem o que o momento apresenta. Por isso, eles são simples, verdadeiros e inteiros.

Estes seres vivem no AGORA e brincar com eles nos ajuda a recordar do momento presente, reduzindo a depressão, ansiedade e o estresse.

Entenda mais sobre os efeitos positivos da convivência com animais em:

Tenha contato com a natureza

A natureza é uma grande mestra. Só quem a contempla pode ter acesso aos seus ensinamentos e se beneficiar do bem-estar e da tranquilidade que ela proporciona.

Alguns desses benefícios são:

  • Diminui o estresse
  • Reduz a propensão à doenças
  • Melhora o bem-estar psicológico
  • Combate a ansiedade
  • Aumenta a concentração

Veja outros benefícios de estar em contato com a natureza em:

Ouça música

Existem músicas que têm a propriedade de acalmar e melhorar nosso estado de ânimo, já outras provocam excitação e até tensão, dependendo do ritmo, da sonoridade mas principalmente do gosto de cada um.

Sendo assim, se a pessoa precisa se acalmar ou se alegrar, o ideal é que ela ouça suas músicas preferidas.

Dance

Dançar melhora o humor e relaxa a mente, porque ajuda a liberar os hormônios do bem-estar.

O ato de dançar traz vários benefícios:

  • ajuda a expressar as emoções
  • contribui para soltar a criatividade, através dos movimentos corporais
  • acalma a tensão psíquica
  • desenvolve a flexibilidade
  • melhora a coordenação motora
  • reduz o estresse
  • diminui os sintomas de ansiedade
  • combate a depressão

Leia outros benefícios da dança no conteúdo abaixo:

Beba água para “desintoxicar as emoções”

Nosso corpo é constituído em grande parte por água, um elemento de vital importância para nossa saúde.

Quando estamos estressados, nosso corpo produz toxinas que prejudicam os órgãos. Por isso, os terapeutas naturalistas recomendam beber bastante água quando passamos por algum estresse ou irritação, para que dessa forma possamos desintoxicar o corpo.

Isto acontece porque, bebendo água, os hormônios do estresse são filtrados mais rapidamente pelos rins, purificando a corrente sanguínea do excesso de toxinas. Quanto mais água bebermos, mais purificação temos, porém, não se deve tomar mais de 4 copos dentro de um espaço de 1 hora, pois o excesso de água sobrecarrega os rins e o organismo.

Pessoas com pressão alta precisam beber água de forma mais pausada e em menor quantidade, pois se beberem água em grande quantidade, correm o risco de ter um quadro de hipertensão.

Conheça o pode terapêutico da água em:

Tome chás calmantes

Uma forma bem natural de acalmar os nervos e relaxar é tomar chás de ervas calmantes.

Alguns ervas calmantes são:

Confira outros chás calmantes no conteúdo abaixo:

Converse com os amigos

Falar, se expressar, botar pra fora as emoções é terapêutico. Quem tem um amigo para poder bater papo, seja para falar de bobagens que de coisa séria, tem sorte.

Ver filmes, ler livros

Que tal sair da realidade das preocupações, mergulhando em um filme ou em um livro? Às vezes, é preciso pensar fora da caixa e dar asas à fantasia. Para isso, melhor seria ler romances ou ver filmes de ficção (não documentários).

Para aqueles que buscam sugestões de filmes para o despertar da vida, Amanda Schulz – terapeuta formada em psicologia e especialista em assuntos ligados à espiritualidade – indica os seguintes filmes e séries da Netflix para “abrir sua mente e despertar sua luz”:

São eles:

  • Minimakism
  • Star Trek Voyager
  • O Segredo
  • Happy
  • Cosmos: Uma Odisséia no Espaço- Tempo
  • Awake: A vida de Yogananda

Cante

Quem canta os males espanta, a gente sabe disso! Mas não será fácil cantar nas horas difíceis.

Porém, você pode forçar a barra colocando uma música alto astral, daquelas que todos sabemos a letra.

Tem muitas boas, por exemplo:

Mas qualquer uma tá valendo, desde que seja alto astral, que você goste e saiba a letra. A música vai te levar para outro lugar e o canto vai elevar tua vibração.

Esperamos que tenham gostado dessas dicas e que elas tenham te ajudado a acalmar a mente e a relaxar.

Fonte: https://www.greenme.com.br/viver/saude-e-bem-estar/83354-como-acalmar-a-mente-e-relaxar/

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Terapia com música ajuda em tratamentos da mente e do corpo

Mais que divertir, levantar o astral e tranquilizar, a música tem um papel importante em alguns tratamentos médicos para doenças do corpo e da mente. De acordo com a psicóloga Naira Delboni,os benefícios da música são extensos.

 “A música ativa nossas emoções, o que nos permite sentir de forma positiva ou negativa. Ela evoca emoções que são ativadas em áreas de nosso cérebro, como por exemplo o córtex, amígdala, cerebelo, hipocampo. Essas áreas são mais desenvolvidas e ativadas positivamente ao serem trabalhadas com a música”,

Basta um par de fones nos ouvidos, para percebermos melhoras no humor, na atenção, concentração e memória, já que as lembranças profundas podem ser despertadas.

“Os benefícios são comprovados por estudos científicos e vistos no processo da terapia. É observado um bom desenvolvimento dos pacientes nas sessões, melhor desempenho em suas sensações corporais e na capacidade que vão desenvolvendo em expressar suas emoções com mais facilidade”, afirmou a especialista.

Naira explicou que a musicoterapia, como é chamada a terapia realizada com música, aumenta a disposição e consequentemente reduz a ansiedade, o estresse e a depressão. 

Além desses, há outros benefícios. Veja na lista abaixo:

– Desenvolve a expressão corporal

– Aumenta a capacidade respiratória

– Estimula a coordenação motora

– Controla a pressão arterial

– Alivia as dores de cabeça

– Melhora distúrbios do comportamento

– Auxilia em doenças mentais

– Ajuda a tolerar o tratamento contra o câncer

– Auxilia a suportar dores crônicas

– Melhora a qualidade de vida.

Música que cura

A terapia com a música tem sido cada vez mais praticada em escolas, hospitais, lar de idosos e por pessoas com necessidades especiais. A psicóloga acrescenta que a técnica também pode ser feita durante a gravidez para acalmar os bebês, e é uma boa opção para crianças desenvolverem uma maior capacidade de aprendizagem.

“Alguns estudiosos vêm testando e reconhecendo o poder terapêutico das melodias para enfrentar os males que abalam a mente e o corpo. Tanto é que alguns estudos já ousam encará-las como um ‘remédio’ auxiliar no tratamento”, ressalta.

Resultados relevantes têm sido observados em pacientes idosos também. Na musicoterapia com ênfase no atendimento a pacientes geriátricos, busca-se a ativação do lado afetivo e emocional, o desenvolvimento cognitivo, a diminuição da sensação de isolamento como estímulo à socialização, e o auxílio na execução das atividades diárias.

Já em pessoas em tratamento de câncer observa-se melhora em relação à dor e ao enfrentamento da doença. “A musicoterapia possibilita a integração de pensamentos, emoções e sentidos em relação aos processos de adoecimento, internação, convalescença e até nos momentos finais de vida”, afirma Naira.

Casos de Alzheimer e outros tipos de doenças neurodegenerativas são beneficiados, visto que o tratamento com a música faz com que os pacientes tenham certa ativação neural.

A música age diretamente na região do cérebro que é responsável pelas emoções, gerando motivação e afetividade, além de aumentar a produção de endorfina, que uma é substância naturalmente produzida pelo corpo, que gera sensação de prazer.

Diversas abordagens de tratamento podem acontecer numa musicoterapia. Entretanto, ouvir música em casa também traz benefícios.

“Podemos relaxar e curtir uma boa música em casa. É importante nos conhecermos e sabermos que há dias em que, se escutarmos uma música mais lenta ou agitada, isso pode influenciar no nosso humor. Se estiver se sentido melancólico escolha músicas mais animadas, da mesma forma se você estiver estressado, opte uma música mais calma. Aproveite e dance, feche os olhos e sinta o ritmo do seu corpo e das suas emoções”, ensina a psicóloga.

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